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“Clube Irmão Caminhoneiro Shell” divulga campanha para retomada do programa

A Raízen, licenciada da marca Shell, anunciou o relançamento do “Clube Irmão Caminhoneiro”, tradicional programa de relacionamento da marca com motoristas de todo o Brasil, com uma campanha desenvolvida pela Ampfy. Marcando a retomada da iniciativa, que lançou sua nova plataforma de comunicação, centrada no WhatsApp, a agência desenvolveu uma série de ações que buscam valorizar os profissionais da estrada.
A campanha visa apresentar o novo “Clube Irmão Caminhoneiro” aos motoristas, aproximar o consumidor da marca e manter o engajamento da base com conteúdos e benefícios exclusivos. A estratégia contempla a jornada diária do profissional, com iniciativas em mídias online e offline. O planejamento ainda inclui inserções em rádio e televisão aberta, com ações de merchan no programa voltado para esse target, o Brasil Caminhoneiro, da rede Record.
“Nossa proposta é atualizar o programa com uma abordagem contemporânea, utilizando ferramentas e canais presentes no dia a dia dos caminhoneiros, como o WhatsApp, para estabelecer uma conexão direta e pessoal. Queremos oferecer um serviço de suporte de qualidade e informações relevantes de maneira ágil e acessível.”, afirma Fábio Guima, diretor de criação da Ampfy.
Nas redes sociais, a página do “Clube Irmão Caminhoneiro” no Facebook, que já conta com mais de 650 mil seguidores, foi revitalizada. A marca está presente também em outros canais digitais frequentemente acessados pelos caminhoneiros, como Instagram, YouTube e TikTok, além de portais de notícias do segmento, como a Revista Caminhoneiro.
Além disso, serão realizadas ações com influenciadores digitais e outras atividades para fortalecer o senso de comunidade e pertencimento entre os caminhoneiros. “Estamos investindo significativamente para oferecer uma proposta de serviço diferenciada para nossos públicos. Este é o momento de agradecermos e valorizarmos os milhares de profissionais que percorrem as estradas do nosso País”, ressalta Ricardo Berni, diretor de Marketing & Digital da Raízen.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







