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Conheça as 56 melhores expressões sobre dinheiro, segundo o Nubank

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Se você é aquela pessoa que está sempre na missão impossível de não fechar o mês com o saldo negativo, e que sempre dá o jeitinho brasileiro para não passar aperto, com toda certeza vai entender todas as palavras que o Nubank trouxe em seu mais novo ‘Glossário Financeiro Brasileiro’, uma lista com 56 expressões populares sobre dinheiro que estão presentes no dia a dia de todo brasileiro. 

Que o brasileiro precisa ser estudado e que criatividade há de sobra isso ninguém mais tem dúvidas, e quando o assunto é perrengue, aperto ou sufoco o lado criativo e único entra em ação! Infelizmente, muitas famílias ainda passam por esse sufoco, segundo o CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), cerca de 7 em cada 10 famílias brasileiras estão endividadas. 

Por isso, o banco separou algumas delas para que você tenha o que falar quando estiver em uma situação similar. Confira! 

1. A corda está puxando

Usada para descrever uma situação de tensão e pressão que chega próxima ao seu limite. Quase sem possibilidades. Possibilidades de sobrevivência limitadas.

2. Amealhar

Vindo da antiga moeda portuguesa mealha, o verbo é sobre guardar quantidade mínima de qualquer coisa. Agrupar as mealhas, juntar trocos e dinheiros providos de descontos.

Exemplo

“Com tudo que fui amealhando nesse período, eu adiantei algumas contas que estavam pendentes.”

3. Aperreio

Dificuldade, sufoco, aperto. Termo mais comum no Nordeste e no Norte do Brasil, é ligado a situações limites e irritantes.

Exemplo

“E aí fica um almoço divertido, marcante, a gente garante um dia a mais sem aperreio.” 

4. Arcar

Assumir responsabilidades, assumir contas não desejadas ou planejadas. Consequência não esperada, assumir contas de outrem.

Exemplo

“Tudo que eu arcava antes, hoje quem arca é a minha mãe!”

5. Até onde a perna alcança

Sinônimo popular de “até o limite”, “dentro de minhas possibilidades”. É o oposto de “Dar o passo maior que a perna.”

Exemplo: “… saber até onde sua perninha alcança, até onde você pode chegar. Isso para mim é uma coisa básica do controle financeiro.”

6. Atolar em dívida

Estar com tantas dívidas que não consegue se mexer, enterrado em valores, impossibilidade de outras ações, sobrecarga. Expressão amplamente usada quando não há outra opção, quando não se vê outra saída.

Exemplo: “Eu vivia atolado em dívida e o que recebia não era suficiente para suprir as dívidas e manter a casa.”

7. Bico / Fazer um bico

Atividade de trabalho extra e informal que as pessoas fazem, para além de sua fonte oficial e principal de remuneração, com o objetivo de aumentar a renda. Ver “Trocado”.

8. Bola de neve

Aquilo que aumenta progressivamente. Expressão usada para dívidas que aumentam muito por causa de juros crescentes, muitas vezes ocasionando em situações incontroláveis e muito difíceis de reverter.

Exemplo: “Trabalho muito informalmente, às vezes posso não ter dinheiro para pagar lá na frente. Isso vira uma bola de neve.”

9. Boleto

Documentação financeira que se refere a pagamentos. Nas falas cotidianas, está diretamente relacionado a ter vida adulta: ao ter boletos, a pessoa já teria contas a pagar, logo, responsabilidades. O termo “boletos” é muito usado em gírias, memes e piadas sobre crescer.

Exemplo: “Eu passo a ter todas essas coisas no meu nome, chegava no Correio um boleto no meu nome, eu dizia: ‘caramba, sou adulta’.”

10. Contadinho

Resultado de um cálculo feito com cuidado. Valor igual ao limite esperado, obtido com esforço, e sem a possibilidade de extrapolar o montante final.

Exemplo: “Era tudo contadinho. Mas, graças a Deus, comida nunca faltou.”

11. Correr atrás do dinheiro

Luta pela sobrevivência, diz-se que é o esporte marcial de todo o brasileiro. Refere-se a esforço constante, tanto em emprego formal quanto informal. Traz uma perspectiva individual de dar certo, vencer na vida.

