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Dasa e Nav laçam campanha com “spoiler do bem” para o Outubro Rosa

A Dasa, rede de saúde integrada, acaba de lançar sua campanha 2022 para o Outubro Rosa com um conceito inovador: “The Good Spoiler”, ou o spoiler do bem, em português. Partindo de uma das principais diretrizes da rede, a importância da predição e prevenção, o mote traduz a necessidade de as mulheres realizarem mamografias e exames de cuidado e rastreio regularmente, uma vez que o exame aplicado em programas de rastreamento apresenta eficácia comprovada na redução da mortalidade por câncer de mama1.
Uma cocriação entre Dasa e Nav e a agência CP+B, a campanha contará, ao longo de todo o mês de outubro, com spots de rádio, mobiliário urbano em pontos de ônibus e relógios, DOOH em salões de beleza nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, squad com celebridades e influenciadores digitais e ações em mídias proprietárias. Os “spoilers” estimularão o agendamento dos exames através da plataforma virtual da Dasa, o Nav.
“O engajamento das mulheres nessa campanha é fundamental para o diagnóstico precoce que, embora possa assustar, traz também a melhor chance de cura. Na saúde, um spoiler pode fazer a diferença no sucesso do tratamento”, explica Andrea Dolabela, diretora geral de produtos, marketing, experiência e Analytics da Dasa.
A estratégia de influenciadores inclui publicações da atriz Paula Barbosa e Camila Márdila, da jornalista global Tati Machado, da palestrante Veronica Oliveira (@faxinaboa) e da influencer Bruna Olliveira. Também fazem parte da campanha perfis de humor (@ginaindelicada, @soueunavida e @perrenguechique), de entretenimento (@babados) e para o público feminino (@modaparameninas), para citar alguns.
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Pedro Scooby surfa Onda de Cheddar no Méqui

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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







