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Como a IA melhorou a experiência do usuário no Google Chrome

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O Google Chrome, um dos navegadores mais utilizados no mundo, deu um passo à frente com a incorporação de inteligência artificial (IA) em suas funcionalidades. A mais recente atualização, lançada neste ano, revolucionou a forma como os usuários interagem com a internet, oferecendo uma navegação mais prática, personalizada e eficiente. Entre as principais novidades estão o Google Lens aprimorado, a comparação de abas e um histórico de navegação baseado em IA, que transformaram a experiência de uso.

A experiência do usuário é um dos pontos mais importantes para o consumidor atual. Lucas Longhi, CEO da experience tech IOXtream, ressalta a importância desse aspecto: “Hoje, o usuário espera que a tecnologia entenda suas necessidades e antecipe suas ações. A integração de IA no Google Chrome é um grande exemplo de como podemos criar experiências mais intuitivas e eficazes.”

Uma das inovações mais comentadas é o recurso “Ajude-me a escrever”, que utiliza IA para fornecer sugestões de escrita em tempo real. Essa funcionalidade transforma qualquer campo de texto em uma área suportada por IA, ajudando na elaboração de e-mails, posts em blogs ou até mensagens em redes sociais. A tecnologia facilita a criação de conteúdo, proporcionando um ganho significativo em produtividade, especialmente para profissionais que dependem da escrita no seu dia a dia.

Além disso, o Chrome trouxe a Comparação de Abas, uma ferramenta que permite ao usuário comparar preços e características de produtos em diferentes sites sem precisar alternar entre várias janelas. Essa funcionalidade agrega dados como preço, avaliações e especificações em uma única tabela, otimizando o tempo e auxiliando na tomada de decisões. Lucas destaca: “Essa função traz uma nova camada de eficiência para o usuário. Agora, não é necessário ficar alternando entre páginas, já que a IA organiza todas as informações de forma acessível.”

O Google Lens também recebeu melhorias significativas. Agora integrado mais profundamente ao Chrome, os usuários podem realizar buscas diretamente pela barra de endereços com base em imagens capturadas na tela. Essa evolução atende à crescente demanda por ferramentas que facilitem o acesso a informações visuais de maneira mais ágil, tornando a navegação ainda mais eficiente.

Além disso, o histórico de navegação foi repensado com a ajuda da IA, permitindo buscas narrativas em vez de palavras-chave. Os usuários podem descrever o que estão procurando em termos mais coloquiais, e a IA do Chrome irá localizar os sites visitados anteriormente, agilizando o processo de encontrar informações importantes.

De acordo com informações do próprio Google, as ferramentas impulsionadas por IA no Chrome devem inicialmente alcançar os usuários nos Estados Unidos, com uma expansão global planejada para breve. Os primeiros testes já indicam uma melhoria significativa no tempo de navegação e uma redução de até 40% no tempo gasto para comparar produtos online, por exemplo.

“Essas melhorias mostram como a IA pode, de fato, transformar a experiência digital. O Google Chrome não apenas otimiza o que já existia, mas eleva o nível de eficiência e praticidade para o usuário final. Estamos apenas no começo do que essa tecnologia pode proporcionar em termos de navegação e interação online,” afirma Lucas.

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Fanta, McDonald’s e Avon ativam Halloween de 2026

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Por mais um ano consecutivo, Fanta e McDonald’s fecharam uma aliança estratégica para transformar o Halloween em uma plataforma integrada de engajamento e vendas. A parceria contempla ativações presenciais, ambientação temática da unidade Méqui 1000 na Avenida Paulista, mecânicas de desconto no aplicativo da rede de fast-food e uma turnê com o “Caminhão Assombrado de Fanta”, que percorrerá oito cidades brasileiras com um jogo de escape room móvel.