Exemplo: “Ter um mínimo de dignidade sabe? Não estar sempre apertada, sempre correndo atrás do dinheiro.”

12. Contar com dinheiro

Significa ter estabilidade, certeza de ter o dinheiro no final de determinado período.

Exemplo: “Estabilidade né? Você poder contar com aquele dinheiro.“

13. Contas redondinhas

Usadas por pessoas que não devem nada, têm orçamento doméstico bem equilibrado. Contas que fecham, sem dever em pagamento, contas exatas.

Exemplo: “Fiquei com as contas todas redondinhas.”

14. Dar a volta por cima

Quando um indivíduo se encontra em uma situação em que não gostaria de estar e faz tudo que for possível para superá-la, para sair dessa situação vitorioso e bem-sucedido.

Exemplo: “No passado, não tinha planejamento, vivíamos afundados em dívidas e precisávamos de dinheiro para comer, ajuda de amigos e familiares. Mas com o nosso negócio, demos a volta por cima.”

15. Dar o passo maior que a perna

Querer fazer aquilo que está acima das suas possibilidades ou fora do seu alcance.

Exemplo: “Família me ajudou, mas tenho muita dificuldade em pedir ajuda, por isso fico tentando às vezes não dar o passo maior que a perna.”

16. Dar um jeito

Encontrar soluções independentemente dos meios. No geral, implica em soluções criativas e de diferentes perspectivas para resolver grandes problemas. Frase de alento, consolo e motivação que pode vir junto do ditado popular, como: “para tudo se dá um jeito na vida.”

Exemplo: “Tem amigos meus que ganham menos que eu, que têm filho, dá-se um jeito.”

17. Dar suporte

Oferecimento de condições para determinada ação. Amplamente usado para simbolizar o apoio familiar ou de amigos, que cria condições de conforto e atendimento das necessidades do indivíduo em qualquer situação.

Exemplo: “Ainda mais a gente que tem família para dar suporte, se for o caso. Então isso não é o que mais preocupa a gente.”

18. Descer conta bancária

Redução de valores de conta pessoal, referente a conta com oscilações para baixo.

Exemplo: “Ah mudou muita coisa né? Minha conta bancária desceu bastante.”

19. Despir um santo pra cobrir o outro

Significa que, ao tentar resolver um problema ou situação, a pessoa pode acabar ocasionando outro problema. Muito utilizada para se referir a escolhas de uso de recursos (dinheiro, tempo, entre outros) que implicam em consequências negativas para aquilo que foi preterido.

20. Dinheirinho

Diminutivo de dinheiro. Especialmente usado para se referir a economias (dinheiro físico, conta ou outro tipo de investimento). O sufixo “inho”, nesse caso, significa principalmente pequena quantidade e afeto (feito com cuidado e esmero, obtido com esforço). Em alguns casos, pode significar deboche ou descaso.

Exemplo: “Como eu passei muito perrengue, a minha essência seria de guardar dinheiro, ter um dinheirinho guardado e tal.”

21. Dinheiro limpo / suado vs. Dinheiro sujo

Dinheiro limpo e dinheiro suado são sinônimos, valores obtidos por meio de trabalho honesto e legal. Dinheiro sujo é oposto de dinheiro limpo ou suado, ou seja, valor obtido por meio de práticas desonestas ou ilegais.

Exemplo: “Esse dinheiro vem da minha vida, de horas de trabalho. Há um respeito pela minha pessoa, pela minha vida, pelo meu trabalho e pelo dinheiro suado.”

22. Dinheiro diário

Dinheiro usado para gastos do dia a dia, normalmente separado de vínculos empregatícios – resultado de bicos, escambos ou vendas de objetos pessoais. Algumas vezes é usado como sinônimo de sustento.

Exemplo: “Às vezes eu vendo alguma coisa, só para meu dinheiro diário.”

23. Dinheiro do próprio bolso

Dinheiro pessoal, de reserva. Expressão normalmente usada para se referir a quando a pessoa usa dinheiro de fundo pessoal para pagar algo que não deveria, por falta de outros recursos.

Exemplo: “Acabou tendo que tirar dinheiro do próprio bolso.”

24. Dinheiro grandinho

Quantidade de dinheiro maior do que a pessoa está acostumada a possuir ou circular.

