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Coca-Cola cria série exclusiva para o Rock in Rio

Ícones do pop nacional, Luísa Sonza e Jão estão prontos para brilhar no Palco Mundo do Rock in Rio, na edição de 40 anos do festival. Para entrar no clima do evento, a Coca-Cola, em parceria com o Rock in Rio e o A-Lab, laboratório de conteúdo do Grupo Dreamers, anuncia uma série documental que explora os bastidores dos artistas: “Luísa Sonza POV: O Mundo é o Meu Lugar” e “Jão POV: Jornada ao Mundo”. Cada série acompanhará os cantores em seus ensaios, preparativos, ansiedades e desafios para os shows, além de explorar suas trajetórias artísticas.
Ambas as produções terão conteúdos e cortes exclusivos para os perfis da Coca-Cola e para as redes sociais dos artistas. Com cenas inéditas dos bastidores, ensaios, camarins, passagem de som e a performance no palco, os fãs poderão acompanhar de perto a criatividade e a dedicação das equipes e dos artistas que tornam esses shows possíveis. Durante os episódios, a Coca-Cola proporcionará aos fãs experiências imersivas e exclusivas para aproximar ainda mais a interação entre fãs e artistas.
“A Coca-Cola sempre esteve ao lado dos grandes momentos da música, e com essa série documental, queremos trazer a magia do Rock in Rio diretamente para o coração dos fãs. Mostrar os bastidores das performances de Luísa Sonza e Jão é uma forma de conectar ainda mais os fãs com seus ídolos, criando uma conexão que vai além dos palcos,” destaca Ted Ketterer, head de marketing da Coca-Cola Brasil.
Esse projeto faz parte da plataforma global de música da Coca-Cola, o Coke Studio, que tem como objetivo aproximar os fãs da música de seus artistas favoritos por meio de experiências imersivas e inovadoras. Este ano, a Coca-Cola está expandindo essa conexão com o lançamento da série documental, permitindo que os fãs vivenciem de perto as emoções e os desafios enfrentados por Luísa Sonza e Jão enquanto se preparam para os seus shows no Rock in Rio, através da trend POV, em alta nas redes sociais, capturando diferentes perspectivas da jornada dos artistas. O Coke Studio continua a ser uma ponte entre a marca e a cultura musical, reforçando o compromisso da Coca-Cola em estar presente nos momentos marcantes de seus consumidores.
A criação e a estratégia das séries são assinadas pelo A-Lab, também responsável pela roteirização, direção criativa e produção executiva, junto à produtora TILT REC. “Estamos felizes por colaborar com o Rock in Rio e a Coca-Cola na transformação da parceria entre elas em conversas nas redes. São duas ‘love brands’ globais se juntando para entregar um conteúdo de altíssima qualidade para o público. A parceria com a Coca-Cola e o trabalho com o Jão e a Luísa nos permitirão criar um conteúdo imersivo essencial para celebrar a carreira dos artistas. Acreditamos que os episódios também fortalecerão o vínculo entre eles e seus fãs, e oferecerão uma experiência inesquecível. Será mais do que um registro. Queremos presentear o público com um material diferenciado e inédito”, afirma Ronaldo Fonseca, CEO do A-Lab.
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Iniciativa “Open To Help” mobiliza profissionais da comunicação em torno da escuta ativa e mentoria de carreira

As recentes transformações no mercado da publicidade e do marketing têm redesenhado as dinâmicas de contratação, mas um movimento criado de forma espontânea pelo publicitário Fábio Rebouças — diretor criativo associado do Omnicom Media Brazil — começou a jogar luz sobre um diagnóstico sensível da indústria criativa: mais do que a complexidade em conquistar uma recolocação, os profissionais sentem falta de serem ouvidos pelo mercado.
A constatação ganhou tração a partir do projeto “Open To Help”, iniciativa que teve início com uma publicação despretensiosa no perfil pessoal de Rebouças no LinkedIn. No texto, o executivo oferecia voluntariamente uma hora de mentoria para apoiar profissionais em transição de carreira. O que nasceu como uma ação pontual converteu-se rapidamente em uma rede informal de acolhimento corporativo, conectando profissionais de agências de publicidade, live marketing, design, audiovisual, relações públicas, jornalismo e tecnologia.
Em apenas três semanas de projeto, Rebouças conduziu 28 mentorias individuais e gratuitas. Os encontros são realizados inteiramente fora de seu expediente formal, ocupando janelas de tempo durante as noites, finais de semana e feriados. Mais do que uma revisão técnica de portfólios ou ajustes de currículo, as sessões revelaram um comportamento sistêmico do mercado de recursos humanos das agências. “A completa sensação de abandono nos processos de recrutamento apareceu em praticamente todas as conversas. As pessoas sentem uma necessidade enorme de serem ouvidas. Muitas vezes, elas não procuram apenas uma vaga, mas alguém disposto a escutar sua trajetória, seus desafios e ajudá-las a enxergar possibilidades novamente”, avalia Fábio Rebouças.
A publicação original superou a marca de 38 mil impressões na plataforma de negócios, gerando mais de 660 reações e centenas de comentários. O movimento de networking já colhe os primeiros resultados práticos de conversão: dois participantes das mentorias conquistaram recolocações formais no mercado a partir das conexões, direcionamentos e revisões táticas promovidas durante os encontros.
Sem uma metodologia rígida ou promessas comerciais, o “Open To Help” foca em um ativo escasso no ambiente corporativo: a disponibilidade para a escuta. O projeto é aberto a qualquer profissional do ecossistema de comunicação, bastando acionar o idealizador via mensagem direta no LinkedIn para alinhar a agenda.
A capilaridade da iniciativa já conectou criativos de diversas regiões do país, mapeando profissionais em capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Curitiba e Porto Alegre, além de cidades do interior como Maringá (PR), Poços de Caldas (MG), Birigui (SP) e a região da Chapada Diamantina (BA). A repercussão começou a atrair o apoio de outras lideranças do setor, como Bruno Höera, CEO da Portland, e André Dainesi, fundador da Descola, que manifestaram intenção de somar esforços para estruturar os próximos passos do projeto.
O planejamento para os próximos meses prevê a expansão do ecossistema através de encontros presenciais, visando estreitar os laços comunitários e potencializar as trocas de experiências. O avanço do “Open To Help” dialoga diretamente com o momento de alta mobilidade profissional global: dados do LinkedIn indicam que mais de 220 milhões de usuários já utilizaram o selo “Open to Work”, enquanto pesquisas da rede apontam que 58% dos profissionais planejam movimentar suas carreiras a curto prazo, chancelando a urgência de iniciativas focadas em inteligência social e empatia no ambiente corporativo.
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Goleiro Vozinha capitaliza ‘hype’ da Copa 2026 e faz sua estreia no mercado de marketing de influência

