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Como garantir o crescimento de marca a partir de reputação?

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Com 14 milhões, hoje o Brasil está na sétima posição no ranking mundial de empreendedores, segundo uma pesquisa da Global Entrepreneurship Monitor (GEM). Estima-se que, dentro deste cenário, 70% das empresas de inovação devem ampliar seus investimentos em reputação institucional em 2024, de acordo com a Pesquisa Nacional sobre o Impacto de Relações Públicas no Mercado de Inovação, feita pela MOTIM, aceleradora de reputação e gestora de posicionamento para empresas do segmento, com mais de 100 executivos de grandes marcas.

Ou seja, nos próximos anos devemos continuar vendo diferentes estratégias de construção de marca e reputação sendo aplicadas em uma série de segmentos e empresas com o objetivo de gerar maior visibilidade e credibilização de seus produtos e relacionamento com investidores. No entanto, a implementação pode ocorrer de variadas formas e de acordo com os objetivos e realidade atual de cada organização, como é o caso das  Relações Públicas (PR).

“Canais de relações públicas são capazes de construir um vínculo muito mais consistente entre marca e consumidor, baseado em credibilidade, confiança, sensação de parceria e presença qualificada”, explica Silas Colombo, fundador e diretor de comunicação da MOTIM.

O executivo entende que o trabalho junto à imprensa gera essa aproximação por possibilitar às companhias um discurso que une uma narrativa à sua geração de valor, evidenciando não só que a marca existe, mas o porquê de ela existir.

“Comprar exposição para um anúncio nas mídias sociais capaz de impactar um milhão de pessoas custa um caminhão de dinheiro e tem um grau de credibilidade baixo, afinal, é você falando bem de você mesmo. Por outro lado, com estratégias assertivas de PR, aparecer para um milhão de pessoas é um fato comum de acontecer em uma matéria veiculada em um grande veículo jornalístico e, nessa situação, a marca está exposta em um contexto muito mais aprofundado, que molda a opinião do público de maneira recorrente”, argumenta.

Outra característica do boom tecnológico dos últimos anos é o aumento do acesso à internet e a popularização das redes sociais. Com isso, as empresas passaram a enxergar uma oportunidade de mercado com os influenciadores, que transformaram as suas produções em negócios rentáveis, se tornando infopreneurs (empreendedores digitais).

Segundo Tiago Maranhão, Country Manager da Stages, software para impulsionar a monetização de creators, o marketing digital é a maior alavanca para os criadores de conteúdo alcançarem essa meta, justamente por ser uma alternativa econômica e eficaz. “Há plataformas que permitem ao infopreneur chegar a pessoas de todo o mundo de uma forma próxima e com um orçamento restrito. Isso sem falar no fator da adaptabilidade, uma vez que é possível criar campanhas hiperpersonalizadas de acordo com as características demográficas, interesses e comportamentos dos seguidores”, diz.

Marketing Conversacional

Desde a pandemia, grandes empresas passaram a investir não só em estratégias digitais tradicionais, como inbound marketing, mas também em outros formatos, como o marketing conversacional. Para João Brognoli, CEO e fundador do Grupo Duo&Co, uma das principais holdings de negócios em comunicação e marketing digital do Brasil, essa tendência surgiu para que as companhias pudessem proporcionar cada vez mais uma melhor experiência ao cliente:

“Uma marca só consegue levar o seu propósito até o consumidor final quando ela se comunica bem com ele. Criar uma conversa mais humanizada com o uso das redes sociais como WhatsApp e Instagram, por exemplo, pode ser essencial para aumentar em cerca de 67% o ticket médio das vendas em poucos meses”, afirma.

Além de fortalecer o vínculo com os clientes, o executivo destaca que o Marketing Conversacional é uma saída excelente para auxiliar as empresas a efetuarem suas operações com maior rapidez, agilidade e segurança. “Novas ferramentas em Inteligência Artificial (IA) estão sendo cruciais para otimizar ainda mais todo o processo da cadeia, indo desde a triagem e qualificação na chegada dos novos leads”, completa.

