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codeBuddy faz parceria com portal Terra

A codeBuddy, escola de tecnologia especializada em programação e robótica para crianças de 7 a 16 anos se juntou a um dos principais portais de notícias do país, o Terra, para lançar a campanha do curso Wayfinding: Reprogramando o Futuro, inspirado na personagem Moana, da Disney. É importante destacar que a codeBuddy é a única escola de tecnologia com um projeto especial Disney no Brasil e que esse lançamento faz parte do compromisso que a Disney tem em desenvolver o aprendizado das crianças em diversas disciplinas, incluindo tecnologia, ciências e matemática.
Criações como game que planta árvores no mundo digital e no mundo real; robô que ajuda na busca por medicamentos; app que identifica fake news; dispositivo que protege idosos contra incêndios domésticos, foram feitos por alunos da codeBuddy, que juntaram técnica com vontade de ajudar.
“Que crianças conseguem ser engraçadas e sensíveis ao mesmo tempo, têm a imaginação fértil e parecem viver no mundo mágico da Disney, todo mundo sabe. Mas muitos não têm ideia que com essa imaginação, todas elas podem ir longe, inclusive, sair do campo imaginário e entrar no mundo real, impactando uma sociedade”, diz Susie Mendonça, Head de Marketing da codeBuddy.
Com a participação de influenciadores digitais e alunos da escola, a campanha, chamada de “Reprogramando o Futuro’, mostra como a página principal do Terra foi montada. No filme, filhos de influenciadores contam quais notícias gostariam de dar para o mundo. “Está decretado o fim do Coronavírus”; “Lei determina que crianças podem se divertir o tempo todo”; e “Com casas baratas não haverá mais pessoas na rua”, foram algumas delas. Do outro lado, estudantes que já inventaram dispositivos após aprenderem programação na escola, têm seus feitos divulgados em forma de matérias. Juntas, essas crianças mostram que um mundo melhor é possível.
“Um novo mundo pode virar realidade, basta ser programado para isso. E uma das formas para que crianças consigam se desenvolver e se tornar seres humanos melhores e capazes é estudando a linguagem dos códigos desde cedo. É fato que a programação estimula habilidades técnicas, como pensamento computacional e matemática, mas vai muito além ao desenvolver soft skills que são levadas para a vida, ou seja, ao aprender programação, elas se tornam mais criativas, comunicativas, éticas, empáticas e proativas”, explica Guilherme Gani, coordenador de Produtos da codeBuddy.
Wayfinding: Reprogramando o Futuro
Wayfinding é uma antiga prática oceânica de navegar em mar aberto usando a observação de estrelas e correntes marítimas e outras pistas naturais. Denominado “Wayfinding: Reprogramando o Futuro”, o curso inspirado na personagem Moana tem como proposta desafiar os estudantes a aprenderem programação de um jeito lúdico para que eles consigam criar um jogo digital com duas fases. Na primeira, o objetivo é traçar uma rota a ser navegada usando as técnicas oceânicas de Wayfinding. Já na segunda, o jogador deve controlar um barco, desviando de obstáculos.
A página do Portal Terra reprogramada por crianças ficará no ar durante 30 dias, com todas as informações sobre a escola e sobre o curso.
“Um novo mundo pode virar realidade, basta ser programado para isso. E uma das formas para que crianças consigam se desenvolver e se tornar seres humanos melhores e capazes é estudando a linguagem dos códigos desde cedo. É fato que a programação estimula habilidades técnicas, como pensamento computacional e matemática, mas vai muito além ao desenvolver soft skills que são levadas para a vida, ou seja, ao aprender programação, elas se tornam mais criativas, comunicativas, éticas, empáticas e proativas”, finaliza o coordenador.
Ficha Técnica
Campanha codeBuddy – Lançamento do curso Wayfinding: Reprogramando o Futuro
FICHA TÉCNICA
SOKO, agência criativa
CEO e CCO: Felipe Simi
Executive Creative Director: Rafael Ziggy
Creative Product Leaders: Fernanda Gimenes e Paulo Medeiros (Feijão)
Estrategista: Manoella Cheli
Data Scientist: Elienai Manoel
Direção de Arte: Sofia Colautti e Àile Pires
Design Líder: Roma J
COO: Brisa Vicente
Head de contas: Renata Cintra
Diretor de contas: José Brites
Atendimento: Renato Miguez
Head de operações: Larissa Kubo
Project Managers: Brenda Colautti e Tatiana Lima
Head de broadcasting: Fabiane Abel
Broadcast Leader: Marília Santos
Broadcaster: Natália Aguiar
PRODUTORA : Butterfly COLETIVO
DIREÇÃO : Ricardo Souza
Coord de Pós: Zeca Daniel
Pós Produção: Butterfly COLETIVO
Montador: João Amato
PRODUTORA DE SOM: HEFTY
PRODUTOR: Edu Luke, Otávio Cavalheiro, Celso Moretti, Tuco Barini, Rud Lisboa e Cris Botarelli
ATENDIMENTO: Debora Carvalho e Daniella Cabaritti
COORDENAÇÃO: Ana Cordeiro e Susi Rodrigues
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Britânia lança campanha de Dia dos Pais com inteligência artificial e foco nos momentos do cotidiano