O goleiro Vozinha, um dos grandes nomes da surpreendente campanha de Cabo Verde na Copa do Mundo de 2026, estendeu seu sucesso para muito além dos gramados. Após viralizar globalmente devido às suas atuações e ao seu carisma marcante, o atleta realizou sua primeira postagem publicitária nesta terça-feira, 30 de junho, em um vídeo focado no segmento de games de futebol. O movimento consolida o goleiro de 40 anos como um verdadeiro fenômeno midiático digital, acumulando uma audiência que já ultrapassa a marca de 17 milhões de seguidores em seu perfil oficial no Instagram.
Atualmente sem clube e ciente de que sua trajetória nos gramados se aproxima do fim devido à idade avançada, Vozinha encontra no ecossistema digital uma alternativa estratégica para estender sua relevância e faturamento. Contudo, o mercado publicitário levanta o questionamento: esse fenômeno das redes sociais é apenas um viral passageiro ou pode se estruturar como uma marca pessoal duradoura? Fabio Gonçalves, especialista em marketing de influência e diretor de talentos da agência Viral Nation, realizou uma análise sobre o futuro comercial do atleta.
De acordo com o especialista, o diferencial de Vozinha em relação a outros atletas do Mundial não reside apenas em sua performance técnica, mas na construção espontânea de um personagem que gera identificação popular imediata. “O hype, por si só, tem prazo de validade. O que pode tornar o caso do Vozinha duradouro é a capacidade de transformar esse momento de atenção em uma narrativa consistente. Ele virou um símbolo de carisma, história, identificação popular e um contexto muito forte, que é representar uma seleção que conquistou o mundo pela surpresa. Agora, para deixar de ser apenas um fenômeno passageiro, ele precisa ter estratégia e frequência, entendendo que audiência não é a mesma coisa que comunidade.”
O agente de influenciadores alerta que o erro mais comum de figuras que ganham projeção meteórica é tentar monetizar todas as oportunidades de forma desordenada, sem critérios de posicionamento. Para garantir longevidade, o goleiro precisará diversificar seus pilares de conteúdo — abordando bastidores do esporte, superação, a cultura de Cabo Verde e a rotina de atleta —, desvinculando sua imagem da dependência exclusiva do meme da Copa.
Embora o futebol de elite seja associado a salários astronômicos, essa não foi a realidade da carreira de Vozinha, que construiu sua trajetória fora das principais ligas do planeta. Por essa razão, a internet desenha-se como sua principal fonte de receita para o futuro, embora o retorno financeiro recorrente exija profissionalização. “Não é porque você ganhou milhões de seguidores que automaticamente diversas marcas vão te procurar. Seguidores abrem portas, mas o que gera dinheiro de forma recorrente é credibilidade, engajamento, consistência e capacidade de se conectar com marcas sem perder autenticidade. A primeira publi é um sinal de mercado, mas o próximo passo é provar que ele consegue manter interesse quando a Copa sair do centro das atenções”, pondera Gonçalves.
O grande trunfo comercial do cabo-verdiano é ter entrado na conversa pública de forma 100% orgânica. Marcas focadas em estratégias de live marketing e embaixadores buscam justamente personagens com essa capacidade nativa de gerar conexão emocional. O desafio central da equipe de gerenciamento do atleta será filtrar as propostas recebidas, recusando campanhas que possam desgastar sua imagem e focando em parcerias que façam sentido para o seu propósito de longo prazo, transformando a vitrine global do Mundial em uma nova e lucrativa fase profissional.








