Empresa
Confira o ranking das 20 maiores agências do Brasil, segundo o Cenp

A McCann, agência de São Paulo, está no topo do ranking. Confira o restante das agências classificadas!
O Conselho Executivo das Normas-Padrão (Cenp), entidade privada responsável por assegurar as boas práticas comerciais entre anunciantes, agências de publicidade e veículos de comunicação, divulgou o ranking anual das maiores agências brasileiras.
A lista compreende o período de janeiro a dezembro de 2020 e possui alguns espaços vazios porque algumas das agências classificadas não quiseram se identificar. Esse era o caso da ArtPlan, que optou por ser nomeada na lista algum tempo depois da divulgação oficial. O ranking completo possui 246 agências e pode ser acessado no link.
Dentre as 20 colocadas, apenas duas são de fora do estado de São Paulo, sendo elas a ArtPlan, do Rio de Janeiro e a Propeg, da Bahia. Elas ocupam a 9º e a 18º posição, respectivamente. Em primeiro lugar, está a WMcCann, liderada pelo Executive Chairman Hugo Rodrigues.
| 1 | MCCANN-ERICKSON PUBLICIDADE LTDA | SP |
| 2 | AFRICA DDB BRASIL PUBLICIDADE LTDA | SP |
| 3 | DPZ&T COMUNICACOES LTDA | SP |
| 4 | VMLY&R BRASIL LTDA | SP |
| 5 | LEO BURNETT NEO COMUNICACAO LTDA | SP |
| 6 | ALMAP BBDO PUBLICIDADE E COMUNICACOES LTDA | SP |
| 7 | WUNDERMAN THOMPSON COMUNICACAO LTDA | SP |
| 8 | OGILVY & MATHER BRASIL COMUNICACAO LTDA | SP |
| 9 | ARTPLAN COMUNICACAO S/A | RJ |
| 10 | LEW’LARA\TBWA PUBLICIDADE PROPAGANDA LTDA | SP |
| 11 | TALENT MARCEL COMUNICACAO E PLANEJAMENTO LTDA | SP |
| 12 | PBC COMUNICACAO LTDA | SP |
| 13 | BETC HAVAS AGENCIA DE PUBLICIDADE LTDA | SP |
| 14 | MULLEN LOWE BRASIL PUBLICIDADE LTDA | SP |
| 15 | HAVASPLUS AGENCIA DE PUBLICIDADE LTDA | SP |
| 16 | DAVID BRASIL COMUNICACAO LTDA | SP |
| 17 | NOVA/SB COMUNICACAO LTDA | SP |
| 18 | PROPEG COMUNICACAO S.A | BA |
| 19 | ||
| 20 | WIEDEN + KENNEDY BRASIL COMUNICACAO LTDA | SP |
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
Empresa
Samsung grava campanha do Galaxy S26 integralmente com a câmera do dispositivo

A Samsung estreou uma nova campanha publicitária gravada de forma integral com o smartphone Galaxy S26. O projeto tem como objetivo demonstrar na prática o recurso Super Estabilização de Vídeo com Bloqueio Horizontal. Sob o mote “A energia é do momento. A estabilidade é da Samsung”, a ação é composta por três filmes comerciais que começam a ser veiculados em diferentes canais de mídia.
As produções foram desenvolvidas pela Mob Filmes, sob a direção de André Faccioli, com criação assinado pela agência Suno United Creators. A gravação utilizou a câmera nativa do Galaxy S26 para comprovar a capacidade de captação do aparelho. O recurso exibido compensa movimentações bruscas durante a filmagem e preserva o horizonte nivelado em até 360 graus, mesmo quando a orientação do smartphone é alterada ao longo do registro.
“Os três filmes foram produzidos com o Galaxy S26 e mostram o padrão de qualidade das câmeras Galaxy. Juntamente a isso, o recurso Bloqueio Horizontal, utilizado durante as filmagens, traduz a proposta da Samsung de integrar tecnologias de nível profissional ao smartphone, oferecendo uma verdadeira ferramenta de criação de conteúdo que promove vídeos mais estáveis e liberdade para os usuários”, afirma Lucia Bittar, diretora de marketing de mobile experience da Samsung Brasil.
Para demonstrar a tecnologia em situações reais, os roteiros exploram contextos de movimentação intensa. Um dos filmes registra o momento do arremesso do buquê em um casamento e acompanha o deslocamento até a pessoa que o pega. Outro vídeo foi capturado a partir de um quadriciclo em percurso, mantendo a estabilidade da paisagem durante o deslocamento do veículo. O terceiro comercial foca a corrida de um cão em direção à lente após ser chamado por seu tutor.
A tecnologia de estabilização atua por meio do trabalho conjunto do giroscópio e do acelerômetro do aparelho. Enquanto o giroscópio identifica a rotação e a orientação do celular, o acelerômetro monitora a velocidade e a variação dos movimentos. A integração dos sensores permite calcular a direção da gravidade em tempo real e corrigir automaticamente a inclinação da imagem, minimizando tremores em gravações esportivas ou de alta mobilidade.
Empresa
Meta inicia cobrança por respostas no WhatsApp Business e força reestruturação no atendimento corporativo