A Britânia acaba de colocar no ar sua campanha nacional de Dia dos Pais 2026 sob o conceito institucional “Para os momentos que importam”. A estratégia de marketing foi desenhada para reforçar que o ato de presentear vai além do valor material do produto, posicionando a marca de eletroportáteis e eletrodomésticos como uma facilitadora de momentos de carinho, cuidado e conexão real nas pequenas rotinas familiares.
A peça central da campanha dá continuidade à narrativa emocional iniciada no Dia das Mães de 2026. Produzido pela GRID Content, o filme publicitário destaca-se pelo uso de inteligência artificial aplicada à pós-produção. Na campanha, a tecnologia foi adotada como um recurso estético e criativo para enriquecer a transição das cenas, mantendo a autenticidade e a sensibilidade das interações cotidianas reais entre pai e filho.
A nova campanha chega ao mercado respaldada pelo excelente desempenho comercial registrado pela Britânia no Dia dos Pais de 2025, período em que a marca alcançou um crescimento expressivo de no tíquete médio de vendas em comparação ao ano anterior. Os resultados financeiros comprovam uma tendência consolidada de consumo de presentes úteis, voltados para a casa e para o preparo de refeições compartilhadas.
A campanha de Dia dos Pais desdobra-se em uma estratégia de comunicação integrada 360 graus. A marca ativará pontos de contato estratégicos que incluem compra de mídia online e offline, forte presença de conteúdo nas redes sociais, ações táticas com influenciadores digitais e assessoria de imprensa corporativa.
Esse movimento integra-se a um plano de expansão institucional que, nos últimos anos, ampliou os investimentos da Britânia em patrocínios de eventos gastronômicos, inserções publicitárias em grandes emissoras de TV aberta e materiais personalizados de merchandising nos pontos de venda (PDV).
Ana Luiza Buffara, vice-presidente da Britânia, ressalta a importância da data para a conexão histórica da marca com a população. “Há 70 anos, a Britânia faz parte da rotina das famílias brasileiras. Nesta data, queremos lembrar que presentear é também uma forma de demonstrar cuidado, carinho e criar memórias. Afinal, são os pequenos momentos compartilhados no dia a dia que realmente fortalecem a relação entre pais e filhos.”
Com o lançamento, a Britânia reafirma sua proposta de valor e aproximação emocional com o consumidor, ofertando um portfólio completo que integra as categorias de cuidados pessoais, cozinha e eletrodomésticos, facilitando as tarefas do lar e liberando tempo para o que realmente importa: a convivência familiar.
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Viés racial em Inteligência Artificial e as falhas de representatividade e os limites éticos do mercado de US$ 617 bilhões

O mercado global de Inteligência Artificial caminha para atingir a marca de US$ 617 bilhões até o final do segundo semestre de 2026, mantendo uma taxa de expansão de ao ano, segundo dados da consultoria alemã Statista. No entanto, diante das mais de 47 mil ferramentas ativas mapeadas pela plataforma “There’s An AI For That” (TAAFT) em setores que vão do recrutamento empresarial à publicidade, desenvolvedores e especialistas acendem um alerta: os vieses raciais e algorítmicos podem comprometer a sustentabilidade e a confiabilidade desse crescimento tecnológico.
O debate ganhou contornos urgentes com a divulgação do documento “Lado Sombrio do Escalonamento de Conjuntos de Dados” no GitHub. O estudo revelou que, em 14 modelos multimodais baseados na arquitetura Vision Transformers (ViT-L) — sistemas que processam texto e imagem simultaneamente —, a probabilidade de uma imagem de um homem negro ou latino ser erroneamente associada ao termo “criminoso” aumentou em até .
Cáren Cruz, CEO da Pittaco Consultoria, especialista em imagem identitária e participante da 9ª temporada do programa Shark Tank Brasil, explica que a atual crise ética da inteligência artificial generativa herda falhas estruturais de tecnologias de análise facial desenvolvidas há quase uma década. “Ainda em 2017, a pesquisadora Joy Buolamwini, do MIT Media Lab, vinha denunciando falhas nos sistemas de visão computacional a partir da sua própria experiência como mulher negra. Em 2018, ao lado de Timnit Gebru, ela publicou o estudo Gender Shades, demonstrando que softwares comerciais de análise facial apresentavam índices de erro drasticamente maiores ao analisar mulheres de pele escura em comparação a homens de pele clara.”
Para Cáren Cruz, a raiz do problema reside na curadoria dos bancos de dados que alimentam os algoritmos de machine learning. Sem uma base de dados que represente a pluralidade humana, a inteligência artificial acaba por reproduzir e automatizar as desigualdades históricas do ambiente analógico. “A tecnologia não nasce neutra. Ela aprende a partir de bancos de dados, imagens, descrições e repertórios que também carregam desigualdades históricas. Se esses dados foram construídos com baixa diversidade racial, a ferramenta tende a reproduzir essas limitações. Quando o sistema altera características fundamentais de uma pessoa negra, está reproduzindo uma lógica histórica em que determinados traços são tratados como algo a ser corrigido ou neutralizado.”
Com mais de 18 anos de atuação no mercado de consultoria identitária corporativa, a CEO da Pittaco defende que a diversidade racial e a precisão técnica em colorimetria devem ser tratadas como prioridades de engenharia pelas big techs. A executiva relembra uma dinâmica de desenvolvimento de produto em que participou de um grupo focal nacional: a metodologia de uma instituição tentou categorizar a pele negra em apenas 6 tons. Trata-se de uma simplificação analítica ineficaz para o mercado de cosméticos, imagem e tecnologia, especialmente no Brasil. “Quem trabalha com imagem sabe que essa redução não abraça a complexidade das peles negras. Não estamos falando de uma única cor ou classificação, mas de um espectro muito amplo, que envolve variações de pigmentação, subtons, luminosidades, contrastes e profundidades cromáticas decorrentes de intensas miscigenações. A inovação verdadeira precisa reconhecer, preservar e respeitar a pluralidade das aparências negras sem apagar, suavizar ou padronizar aquilo que nos identifica.”








