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Corona Cero é a cerveja oficial dos Jogos Olímpicos até 2028

O Comitê Olímpico Internacional (COI) anunciou a AB Inbev como sua parceira olímpica mundial até 2028. Dessa forma, a Corona Cero, com 0,0% álcool, se torna a cerveja global dos Jogos Olímpicos, reforçando o compromisso do COI e da AB Inbev pelo consumo moderado e um mundo melhor, nessa parceria que vai levar mensagens de conexão, moderação e celebração para bilhões de fãs ao redor do mundo. O acordo também inclui o Comitê Paralímpico Internacional (IPC) e os Jogos Paralímpicos.
“O COI tem prazer em anunciar essa nova parceria com a AB Inbev, cervejaria líder mundial. Dividimos as mesmas premissas de apoio ao esporte e aos atletas. Como uma marca global, Corona Cero vai engajar os fãs ao redor do mundo nessa celebração mágica dos Jogos Olímpicos, brindando a todos os feitos dos atletas. Seguindo a Agenda Olímpica 2020+5, as duas organizações têm contribuído ativamente com o desenvolvimento das metas de sustentabilidade das Nações Unidas. Enquanto o COI redistribui 90% de suas receitas para apoiar o esporte ao redor do mundo, esse novo acordo vai ajudar a apoiar todas as equipes olímpicas e seus atletas. Juntos, queremos criar um futuro com mais brindes”, afirma o presidente do COI, Thomas Bach.
“Estamos orgulhosos de ser a primeira cerveja patrocinadora olímpica a nível mundial. A cerveja é a bebida da moderação, então, Corona Cero é para essa ocasião. Essa parceria é a oportunidade para a nossa categoria impactar positivamente e engajar milhares de fãs ao redor do mundo, inaugurando uma nova era do espírito Olímpico enquanto brindamos aos nossos times olímpicos preferidos e aos atletas. Estamos prontos para fazer ativações nos Jogos de 2024, 2026 e 2028”, destaca o CEO da AB InBev, Michel Doukeris.
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Pedro Scooby surfa Onda de Cheddar no Méqui

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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