A Meta anunciou uma mudança estrutural na política de cobrança do WhatsApp Business, canal utilizado por mais de 200 milhões de empresas globalmente e com presença consolidada no Brasil, onde mais de 5 milhões de estabelecimentos utilizam o aplicativo. A nova diretriz tarifária afetará corporações que utilizam a WhatsApp Business Platform (API oficial) para automação e integração de centrais de atendimento, mantendo isentas as contas do aplicativo convencional e da versão gratuita WhatsApp Business App.
A alteração ocorrerá em duas etapas ao longo do segundo semestre de 2026. O primeiro movimento inicia-se em 1º de agosto, com a tarifação do Meta Business Agent, plataforma nativa de agentes de inteligência artificial da empresa. O modelo adotado será baseado no processamento de tokens, com o valor de US$ 2 por lote de 1 milhão de unidades. A estimativa da companhia é que o custo por interação varie entre US$ 0,04 e US$ 0,05, a depender da complexidade do diálogo.
O segundo marco tarifário entra em vigor no dia 1º de outubro de 2026. A partir desta data, todas as mensagens de serviço — respostas enviadas pelas empresas dentro da janela de atendimento de 24 horas por operadores humanos, chatbots ou IA de terceiros — passarão a ter custo individual. No Brasil, a tarifa fixada pela Meta será de US$ 0,0068 por mensagem enviada (cerca de R$ 0,035). Em operações que utilizam modelos externos de inteligência artificial, o custo total incluirá o processamento da tecnologia, podendo fazer com que um lote de 10 mil respostas oscile entre US$ 268 em interações simples e US$ 968 em casos complexos.
A iniciativa visa criar novas frentes de receita e incentivar a adoção do Meta Business Agent, colocando a empresa em concorrência direta com desenvolvedores de software de automação e CRM. A precificação de mensagens de marketing, autenticação, utilidade e a gratuidade de 72 horas para conversas iniciadas via anúncios no formato Click to WhatsApp permanecem sem alterações.
Ajuste estratégico e eficiência operacional
A nova estrutura de custos exige um redesenho nos fluxos de comunicação de empresas de grande volume de tráfego, como redes de varejo, instituições financeiras, operadoras de telecomunicações e serviços de saúde.
“Até agora, muitas empresas mediam eficiência pelo tempo de resposta. A partir de outubro, será preciso olhar também para a quantidade de mensagens necessárias para resolver cada atendimento. Conversas longas, repetitivas e mal estruturadas passam a ter um custo direto para a operação”, analisa Guilherme Rocha, CEO da HelenaCRM, empresa brasileira especializada em CRM conversacional e automação via WhatsApp.
Na visão do executivo, o cenário impulsionará a otimização das jornadas digitais sem, contudo, comprometer a experiência do usuário final. “Não significa reduzir o contato com o cliente, mas tornar cada interação mais eficiente. Quem conseguir resolver uma demanda em menos mensagens terá uma operação mais competitiva. Isso deve acelerar investimentos em inteligência artificial, integração com CRMs e modelos de atendimento capazes de entender o contexto da conversa sem gerar trocas desnecessárias”, observa.
A escolha das ferramentas tecnológicas também passa a envolver critérios estritamente financeiros de composição de custos. “Agora é uma decisão financeira. As empresas precisarão comparar o uso do Meta Business Agent com soluções próprias de IA, considerando não apenas o preço, mas também fatores como integração com sistemas internos, precisão das respostas, personalização e capacidade de evolução da operação”, complementa Rocha.
Para a adaptação ao novo cenário, especialistas recomendam que as companhias realizem o mapeamento imediato do volume mensal de mensagens de serviço e promovam a revisão dos processos operacionais, priorizando a resolução de demandas com menor número de trocas de mensagens e maior índice de assertividade.








