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Coca-Cola se junta à Riot Games em jogos para dispositivos móveis e Esports

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A Riot Games anunciou uma parceria que une League of Legends: Wild Rift e Esports do Wild Rift, dois elementos que configuram uma das franquias de dispositivos móveis e Esports que mais cresce no mundo, com a marca Coca-Cola, oferecendo a ela a oportunidade de se conectar com jogadores e fãs de uma forma mais profunda. 

“Sabemos que os jogos para dispositivos móveis são uma parte importante do futuro dos jogos, e temos o prazer de trabalhar com quem está na liderança dessa intersecção entre esporte e entretenimento: a Riot Games”, disse Brad Ross, Vice-presidente Global de recursos, influenciadores e parcerias da The Coca-Cola Company. “A Coca-Cola foi uma das primeiras parceiras dos Esports de League of Legends, então já pudemos ver em primeira mão como o poder dos jogos é capaz de unir pessoas de todo o mundo através de competições e comunidades de fãs. Servindo como uma aliada para as pessoas que jogam, a Coca-Cola pretende animar e refrescar tanto jogadores quanto fãs.”

Os Esports do Wild Rift, o primeiro Esport para dispositivos móveis da Riot Games, lançaram sua primeira temporada competitiva oficial em 2022, destacada pelo estabelecimento de oito regiões e uma Final de escala global para arrematar a temporada. Equipes de todo o mundo competirão em torneios regionais com o objetivo de se qualificar para o primeiro torneio internacional de Wild Rift, o Wild Rift Icons Global Championship, que acontecerá no meio do ano. Data e local da Final serão divulgados posteriormente.

A Coca-Cola, como parceira-fundadora mundial, criará juntamente com a Riot Games experiências exclusivas tanto para League of Legends: Wild Rift quanto para os Esports do Wild Rift. A marca também se esforçará para valorizar a comunidade com acesso a experiências e recompensas personalizadas, incluindo uma série de conteúdos semanais criada juntamente com o Wild Rift para animar, entreter e apoiar os fãs. O primeiro ato dessa parceria pode ser visto na atual campanha digital da Coca-Cola, chamada “It Must Be Real”, que conta com cenas dos Esports do Wild Rift.

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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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