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ConectCar prevê crescimento em transações com tag em 2024

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A ConectCar, uma das principais empresas de meio de pagamento automático de mobilidade no Brasil, comemora o desempenho positivo que teve em 2023, como o aumento de 32% na base de clientes em relação a 2022. Além disso, com a quantidade maior de feriados, os brasileiros colocaram o pé na estrada ou fizeram mais passeios nas cidades em que residem e, especialmente entre junho e agosto, a quantidade de transações com a tag da empresa em pedágios e estacionamentos aumentou em 48%.

Com base nos resultados da empresa ao longo do ano, a ConectCar fez uma série de projeções para o período de alta sazonalidade – que engloba desde o início do mês de dezembro de 2023 até o fim de fevereiro de 2024. Uma das previsões é de que o volume de transações com a tag em estacionamentos deva aumentar em 42%, ao passo que as feitas em pedágios crescerão 23%. 

A ascensão nos negócios da ConectCar supera o movimento do mercado de mobilidade urbana do País, em um ano no qual o fluxo total de veículos em estradas com pedágio cresceu 6% até novembro ante o mesmo período do ano anterior, segundo dados da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR). A performance da empresa é fruto de um investimento constante em oferecer soluções que contribuam para democratização do segmento, como o Plano Completo – que tem o preço mais barato do mercado – e o Plano Básico, as diversas parcerias fechadas ao longo do ano, as diferentes ofertas, vantagens e benefícios e muito mais. 

Para 2024, as projeções da ConectCar também são otimistas. “Este foi um ano espetacular para a companhia e para o setor de mobilidade, por isso, acreditamos que o ano que vem manterá esse ritmo promissor”, comenta o Diretor de Negócios e Produtos da ConectCar, Newton Ferrer. “Nossa base cresceu e vimos mudanças importantes no comportamento dos consumidores da tag, como o gasto médio em estacionamentos e pedágios, que, até novembro deste ano, aumentou em 39% ante o mesmo intervalo de 2022. Isso reforça a relevância do nosso serviço e que os motoristas estão usando mais a solução, em um contexto no qual todos querem aproveitar o tempo com o que de fato importa, em vez de desperdiçá-lo em filas de pedágios ou para pagar tickets de estacionamento. Estamos muito animados e esperançosos para o futuro, pois sabemos da comodidade e bem-estar que as tags podem trazer para os usuários”, complementa o executivo. 

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Minuano investe em mídia exterior em São Paulo, Goiás e Distrito Federal para celebrar 40 anos de marca

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Para marcar as celebrações de quatro décadas de atuação no mercado, a Minuano expandiu sua estratégia de comunicação com uma nova frente de mídia out-of-home (OOH). A cobertura abrange os estados de São Paulo, Goiás e o Distrito Federal, visando reforçar o conhecimento de marca e incentivar a conversão de vendas em regiões próximas a estabelecimentos varejistas e atacadistas parceiros.

A veiculação é operada em parceria com a Eletromidia e reúne diferentes formatos de exibição, incluindo mobiliário urbano, telas em elevadores de edifícios residenciais e corporativos, além de circuitos no transporte metroviário. As peças trazem a identidade visual comemorativa de aniversário com a participação da jornalista e apresentadora Fernanda Gentil, embaixadora da marca.

A estratégia busca intensificar a presença nos mercados de maior volume comercial, conectando a mensagem de comunicação ao momento que antecede a decisão de compra nos supermercados e atacarejos. “Celebrar 40 anos é também olhar para o futuro e encontrar novas formas de estar presente na vida dos consumidores. A campanha amplia a presença de Minuano em mercados estratégicos e leva para as ruas a nossa comunicação de aniversário, com a Fernanda Gentil como parte importante dessa construção. Ao combinar a força da marca, a proximidade com o consumidor e uma presença relevante nos territórios onde temos grande amplitude comercial, somada a ações diferenciadas de execução, estimulamos a conexão de Minuano com variadas gerações e seguimos construindo os próximos capítulos dessa história”, afirma Nicole Mandil, diretora de marketing da Flora, indústria detentora da marca.

