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Com Fernanda Gentil, agência Brenda assina campanha de lançamento da HiperBet

Em plena regulamentação do mercado de bets no Brasil, que estabeleceu direitos e deveres de apostadores e empresas para uma atuação segura e transparente, a agência de publicidade Brenda assumiu a missão de conjugar diversão e responsabilidade na campanha de lançamento da HiperBet, nova casa de apostas que estreia fazendo parte da lista das marcas autorizadas pelo governo federal a operar no país. A marca é uma subsidiária da Hiper Cap – título de capitalização com 20 anos de mercado. Com o mote “HiperBet, é tudo no máximo”, um dos destaques da campanha é a abordagem do tema do jogo responsável de forma contundente e direta. A jornalista e apresentadora de TV Fernanda Gentil encabeça a produção, que estreou dentro dos programas do grupo Hiper Cap, transmitidos em diversas regiões do país.
“Não tem como uma bet entrar hoje no mercado se não falar sobre o tema da responsabilidade. Vimos que era um projeto de credibilidade e com vontade de fazer do jeito certo. E seguindo a ideia de que com a HiperBet é tudo no máximo, a mensagem tinha que ser clara e impactante. Nossa intenção foi, portanto, apresentar a nova casa, destacando seus valores, credenciais e mostrando que ela chegou em um momento positivo de regulamentação deste mercado no Brasil”, destaca Raphael Pinteiro, sócio da Brenda, agência de publicidade do Recife, ao lado do também sócio Bernardo Barbosa.
“A escolha da Brenda veio através de uma decisão unânime, tanto do time quanto do quadro de diretores. Além do know how no segmento, com campanhas recentes de sucesso absoluto, houve muita sinergia entre as ideias, valores, desejos e convicções desde as primeiras conversas. Estamos extremamente felizes em dividir um ‘hiper’ projeto com esse time excepcional”, avalia Igor Sá, CMO da HiperBet.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