Exemplo: “Eu ia viajar para fazer um dinheiro grandinho, voltar com essa grana melhor e ficar com um dinheirinho na mão.”

25. Dinheiro na mão / Pegar em dinheiro

Ter dinheiro disponível, tocar fisicamente no dinheiro em espécie. Usado para imediatamente após a pessoa ter algum recebimento, doação ou transferência. Usado de forma literal, implicando dinheiro de papel em mãos, ou em sentido figurado.

Exemplo: “Eu simplesmente pego o dinheiro, vejo o que tenho que pagar e pronto.”

26. Dinheiro vivo

Moeda em espécie, notas. Em muitos lugares do Brasil é a única forma de dinheiro. Por suas características físicas, apresenta inúmeras formas de organização e disposição.

Exemplo: “Era dinheiro vivo mesmo, eu guardava meus montinhos, botava dentro de envelopes e escrevia assim: gastos com roupa.”

27. Doer no bolso

Frase usada para retratar prejuízo, valor acima do esperado ou custo não planejado.

28. Duro / Dura

Alguém que está sem dinheiro ou recursos. Gíria antiga mas ainda com aderência, se opõe a um conforto “macio” de quem tem dinheiro e é uma palavra mais usada em centros urbanos. Ver “Quebrado.”

Exemplo: “A gente sabe que tem sempre alguém mais duro que o outro.”

29. Enforcar

Quando usado em relação a dinheiro, o verbo enforcar significa não pagar determinada conta ou mais de uma conta. Pode ser aplicado a compromissos e eventos.

Exemplo: “A van é cara, eu posso enforcar outras coisas para poder pagar.”

30. Fazer milagre

Fazer os recursos renderem, realizar algo impossível. Relacionado a táticas inventivas para garantir a sobrevivência. Fazer algo que, à primeira vista, pode ser considerado impossível.

31. Financiamento familiar

Empréstimo ou doação financeira para entes da mesma família ou próximos. Por sua informalidade, no geral não é cobrado uma taxa de juros e as regras do pagamento são negociáveis.

Exemplo: “Eu ia atrás de financiamento familiar: você vai com algum parente rico e chora miséria, apela para os laços emocionais e vê se ele consegue te dar uma grana.”

32. Fortalecer

Ajudar, colaborar, somar esforços. Utilizado também para aportes financeiros.

Exemplo: “A pessoa que tem interesse em me ouvir, ajudar, me fortalecer, com certeza eu já confio.”

33. Investimento

Energia direcionada em prol de um objetivo. Normalmente vinculada a questões financeiras, mas não somente a produtos ou serviços financeiros.

Exemplo: “Se você investe num estudo específico, vai aprender, se investe num concurso, vai passar. Tudo é investimento, o dinheiro também.”

34. Jeitinho

Palavra muito utilizada para descrever o comportamento brasileiro com conotações positivas (criatividade, adaptação, improviso) e negativas (corrupção, solução ilegal). Característica de quem se porta de maneira esperta, com o propósito de conseguir algo, mas que a maioria das pessoas considera árduo ou difícil.

Exemplo: “A gente vai dando um jeitinho aqui, outro ali.”

35. Juntar dinheiro

Usada como sinônimo de guardar em um mesmo ambiente (seja físico ou por meio de algum serviço financeiro) diferentes quantias de dinheiro ao longo de um tempo.

Exemplo: “Juntei dinheiro por três meses, pedi pra minha mulher guardar.”

36. Mão de vaca

Poupador em potencial, pessoas que não gastam em supérfluo. Quando usada positivamente se refere ao poupador, quando usada negativamente se refere a avareza. Ver “Sovina”.

37. Mesada / semanada

Montante que os filhos recebem mensalmente, ou semanalmente, dos pais e cuidadores. A prática é introduzida, normalmente, em crianças em idade escolar para que comprem doces ou alimentos vendidos na escola.

38. Modo economia

Ação de prevenção, é quando, por determinado tempo, uma pessoa ou grupo reduzem o dinheiro gasto no cotidiano.

Exemplo: “Entrei num modo economia agora, ver qual o mínimo que consigo gastar ao longo do mês.”

39. Passar aperto

Passar por dificuldades, situações difíceis. Ver “Perrengue” e “Aperreio”.

Exemplo: “Pela estrutura familiar que eu tive, nunca passei aperto, vivia bem.”

