Conecte-se com a LIVE MARKETING

Empresa

Com dados da FX Retail Analytics, SBVC apresenta Mapeamento de Fluxo de Visitas em shoppings e lojas físicas

Publicado

em

Levantamento apresenta insights sobre a presença dos consumidores no varejo brasileiro e a importância da análise de indicadores de visitantes para a estratégia do negócio

Saber a quantidade de fluxo de visitantes em uma loja e a variação percentual em relação ao mês e ano anterior pode revelar informações importantes para a gestão do negócio. É o que mostra o Mapeamento de Fluxo de Visitas em Shopping Centers e Lojas Físicas, realizado pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC).

Os dados são da FX Retail Analytics, empresa especializada em monitoramento de fluxo para o varejo. O objetivo do mapeamento é oferecer insights aos lojistas a partir do monitoramento de fluxo dos consumidores e reforçar a importância desses indicadores para a tomada de decisão e a estratégia do negócio.

O estudo traz a variação completa da quantidade dos visitantes em lojas físicas e shopping centers em 2019, mostrando o comparativo de desempenho em relação a 2018 e ao mês anterior. As lojas de rua, por exemplo, registraram aumento consecutivo nos últimos três meses de 2019 em relação ao ano anterior. Destaque para o desempenho de novembro, com crescimento de 28,46% no fluxo de 2019 versus 2018 e de 35,88% no fluxo de novembro versus outubro de 2019.

O desempenho do varejo em centros de compra também fechou 2019 de forma positiva. Ainda que a quantidade de consumidores tenha caído 1,38% em dezembro, na comparação com o mesmo mês de 2018, houve crescimento contínuo no levantamento mês a mês no segundo semestre, resultando nos aumentos de 8,15% e 17,8% em novembro e dezembro, respectivamente.

“Os shoppings e as lojas físicas devem incorporar ao seu escopo de atendimento ao consumidor, mais experiência e contato com seus clientes. Quanto menos atrito, mais prazer e satisfação, o que resultam em possíveis compras, seja no ambiente físico ou on-line.

Para uma maior assertividade e menor risco na escolha de sua estratégia, é obrigatória a utilização dos dados e inteligência artificial. Esteja preparado para não só receber o seu cliente, mas também surpreendê-lo. ”, afirma Eduardo Terra, Presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC).

O mapeamento também apresenta recortes regionais e por segmento, promovendo ao varejista uma análise mais aprofundada do setor. Além disso, reúne informações específicas do mercado de shopping centers, como faturamento, número de centros de compras, quantidade de lojas, geração de empregos, entre outros números.

“O levantamento realizado pela SBVC deixa claro a importância que os dados têm para os varejistas atualmente. O empreendedor precisa incorporar essa prática tão comum no ambiente online em seu dia a dia. Quem souber extrair inteligência das diferentes informações certamente vai elaborar as melhores estratégias”, explica Flávia Pini, CEO da FX Retail Analytics.

O estudo está disponível no site: http://sbvc.com.br/apresentacao-mapeamento-fluxo-shopping-center-e-loja-fisica-sbvc-e-fx-retail/

Continue lendo

Empresa

Fanta, McDonald’s e Avon ativam Halloween de 2026

Publicado

em

Por mais um ano consecutivo, Fanta e McDonald’s fecharam uma aliança estratégica para transformar o Halloween em uma plataforma integrada de engajamento e vendas. A parceria contempla ativações presenciais, ambientação temática da unidade Méqui 1000 na Avenida Paulista, mecânicas de desconto no aplicativo da rede de fast-food e uma turnê com o “Caminhão Assombrado de Fanta”, que percorrerá oito cidades brasileiras com um jogo de escape room móvel.