Ainda no sentido da personalização de ações, o marketing digital tem sido amplamente utilizado pelas empresas para fazer o cliente se encantar pelas suas marcas. Silvana Torres, presidente e fundadora da Mark Up, empresa de inteligência estratégica voltada à consultoria de negócios, explica que a origem desse movimento está ligada à vontade do consumidor de se sentir especial:

“Hoje as pessoas têm todas as informações possíveis para realizar uma compra a um clique de distância. Esse poder aumenta o nível de exigência, então não há como não recorrer a estratégias que conversem com elas de modo individualizado, pois cada consumidor precisa ser tratado e se sentir único. Por isso, cada vez mais é preciso embasar as estratégias em dados. Conhecer quem está por trás do clique é fundamental para que essa pessoa se sinta tratada individualmente”, pontua.

Para a especialista, o aprofundamento das estratégias através de uma análise eficaz dos dados permite a criação de soluções de acordo com a necessidade de cada cliente. Como uma Construtoria Estratégica, a Mark Up une a consultoria de negócios à construção de soluções a quatro mãos com os clientes, caso a caso.

“O que temos percebido cada vez mais é que as possibilidades de customização são infinitas, pois começam com a segmentação do público por meio da tecnologia de dados e podem resultar até em estratégias que se misturam com o ambiente offline, conhecidas como phygital. Por fim, também há uma maior facilidade em mensurar e projetar o desempenho de cada ação, abrindo espaço para decisões menos custosas e mais escaláveis e flexíveis”, finaliza.

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V3A aponta transição no live marketing de luxo com ascensão do quiet luxury e experiências de alta relevância cultural

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O mercado global de luxo atravessa uma profunda transformação em suas estratégias de relacionamento e fidelização de clientes. Após um período de forte saturação dominado pela proliferação de estruturas pop-up instagramáveis e ativações de marca puramente cenográficas, as companhias do segmento premium começam a recalibrar suas rotas. A nova ordem elege como prioridade o desenvolvimento de experiências autorais, intimistas e intimamente ancoradas em territórios detentores de identidade própria. Essa movimentação mercadológica, respaldada por indicadores globais, é validada na prática pela agência V3A a partir de seu extenso trabalho de inteligência junto às marcas da divisão de luxo da L’Oréal.

Estudos analíticos publicados recentemente por consultorias estratégicas de prestígio internacional, como McKinsey & Company, Bain & Company e Deloitte, já isolavam a autenticidade, a exclusividade real e a relevância simbólica como os pilares de sustentação do novo consumo de alto padrão. O comportamento é liderado especialmente pelas gerações Millennials e Z, nichos de consumidores que passaram a preterir o acúmulo material em favor de uma curadoria refinada e de vivências memoráveis de caráter restrito.

Acumulando quase 10 anos de bagagem operacional nessa atmosfera de alto padrão, a V3A acompanha em tempo real essa transição em projetos que cruzam beleza, alta costura e lifestyle. A agência detectou que, mais do que desenhar ações destinadas à mera replicação digital em redes sociais, a indústria agora busca iniciativas de live marketing com estofo conceitual, capazes de estreitar laços de afinidade de longo prazo e blindar a percepção de valor institucional.

“A experiência continua sendo central, mas o consumidor de luxo mudou. Hoje existe uma busca muito maior por autenticidade, pertencimento cultural e descobertas que pareçam genuínas. O espaço deixou de ser apenas cenário e passou a integrar a narrativa das marcas”, analisa Tais Lohana, head de negócios da V3A.

De acordo com o diagnóstico da executiva, a explosão de ambientes temporários registrada no pós-pandemia foi uma resposta tática imediata para reaquecer o contato físico com o público e gerar buzz digital. O modelo imersivo, que teve a grife Lancôme como uma de suas pioneiras, espalhou-se rapidamente e consolidou as ativações altamente compartilháveis. No entanto, o momento atual exige um refino que ultrapasse a barreira estética superficial.