No ambiente digital, a ação disponibiliza cupons de desconto no app do Méqui até 31 de outubro. Membros do programa de fidelidade Meu Méqui podem resgatar o “Código Assombrado” por 5 mil pontos para obter benefícios aleatórios no Peça e Retire e no McDelivery, além de combos promocionais exclusivos com Fanta. Presencialmente, o Méqui 1000 conta com cenografia especial e distribuição de copos colecionáveis aos finais de semana na compra de Mcofertas. “Essa colaboração reforça o nosso desejo de transformar o Halloween em uma data cada vez mais marcante para Fanta, com experiências e ofertas especiais que aproximam a marca dos consumidores. Ao unir a diversão de Fanta à força do McDonald’s, construímos uma celebração que combina deliciosidade, entretenimento e interação, convidando o público a entrar no clima do Halloween e a descobrir as novidades da parceria ao longo de outubro”, afirma Mariana Gibbins, diretora sênior de sabores da Coca-Cola Brasil. A experiência no Méqui 1000 culminará nos dias 29 e 30 de outubro com a presença do Caminhão Assombrado, acompanhado de atrações musicais e creators.

Avon, faz sua mágica

Paralelamente às ações no setor alimentício, a Avon aproveita a sazonalidade do Halloween 2026 para apresentar a campanha “Avon, faz sua mágica”. Criada pela agência VML, a iniciativa utiliza o arquétipo da bruxa para convidar os consumidores a explorar e criar visuais de maquiagem utilizando as linhas Avon Power Stay, Ultra Color e Color Trend. A estratégia digital foca em desafios no TikTok e no Instagram sob a hashtag #FazSuaMágica, impulsionada por uma trilha sonora autoral voltada para conteúdos de transformação. Os produtos do portfólio estão disponíveis nos canais diretos, e-commerce, perfumarias, Shopee e TikTok Shop.

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Levantamento do HypeAuditor revela que 1 em cada 21 influenciadores no Brasil possui mais de 50% de audiência suspeita

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Um estudo inédito conduzido pela plataforma de inteligência HypeAuditor revelou que os nichos de “Roupas & Looks”, “Acessórios & Joias”, “Alimentação & Culinária”, “Moda” e “Viagem” concentram os maiores índices de audiência suspeita no Instagram. O levantamento analisou cerca de 5,4 milhões de contas públicas brasileiras não corporativas (com mais de mil seguidores) e apontou que 1 em cada 21 influenciadores no país possui pelo menos metade de sua base composta por perfis falsos, bots ou contas com comportamentos atípicos.

O problema atinge com mais força a categoria de microinfluenciadores (10 mil a 50 mil seguidores), na qual 6,4% das contas apresentam mais de 50% de seguidores suspeitos. Entre os nanoinfluenciadores (1 mil a 10 mil seguidores), a proporção é de 4,5%. Já nos perfis com mais de 1 milhão de seguidores, o índice cai para 0,6%.

Em média, a base total de seguidores dos influenciadores no Brasil é composta por 52% de pessoas reais, 26% de seguidores em massa (contas automáticas que seguem mais de 1,5 mil perfis), 16,8% de contas suspeitas e 5,2% de outros influenciadores. A classificação de audiência suspeita considera não apenas contas automatizadas, mas também perfis hackeados, comentários robóticos e participantes de grupos de engajamento combinado.

“A categoria do creator pode mudar bastante o nível de risco da audiência. Esses segmentos que acendem um alerta maior são justamente nichos mais próximos das decisões de compra do público e que costumam ter forte presença de campanhas, publis, sorteios e ações voltadas para o crescimento”, explica Maria Marques, gerente de marketing do HypeAuditor para a América Latina.

A executiva ressalta que as marcas têm migrado investimentos para criadores menores em busca de maior proximidade com o consumidor e custo de contratação reduzido, mas alerta para a necessidade de auditoria prévia. “As empresas acabam preferindo justamente creators menores, não só pelos valores mais baixos que cobram, mas também pela conexão mais próxima com o público, que pode resultar em taxas de engajamento mais altas do que as observadas entre influenciadores com mais de 1 milhão de seguidores. Entretanto, nosso relatório mostra que as marcas precisam ir além do número de seguidores: é necessário analisar cada perfil individualmente e compará-lo com outros semelhantes, da mesma faixa de seguidores e categoria, para entender a qualidade da audiência”, conclui Maria.

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