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“Clube Irmão Caminhoneiro Shell” divulga campanha para retomada do programa

A Raízen, licenciada da marca Shell, anunciou o relançamento do “Clube Irmão Caminhoneiro”, tradicional programa de relacionamento da marca com motoristas de todo o Brasil, com uma campanha desenvolvida pela Ampfy. Marcando a retomada da iniciativa, que lançou sua nova plataforma de comunicação, centrada no WhatsApp, a agência desenvolveu uma série de ações que buscam valorizar os profissionais da estrada.
A campanha visa apresentar o novo “Clube Irmão Caminhoneiro” aos motoristas, aproximar o consumidor da marca e manter o engajamento da base com conteúdos e benefícios exclusivos. A estratégia contempla a jornada diária do profissional, com iniciativas em mídias online e offline. O planejamento ainda inclui inserções em rádio e televisão aberta, com ações de merchan no programa voltado para esse target, o Brasil Caminhoneiro, da rede Record.
“Nossa proposta é atualizar o programa com uma abordagem contemporânea, utilizando ferramentas e canais presentes no dia a dia dos caminhoneiros, como o WhatsApp, para estabelecer uma conexão direta e pessoal. Queremos oferecer um serviço de suporte de qualidade e informações relevantes de maneira ágil e acessível.”, afirma Fábio Guima, diretor de criação da Ampfy.
Nas redes sociais, a página do “Clube Irmão Caminhoneiro” no Facebook, que já conta com mais de 650 mil seguidores, foi revitalizada. A marca está presente também em outros canais digitais frequentemente acessados pelos caminhoneiros, como Instagram, YouTube e TikTok, além de portais de notícias do segmento, como a Revista Caminhoneiro.
Além disso, serão realizadas ações com influenciadores digitais e outras atividades para fortalecer o senso de comunidade e pertencimento entre os caminhoneiros. “Estamos investindo significativamente para oferecer uma proposta de serviço diferenciada para nossos públicos. Este é o momento de agradecermos e valorizarmos os milhares de profissionais que percorrem as estradas do nosso País”, ressalta Ricardo Berni, diretor de Marketing & Digital da Raízen.
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Paçoquita e Kibon expandem parceria e lançam Mini Paçoquita em todo o Brasil

Após o sucesso da edição regional lançada no Nordeste em 2025, Paçoquita e Kibon anunciaram a ampliação de sua parceria promocional com a distribuição nacional do Mini Paçoquita. O produto retorna ao mercado em setembro de 2026 como uma edição limitada que atende aos pedidos dos consumidores e visa preparar o portfólio das companhias para a temporada de verão.
O movimento reflete a estratégia das empresas Santa Helena e Kibon (pertencente à The Magnum Ice Cream Company) de explorar a versatilidade de sabores tradicionais em novos formatos e ocasiões de consumo do tipo snack. “Parcerias como essa são uma forma de ampliar os territórios de Paçoquita e explorar novas ocasiões de consumo a partir de um sabor que já tem uma relação muito forte com os brasileiros. A collab com Kibon mostra como essa identidade pode ganhar novas combinações e formatos, conectando Paçoquita a uma categoria especialmente relevante no verão”, afirma Sabrina Torquato, head de marketing da Santa Helena Alimentos.
“Os Minis têm ganhado cada vez mais relevância para Kibon e têm um papel importante em ampliar a forma como as pessoas se relacionam com o sorvete, aproximando a categoria da lógica de snack: uma indulgência prática, que cabe em diferentes momentos do dia. Expandir a parceria com Paçoquita para todo o Brasil é um passo importante dentro dessa estratégia e uma forma de celebrar sabores que fazem parte da memória afetiva dos brasileiros”, acrescenta Carolina Mega, head de marketing da The Magnum Ice Cream Company no Brasil.
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Estudo da Creators revela que planejamento da Black Friday começa meses antes e reforça papel dos influenciadores

A disputa pela atenção do consumidor na Black Friday antecipou o calendário de planejamento das marcas no mercado brasileiro. É o que aponta o estudo Open Black – Report Black Friday 2026, desenvolvido pela Creators LLC, hub de inteligência, dados e creator marketing. O levantamento reuniu dados de comportamento, mercado e plataformas para mapear o impacto da estratégia de influência em todas as fases do funil de vendas.
Pesquisas da Gauge citadas no relatório revelam que 53% dos brasileiros iniciam o planejamento de compras para a data em julho — 4 meses antes do evento —, enquanto 48% afirmam decidir por impulso para aproveitar ofertas imediatas. O cenário aponta para um comportamento que mescla pesquisa prévia com gatilhos de conversão no momento do desconto.
A Creators defende uma atuação em duas fases: de agosto a outubro, com conteúdos de consideração (reviews, tutoriais e inserção do produto na rotina), e em novembro, com foco em conversão por meio de cupons rastreáveis, live commerce e programas de afiliados. “A Black Friday não começa quando o desconto entra no ar. Quando novembro chega, o consumidor já pesquisou, comparou, salvou conteúdos e criou referências sobre aquilo que pretende comprar. O desafio das marcas é construir essa relação antes da disputa mais intensa por atenção e usar os creators não apenas como mídia de conversão, mas como parte da jornada de decisão”, analisa Nohoa Arcanjo, CEO da Creators.
Dados da YOUPIX em parceria com a Nielsen Brasil destacam que 80% dos consumidores tomam a decisão de compra fora do clique imediato, realizando buscas ou salvando conteúdos para transações posteriores. Além disso, 58% das conversões ocorrem em até sete dias após a visualização de publicações com influenciadores.
O estudo aponta ainda que 81% dos brasileiros já adquiriram produtos recomendados por criadores de conteúdo e 64% utilizam cupons ou links patrocinados com frequência. Em relação aos critérios de escolha dos perfis, 62% declaram que o número de seguidores tem pouco ou nenhum impacto na confiança, enquanto 44% descobrem novas marcas por meio de creators — superarando indicações de amigos e familiares (33%). “Os dados mostram que influência não é uma equação de tamanho de audiência. Para converter, é preciso encontrar quem tem legitimidade para falar daquele assunto e construir recorrência. O consumidor precisa reconhecer aquela indicação como algo coerente com a pessoa que está falando, e não simplesmente como mais uma publicidade de Black Friday no feed“, ressalta a executiva.








