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Coca-Cola se junta à Riot Games em jogos para dispositivos móveis e Esports

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A Riot Games anunciou uma parceria que une League of Legends: Wild Rift e Esports do Wild Rift, dois elementos que configuram uma das franquias de dispositivos móveis e Esports que mais cresce no mundo, com a marca Coca-Cola, oferecendo a ela a oportunidade de se conectar com jogadores e fãs de uma forma mais profunda. 

“Sabemos que os jogos para dispositivos móveis são uma parte importante do futuro dos jogos, e temos o prazer de trabalhar com quem está na liderança dessa intersecção entre esporte e entretenimento: a Riot Games”, disse Brad Ross, Vice-presidente Global de recursos, influenciadores e parcerias da The Coca-Cola Company. “A Coca-Cola foi uma das primeiras parceiras dos Esports de League of Legends, então já pudemos ver em primeira mão como o poder dos jogos é capaz de unir pessoas de todo o mundo através de competições e comunidades de fãs. Servindo como uma aliada para as pessoas que jogam, a Coca-Cola pretende animar e refrescar tanto jogadores quanto fãs.”

Os Esports do Wild Rift, o primeiro Esport para dispositivos móveis da Riot Games, lançaram sua primeira temporada competitiva oficial em 2022, destacada pelo estabelecimento de oito regiões e uma Final de escala global para arrematar a temporada. Equipes de todo o mundo competirão em torneios regionais com o objetivo de se qualificar para o primeiro torneio internacional de Wild Rift, o Wild Rift Icons Global Championship, que acontecerá no meio do ano. Data e local da Final serão divulgados posteriormente.

A Coca-Cola, como parceira-fundadora mundial, criará juntamente com a Riot Games experiências exclusivas tanto para League of Legends: Wild Rift quanto para os Esports do Wild Rift. A marca também se esforçará para valorizar a comunidade com acesso a experiências e recompensas personalizadas, incluindo uma série de conteúdos semanais criada juntamente com o Wild Rift para animar, entreter e apoiar os fãs. O primeiro ato dessa parceria pode ser visto na atual campanha digital da Coca-Cola, chamada “It Must Be Real”, que conta com cenas dos Esports do Wild Rift.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

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A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.

Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.

A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.

Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.

Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.

O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.

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