40. Pé de meia

Dinheiro ou recursos guardados para um futuro confortável, com conotação positiva e independente de tamanho e tipo.

Exemplo: “Quero ter um pé de meia bom. Meus pais sempre tiveram subemprego, se acontecesse alguma coisa, já era.”

41. Pensar no depois

Programar-se, planejar-se. Fazer uma reserva para o futuro. Guardar algo (dinheiro, recursos) para momentos futuros.

42. Perrengue

Dificuldade momentânea, situação difícil.

Exemplo: “Queria trabalhar para ajudar em casa, a gente passava muito perrengue.”

43. Quebrado / Quebrada

Estar em falência, ter pouco dinheiro, estar com muitas dívidas. Ver “Duro”.

44. Rachar

Ação de dividir a conta, salário ou montante.

45. Rodar dinheiro

Movimento do dinheiro em diversas transações: compra, venda, lucro, prejuízo, investimento, etc.

Exemplo: “Dinheiro é para circular, não pode ficar parado. Ou você investe ou você gasta, tem que circular, rodar.”

46. Ser / ter pé no chão

Conectar-se com a realidade, focar naquilo que é viável, buscar segurança. Alguém que não se arrisca muito.

Exemplo: “Eu sempre perdia a cabeça, mas colocava o pé no chão depois.”

47. Se virar

Buscar uma forma de resolver algum desafio, apesar de qualquer dificuldade. Conseguir resolver algo, mesmo sem ter as ferramentas ou condições necessárias para isso. Também pode significar ter que fazer uma coisa sozinho, por sua própria conta.

Exemplo: “Quando eu recebo, já pago logo o aluguel por ser o principal, mas o resto da conta eu me viro.”

48. Sovina

Pessoa que não quer ou não gosta de gastar dinheiro. Ver “Mão de vaca”.

Exemplo: “Dizem que eu sou sovina, mas é que eu gosto de segurar o dinheiro para pagar as contas essenciais.”

49. Sustento / Sustentar-se

Sinônimo de trabalho, fonte de renda, alimentação, nutrição. Ato ou efeito de manter-se e alimentar- se.

Exemplo: “A única pessoa que admito gritar comigo é minha mãe, porque ela me sustenta.”

50. Ter estrutura familiar

Implica nos benefícios e obrigações resultantes da composição socioeconômica de determinada família ou agrupamento que promove bem estar e condições melhores de vida. A ausência pode tornar o desenvolvimento econômico individual mais difícil.

Exemplo: “Com a estrutura familiar que eu tive, eu nunca passei aperto.”

51. Tirar leite de pedra

Fazer o impossível, sobreviver à seca. A origem da expressão faz alusão à seca do sertão, quando produtores tentavam manter seu gado vivo para tirar leite, quando só existia um deserto de pedras (sem vegetação) para alimentar o gado. Ver “Fazer milagre”.

Exemplo: “Precisa ir tirando leite de pedra, fazer sobrar a comida de hoje pra comer amanhã de novo. Vai inventando, dando um jeitinho.”

52. Tostão

Moeda de níquel ou prata. Usado como gíria para se referir a dinheiro, normalmente na expressão “sem nenhum tostão”.

53. Trabalhar por dinheiro vs. Trabalhar por amor

As duas expressões são opostas: quando alguém trabalha por dinheiro, não importa o que se faz, apenas o que se ganha. Trabalhar por amor implica em devoção, um gosto pelo que se faz (importando menos o valor recebido).

54. Trocado

Quando usado como substantivo, é o retorno do excedente de uma transação de compra e venda. Quando usado como gíria, se refere ao valor pequeno recebido por trabalhos pontuais e esporádicos.

Exemplo: “Dinheiro trocado é aquele que não é inteiro. Se você vai gastar 50, vai trazer em notas menores, de 10 e 5. ”

55. Tudo o que vem fácil, vai fácil

Utilizada como forma de valorizar o esforço empregado em conseguir um objetivo. Traz uma noção de desconfiança (ilegalidade, desonestidade) diante de propostas que prometem alcançar algo sem muito esforço.

56. Vaquinha

Ato ou efeito de arrecadar, coletivamente, dinheiro para um determinado fim. Usada como sinônimo de financiamento coletivo.

