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Cottage Corporate se une a Schneider Invest para criar conceito de investimentos imobiliários

Empresa do mercado de incorporação imobiliária se une com imobiliária para lançar formato de empreendimento
Com o objetivo de ampliar o ecossistema de investimentos imobiliários e transformar o conceito de moradia, a Cottage Corporate atenta ao crescimento exponencial da região do litoral sul da Bahia, se une à expertise da Schneider Invest, imobiliária com foco em realizar negócios voltados para rendimentos acima do mercado e também nas melhores localizações para quem visa moradia.
Assim, um novo modelo de negócio se inicia com foco nos clientes que pretendem diversificar sua carteira de investimentos, visando o crescimento de seus ativos. A empresa surge da necessidade do mercado volátil do cenário atual, para assegurar e tranquilizar o empresário que gostaria de investir no segmento imobiliário mas que não sabe por onde começar.
E por quê investir no setor imobiliário? Leonardo Schneider co-founder e CEO da Schneider Invest destaca “é o segmento que mais cresceu nos últimos anos, temos uma carteira extensa de clientes que obtiveram resultados expressivos e como sabemos, o público se São Paulo é apaixonado pela Bahia e por isso estamos levando todos nossos clientes para lá.”
Atualmente, o consumidor busca uma oportunidade relevante com benefícios exclusivos e diferenciais que englobam desde a escolha da matéria-prima que vai assegurar que o imóvel seja de alto padrão num local privilegiado, como é a região de Trancoso na Bahia.
Com o diferencial de qualidade para a escolha e aquisição dos melhores terrenos da região e visando um investimento a longo prazo, de acordo com o presidente do grupo Cottage Corporate, Jenelson dos Santos: “A Cottage Corporate está concentrando os esforços atuais no litoral sul da Bahia, pois além de acreditarmos no crescimento da região, contribuímos com a aceleração do local e geração de empregos, sendo que nosso embasamento de construção é baseado no propósito eco-friendly, com o objetivo de minimizar o impacto ambiental. Tenho orgulho de dizer que sou baiano, e mesmo após ter empreendido por mais de 20 anos na França, retorno para a minhas raízes pois quero fazer parte da história da minha terra natal.”
Em homenagem ao local paradisíaco, próximo às falésias, localizado no mais badalado complexo imobiliário da região, surgiu a parceria entre as empresas. A arquitetura integrada a natureza e a infraestrutura remetem a sua beleza natural, e ao mesmo tempo a arquitetura das casas construídas harmonizam com a paisagem. Como atrativo adicional, é bem próximo à famosa vila de Trancoso, um recante de charme adorado por viajantes do mundo inteiro.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.
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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.
Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.
A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.
Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.
Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.
O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.









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