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Coca-Cola se junta à Riot Games em jogos para dispositivos móveis e Esports

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A Riot Games anunciou uma parceria que une League of Legends: Wild Rift e Esports do Wild Rift, dois elementos que configuram uma das franquias de dispositivos móveis e Esports que mais cresce no mundo, com a marca Coca-Cola, oferecendo a ela a oportunidade de se conectar com jogadores e fãs de uma forma mais profunda. 

“Sabemos que os jogos para dispositivos móveis são uma parte importante do futuro dos jogos, e temos o prazer de trabalhar com quem está na liderança dessa intersecção entre esporte e entretenimento: a Riot Games”, disse Brad Ross, Vice-presidente Global de recursos, influenciadores e parcerias da The Coca-Cola Company. “A Coca-Cola foi uma das primeiras parceiras dos Esports de League of Legends, então já pudemos ver em primeira mão como o poder dos jogos é capaz de unir pessoas de todo o mundo através de competições e comunidades de fãs. Servindo como uma aliada para as pessoas que jogam, a Coca-Cola pretende animar e refrescar tanto jogadores quanto fãs.”

Os Esports do Wild Rift, o primeiro Esport para dispositivos móveis da Riot Games, lançaram sua primeira temporada competitiva oficial em 2022, destacada pelo estabelecimento de oito regiões e uma Final de escala global para arrematar a temporada. Equipes de todo o mundo competirão em torneios regionais com o objetivo de se qualificar para o primeiro torneio internacional de Wild Rift, o Wild Rift Icons Global Championship, que acontecerá no meio do ano. Data e local da Final serão divulgados posteriormente.

A Coca-Cola, como parceira-fundadora mundial, criará juntamente com a Riot Games experiências exclusivas tanto para League of Legends: Wild Rift quanto para os Esports do Wild Rift. A marca também se esforçará para valorizar a comunidade com acesso a experiências e recompensas personalizadas, incluindo uma série de conteúdos semanais criada juntamente com o Wild Rift para animar, entreter e apoiar os fãs. O primeiro ato dessa parceria pode ser visto na atual campanha digital da Coca-Cola, chamada “It Must Be Real”, que conta com cenas dos Esports do Wild Rift.

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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

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O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.

O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.

Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.

Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.

O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.

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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

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Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.

Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.

Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.

“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.

A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.

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