E aí, já usou alguma expressão sobre dinheiro listada acima? Quem nunca deu um passo maior que a perna, não é mesmo? E na sua casa, qual é a expressão mais usada? Faltou alguma? Comenta aí! Para saber mais, basta entrar no blog do Nubank. Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Philips Walita vira “Philips VARlita” no mês do futebol e leva a arbitragem para a cozinha

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Alinhada com a temporada mundial de futebol, a Philips Walita anuncia o lançamento de sua nova campanha institucional, intitulada “Philips VARlita”. Com foco estratégico no ambiente digital, a marca estruturou uma operação de conteúdo que reúne criadores de conteúdo dos segmentos de gastronomia, entretenimento e lifestyle para traduzir o conceito de precisão tecnológica no preparo de alimentos por meio de metáforas do universo da arbitragem esportiva.

Criado pela agência Growth Comunicações, o conceito “Philips VARlita” estabelece uma analogia direta entre o VAR (Video Assistant Referee), sistema de revisão de lances utilizado no futebol profissional, e os atributos de visibilidade e controle técnico presentes na linha de eletrodomésticos portáteis da marca. O objetivo comercial é posicionar o portfólio de Airfryers com visor Philips Waliita e a sua tecnologia exclusiva RapidAir como ferramenta de precisão, já que elas permitem o acompanhamento do preparo dos alimentos que ficam crocantes por fora e suculentos e macios por dentro de primeira, sem replay, dispensando a revisão do lance.

“Quisemos transportar para a cozinha a mesma ideia de precisão, visibilidade e suporte tecnológico dos campos, associando a possibilidade de acompanhar jogadas decisivas nos gramados à experiência de visualizar o preparo dos alimentos em tempo real e ter a garantia de que o alimento sairá no ponto perfeito e será um golaço. Ao transformar a Philips Walita em Philips VARlita, também encontramos uma forma divertida e relevante de nos conectar com o público, especialmente os mais jovens, utilizando uma linguagem que já faz parte das conversas em torno do futebol para reforçar os diferenciais da nossa tecnologia”, enfatiza Thais Nascimento, diretora de marketing para a América Latina da Philips Walita.

Com o objetivo de gerar engajamento em canais digitais durante o período de maior atenção voltada ao futebol internacional, a campanha será veiculada ao longo do mês de junho, protagonizada por Bomtalvão (@bomtalvao), que assume o papel do narrador “BomGalvão” e Eric Borges (@eericborges). Além deles, se somam à estratégia de conteúdo sua embaixadora e C.A.O (Chief Airfryer Officer) Bruna Hermogenes (@cozinheja) e os nomes que compõem o seu squad de marca, como Gabriel Frazão (@frazaocozinha), Marcos Ruschel (@omarcosruschel), Natália Palmegiano (@cooknenjoy) e Sau Sampaio (@sausampaio).

Na dinâmica dos vídeos co-criados para a ação, os influenciadores utilizam a estética dos formatos nativos das redes sociais (Reels e TikTok) e combinam elementos visuais e sonoros como cabines de checagem, cartões de penalidade e dinâmicas de narração jornalística para simular o processo de revisão de lances aplicados aos petiscos preparados para assistir aos jogos de futebol.

“O futebol estabelece rituais de convivência e consumo entre os brasileiros. Com a campanha ‘Philips VARlita’, buscamos nos conectar a essa paixão nacional e integrar a marca a essas conversas por meio de uma linguagem proprietária, familiar e contextualizada com o ecossistema esportivo. Levamos para a cozinha as referências que fazem parte das emoções vividas durante as partidas. Nosso objetivo é demonstrar como a inovação e a tecnologia embarcada nos produtos trazem previsibilidade e padronização para o preparo de alimentos, sem que reste nenhuma dúvida que o gol do resultado é legítimo”, detalha Nathália Sanches, diretora de operações da Growth Comunicações.

As peças publicitárias e os conteúdos nativos estão em veiculação nos perfis oficiais dos criadores parceiros e nos canais digitais da marca (@philipswalitabrasil), com cronograma de postagens programado até o final de junho.

