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Coca-Cola lança no Brasil a plataforma Coca-Cola Food Fest, combinando gastronomia e música

A Coca-Cola acaba de lançar o Coca-Cola Food Fests, que são festivais que integram gastronomia e música, celebrando a conexão entre pessoas em momentos especiais. O Brasil é um lugar no mundo onde a comida carrega um significado especial e a nova plataforma da marca chega como uma forma de celebrar esse lado da cultura nacional e não há ocasião melhor para dar início a essa comemoração do que as festividades de São João.
O São João escolhido para o lançamento do Coca-Cola Food Fest será o da Bahia, exaltando o melhor da culinária regional, música ao vivo e experiências interativas. As cidades Cruz das Almas e Santo Antônio de Jesus receberão ativações especiais de Coca-Cola em seus festivais, e Santo Antônio de Jesus foi escolhida para receber a novidade da marca entre os dias 20 e 24 de junho, como uma forma da Coca-Cola celebrar e valorizar esse pedacinho da cultura nacional e gerar, também, visibilidade em um evento icônico no Brasil.
Com mais de 500 mil pessoas passando pelas cidades durante os festejos de São João, Cruz das Almas e Santo Antônio de Jesus se consolidaram como destinos procurados nesse período do ano. O Coca-Cola Food Fest chega ao Santo Antônio de Jesus misturando a magia da Coca-Cola com a culinária junina, unindo o tradicional e experiências únicas em um só lugar. A área conta com mais de 130 barraquinhas de comidas típicas do São João. A ideia principal da marca nesse espaço é servir mais que comida, proporcionando momentos especiais para todo o público que passar por lá. Além disso, a campanha reforça a importância da gastronomia local, destacando as delícias da culinária regional e celebrando a rica cultura de São João, criando um vínculo emocional profundo com os visitantes.
“A nova plataforma Coca-Cola Food Fests chega ao Brasil em um momento histórico, que é o São João no Brasil. Este lançamento reflete o compromisso da Coca-Cola em valorizar as tradições locais e proporcionar experiências únicas. O São João é uma festa rica em cultura e tradição, e queremos que todos sintam a magia desse momento ao mesmo tempo em que apresentamos essa novidade em todo mundo. É um privilégio poder unir a culinária junina, a música e momentos especiais em um só lugar, conectando pessoas e celebrando o que há de melhor no Brasil”, destaca Ted Ketterer, head de marketing da Coca-Cola Brasil.
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