No ambiente digital, a ação disponibiliza cupons de desconto no app do Méqui até 31 de outubro. Membros do programa de fidelidade Meu Méqui podem resgatar o “Código Assombrado” por 5 mil pontos para obter benefícios aleatórios no Peça e Retire e no McDelivery, além de combos promocionais exclusivos com Fanta. Presencialmente, o Méqui 1000 conta com cenografia especial e distribuição de copos colecionáveis aos finais de semana na compra de Mcofertas. “Essa colaboração reforça o nosso desejo de transformar o Halloween em uma data cada vez mais marcante para Fanta, com experiências e ofertas especiais que aproximam a marca dos consumidores. Ao unir a diversão de Fanta à força do McDonald’s, construímos uma celebração que combina deliciosidade, entretenimento e interação, convidando o público a entrar no clima do Halloween e a descobrir as novidades da parceria ao longo de outubro”, afirma Mariana Gibbins, diretora sênior de sabores da Coca-Cola Brasil. A experiência no Méqui 1000 culminará nos dias 29 e 30 de outubro com a presença do Caminhão Assombrado, acompanhado de atrações musicais e creators.

Avon, faz sua mágica

Paralelamente às ações no setor alimentício, a Avon aproveita a sazonalidade do Halloween 2026 para apresentar a campanha “Avon, faz sua mágica”. Criada pela agência VML, a iniciativa utiliza o arquétipo da bruxa para convidar os consumidores a explorar e criar visuais de maquiagem utilizando as linhas Avon Power Stay, Ultra Color e Color Trend. A estratégia digital foca em desafios no TikTok e no Instagram sob a hashtag #FazSuaMágica, impulsionada por uma trilha sonora autoral voltada para conteúdos de transformação. Os produtos do portfólio estão disponíveis nos canais diretos, e-commerce, perfumarias, Shopee e TikTok Shop.

Continue lendo

Empresa

Levantamento do HypeAuditor revela que 1 em cada 21 influenciadores no Brasil possui mais de 50% de audiência suspeita

Publicado

em

Um estudo inédito conduzido pela plataforma de inteligência HypeAuditor revelou que os nichos de “Roupas & Looks”, “Acessórios & Joias”, “Alimentação & Culinária”, “Moda” e “Viagem” concentram os maiores índices de audiência suspeita no Instagram. O levantamento analisou cerca de 5,4 milhões de contas públicas brasileiras não corporativas (com mais de mil seguidores) e apontou que 1 em cada 21 influenciadores no país possui pelo menos metade de sua base composta por perfis falsos, bots ou contas com comportamentos atípicos.

O problema atinge com mais força a categoria de microinfluenciadores (10 mil a 50 mil seguidores), na qual 6,4% das contas apresentam mais de 50% de seguidores suspeitos. Entre os nanoinfluenciadores (1 mil a 10 mil seguidores), a proporção é de 4,5%. Já nos perfis com mais de 1 milhão de seguidores, o índice cai para 0,6%.

Em média, a base total de seguidores dos influenciadores no Brasil é composta por 52% de pessoas reais, 26% de seguidores em massa (contas automáticas que seguem mais de 1,5 mil perfis), 16,8% de contas suspeitas e 5,2% de outros influenciadores. A classificação de audiência suspeita considera não apenas contas automatizadas, mas também perfis hackeados, comentários robóticos e participantes de grupos de engajamento combinado.

“A categoria do creator pode mudar bastante o nível de risco da audiência. Esses segmentos que acendem um alerta maior são justamente nichos mais próximos das decisões de compra do público e que costumam ter forte presença de campanhas, publis, sorteios e ações voltadas para o crescimento”, explica Maria Marques, gerente de marketing do HypeAuditor para a América Latina.

A executiva ressalta que as marcas têm migrado investimentos para criadores menores em busca de maior proximidade com o consumidor e custo de contratação reduzido, mas alerta para a necessidade de auditoria prévia. “As empresas acabam preferindo justamente creators menores, não só pelos valores mais baixos que cobram, mas também pela conexão mais próxima com o público, que pode resultar em taxas de engajamento mais altas do que as observadas entre influenciadores com mais de 1 milhão de seguidores. Entretanto, nosso relatório mostra que as marcas precisam ir além do número de seguidores: é necessário analisar cada perfil individualmente e compará-lo com outros semelhantes, da mesma faixa de seguidores e categoria, para entender a qualidade da audiência”, conclui Maria.

Continue lendo