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Britânia transforma a Copa do Mundo em duelos gastronômicos narrados como final de campeonato

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De olho no aquecimento do mercado publicitário durante o Mundial de futebol, a Britânia acaba de colocar no ar uma estratégia inovadora de conteúdo proprietário. A fabricante de eletrodomésticos transformou a Casa Bri — seu hub oficial de experiências, receitas e relacionamento com o cliente — em uma arena onde a rivalidade saudável dos gramados é transferida diretamente para o fogão. A iniciativa cruza gastronomia, entretenimento e o universo dos influenciadores digitais em uma websérie inspirada nos confrontos oficiais da tabela do torneio.

A dinâmica da ação subverte o tradicional formato de receitas na internet. Durante o calendário de jogos, creators convidados participam de batalhas culinárias temáticas, desenvolvendo pratos típicos baseados nas nações que se enfrentam em campo naquele dia. O grande diferencial de brand experience fica por conta da narrativa: cada etapa do preparo, do corte dos ingredientes ao empratamento, recebe uma narração esportiva profissional em tempo real, injetando nos bastidores da cozinha a mesma eletricidade e emoção dignas de uma final de campeonato.

A investida estratégica da Britânia encontra respaldo técnico no comportamento atual do consumidor brasileiro. Um estudo recente conduzido pela Data-Makers aponta que sete em cada dez brasileiros planejam elevar seus desembolsos financeiros ao longo do torneio. O levantamento detalha ainda as prioridades de compra no setor de alimentos e bebidas: 72% dos entrevistados priorizam o consumo de snacks e petiscos, 60% pretendem investir na compra de carnes para churrasco e 66% afirmam que vão consumir doces e chocolates durante os jogos. Os dados comprovam que o ritual de torcer está intimamente atrelado à gastronomia doméstica e aos momentos de hospitalidade.

A pesquisa da Data-Makers joga luz sobre outras transformações socioculturais relevantes para o mercado de live marketing. Há um movimento consolidado de migração do consumo, com o público reproduzindo na segurança do lar as experiências gastronômicas antes restritas a bares e restaurantes. Além disso, o mapeamento revela que 71% das mulheres se declaram fãs ativas de competições esportivas, desenhando um perfil de audiência muito mais plural. No campo nutricional, 28% dos brasileiros já se identificam como flexitarianos, priorizando refeições à base de vegetais em parte da rotina, sem cortar totalmente a proteína animal.

“A Casa Bri é uma plataforma criada para transformar interesses e comportamentos do consumidor em experiências relevantes para a marca. A Copa do Mundo reúne audiência, engajamento e conversas espontâneas em escala nacional, e enxergamos uma oportunidade de conectar esse contexto ao universo da gastronomia por meio de creators, conteúdo proprietário e formatos de entretenimento. Mais do que apresentar produtos, queremos gerar identificação e participação do público em torno de momentos que já fazem parte da rotina das pessoas”, defende Ana Luiza Buffara, vice-presidente da Britânia.

A linha de frente do projeto reforça a aposta da companhia na creator economy como ferramenta de capilaridade e diálogo com comunidades de nicho. Para dar vida aos duelos culinários, a marca escalou um time heterogêneo de influenciadores de culinária, humor, lifestyle e rotina familiar, incluindo nomes como Daniel Pai, Dudi, Amanda Vasconcelos, Taleco, Dani Lisboa, Erick Naoki e Patrícia Alves. Para conferir o tom épico das transmissões de TV, a Britânia convocou o ator, locutor e dublador Reinaldo Rodrigues, responsável por comandar o microfone e narrar os desafios com os tradicionais jargões e a energia do futebol.

A grade de programação prevê a entrega de 14 episódios em formato de vídeos curtos (shorts), distribuídos estrategicamente ao longo da competição, cobrindo o aquecimento, a fase de grupos e o mata-mata. Os conteúdos foram fatiados em quatro territórios temáticos baseados nas preferências do público: Snacks & Barzinho, Carnes & Churrasco, Sobremesas & Doces e Momento Casal.

Enquanto os criadores de conteúdo pilotam os portfólios de eletrodomésticos da marca para vencer o relógio, o público é chamado para atuar como juiz da disputa. O ecossistema digital da Britânia ganha o reforço de pílulas complementares de conteúdo, com teasers, enquetes interativas, curiosidades culturais das nações e chamadas integradas para os confrontos, estendendo o tempo de tela e gerando conversas orgânicas nas redes sociais.

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