No lugar de contêineres e estandes temporários concebidos apenas para impacto visual, as marcas de luxo passam a apostar na ocupação física de endereços dotados de patrimônio histórico, curadoria artística e peso simbólico. Espaços como antiquários de prestígio, galerias de arte contemporânea, rooftops históricos, residências de valor arquitetônico, clubes de economia criativa, livrarias conceituais, praias urbanas e alamedas icônicas deixam de ser simples locações e passam a atuar como agentes ativos da narrativa das marcas.

“O luxo contemporâneo não está necessariamente no excesso, mas no acesso a vivências íntimas, curadas e cheias de significado. Existe uma valorização muito maior do tempo, da descoberta e da sensação de exclusividade”, complementa a executiva da agência.

Esse amadurecimento tático caminha em perfeita sintonia com as diretrizes internacionais adotadas por potências da moda como Jacquemus, Miu Miu, Louis Vuitton e Chanel, marcas que vêm consolidando sua imagem por meio do patrocínio e da ocupação de cafés, clubes de praia privados e intervenções urbanas sofisticadas.

Esse cenário abre espaço para o crescimento das chamadas quiet luxury experiences. O conceito substitui a ostentação visual e a logomania por acesso restrito, sofisticação silenciosa e alta bagagem cultural. Sob esse novo direcionamento, ganham tração formatos como collabs culturais inéditas, recepções ao pôr do sol, block parties autorais com listas fechadas e encontros em dinâmicas diurnas e menos óbvias, que fogem deliberadamente da lógica tradicional dos grandes eventos noturnos e da superexposição.

Para a V3A, essa evolução sinaliza um novo patamar de maturidade para o segmento de live marketing. As ativações de marca deixam definitivamente o papel de vitrines estáticas de exibição de produtos e passam a operar como plataformas perenes de construção de comunidade, repertório e perenidade de marca.

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Habib’s investe em inteligência artificial e convoca o Gênio para capitanear sua campanha focada em torcidas mundiais

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O Habib’s, pegando carona na paixão global pelo futebol, apresenta o “Gênio da Rodada”, uma robusta plataforma de live marketing e varejo que contempla o lançamento de seis novos sabores de Bib’sfihas inspirados em grandes seleções internacionais, mini-bolas colecionáveis, combos promocionais e ativações integradas em todos os pontos de contato da marca. Como grande fio condutor da narrativa publicitária, a companhia resgata o seu icônico personagem do Gênio, que assume a missão de interagir diretamente com os consumidores e apresentar as novidades do menu.

Desenvolvida pelo departamento interno de marketing da rede em parceria com a agência 11:11, a campanha conta com um plano de mídia de alta cobertura, marcando presença na TV aberta, em canais fechados de grade esportiva, plataformas de streaming e redes sociais.

Um dos grandes diferenciais técnicos do projeto está no uso de tecnologia de vanguarda. O Habib’s apostou no uso de inteligência artificial durante o processo de produção das peças criativas e dos filmes publicitários. A ferramenta foi utilizada de forma estratégica para modernizar a estética do Gênio, conferindo ao personagem novas expressões faciais, movimentos mais fluidos e interações realistas ao longo dos conteúdos digitais.

“O ‘Gênio da Rodada’ é uma campanha que reúne tudo o que buscamos construir para a marca neste momento: inovação, conexão emocional, produtos desejados e muita relevância cultural. Criamos sabores inspirados em diferentes países, desenvolvemos itens colecionáveis e construímos uma comunicação que conversa diretamente com a paixão dos brasileiros pelo futebol. O Gênio volta para costurar toda essa história e aproximar ainda mais a marca dos consumidores”, avalia Bruna Saraiva, CMO do Grupo Habib’s.

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