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Milano Beauty Week evidencia papel da inteligência artificial nas operações e resgata valor do presencial no mercado de beleza

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A realização da Milano Beauty Week, entre 16 e 20 de setembro em Milão, ofereceu um panorama das novas diretrizes estratégicas que orientam o setor internacional de beleza. Projetado como um festival cultural e sensorial urbano, o evento serviu de plataforma para analisar a aplicação da tecnologia nas operações industriais, a arquitetura de espaços físicos e as transformações na dinâmica de consumo presencial.

Os debates foram acompanhados por executivos da agência Brand&Stories, especializada em estratégia, neurociência e experiências de marca. Na avaliação da sócia cofundadora e head de estratégia e gestão corporativa, Luciana Andrade, e do sócio e cientista de comportamento humano, Natanael Sena, os movimentos observados na Itália revelam uma separação clara entre a eficiência operacional no ambiente digital e a construção de relacionamento no universo presencial.

O uso de inteligência artificial consolida-se com relevância na análise de dados, na personalização de ofertas, no gerenciamento de estoque e na automação de conteúdo. Em contrapartida, no ponto de contato direto com o público, as marcas priorizam o atendimento consultivo, espaços de convivência e dinâmicas que exigem presença física. “O que vi em Milão é uma escolha consciente sobre onde colocar a tecnologia. Ela entra para resolver escala, repetição e análise, e sai de cena quando o objetivo é criar vínculo. Isso muda a lógica do investimento: não é sobre estar em todos os canais, é sobre decidir quais momentos merecem o custo de uma experiência presencial bem feita”, afirma Luciana Andrade.

A integração entre marcas concorrentes em praça pública foi apontada como um dos diferenciais do modelo europeu em relação às feiras corporativas tradicionais promovidas no Brasil. “Hoje no Brasil, as marcas trabalham seus objetivos de divulgação de forma separada. Cada uma em um evento, ativação ou espaço. Aqui as marcas se unem em um evento a céu aberto o que possibilita proporcionar ao consumidor final uma experiência única sem burocracias, credenciais e ingressos como normalmente acontece nas grandes feiras realizadas no Brasil”, explica Natanael Sena.

A exibição de processos produtivos em formatos didáticos também integrou a programação. “Além disso, as marcas conseguem mostrar ao consumidor final suas novas tecnologias na linha de produção com experiências lúdicas que traduzem todo o processo de forma didática ao consumidor. Não se trata apenas de visitar um stand e sair com uma amostra grátis. Esse processo promove inclusão, conhecimento e envolvimento profundo do público. Quando as empresas se reúnem em prol de um evento de um determinado segmento, ele ganha mais força e movimenta ainda mais a economia do setor e da cidade que ganha o palco do evento”, completa a empresária.

A análise aponta ainda para a importância de curadoria e medição de retorno financeiro. Para os especialistas, concentrar investimentos em ativações focadas gera maior retenção de memória do que pulverizar orçamentos em múltiplos pontos de contato. “Fazer menos e melhor é uma decisão estratégica, não uma limitação. Quando você concentra o investimento em um momento que realmente importa para o público, consegue medir, ajustar e repetir. Quando espalha, você entrega presença e não entrega memória”, declara Luciana Andrade.

Em relação à tropicalização dessas tendências ao ecossistema brasileiro de live marketing, a adequação exige atenção aos custos logísticos, à extensão geográfica e ao perfil cultural do consumidor local. “Copiar formato é o caminho mais rápido para gastar dinheiro sem resultado. O que se transfere é o raciocínio por trás da decisão, não o cenário. A pergunta não é como fazer aquilo aqui, mas qual problema aquilo resolveu lá e qual é o nosso problema equivalente”, conclui Natanael Sena.

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