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ClickBus lança campanha “Encurte a Distância” estrelada por Dani Calabresa com trilha de Jota Quest

Quando se pensa em viagens, muitos destinos diferentes vêm à mente. Durante este ano tão atípico, após muitos meses de isolamento e agora com as flexibilizações dos estados, a vontade de pegar estrada em busca do ‘melhor lugar do mundo’ é ainda maior. E se a cidade desejada estiver entre os mais de 4 mil destinos oferecidos pela ClickBus, plataforma líder em vendas online de passagens de ônibus, o desejo está bem próximo de se tornar realidade.
Focando no destino ideal de cada passageiro, a empresa lança a campanha ” Encurte a Distância”. Estrelada pela atriz e comediante Dani Calabresa e com trilha sonora do Jota Quest, o foco é mostrar que com a ClickBus todos os destinos ficam próximos e com segurança e higiene reforçadas.
Para a Diretora de Marketing da ClickBus, Karuna Lopes, a campanha une os três principais pilares de trabalho da marca: empatia, valor e segurança. “Nosso grande objetivo é promover viagens com segurança, para facilitar reencontros de pessoas que se amam por preços acessíveis. Estamos fazendo isso com responsabilidade; focando em estados que estão em nível de estabilidade e em parcerias com as empresas de ônibus em nosso portfólio para garantir que estão seguindo as medidas de higiene necessárias. Estamos cientes do momento delicado, mas acreditamos que com segurança e com preços que só o rodoviário consegue oferecer, vamos conseguir ajudar muitos brasileiros a encurtarem a distância – de todos os cantos do Brasil – para o melhor lugar do mundo, que é dentro de um abraço”, conta.
Assim como na campanha anterior da ClickBus, também estrelada por Dani Calabresa, os novos comerciais serão veiculados a partir do fim de outubro sendo transmitidos ao longo deste ano em TV Aberta, PAY TV e Rádio. Além disso, a estratégia inclui também ampla mídia digital, com desdobramentos em redes sociais e ações com influenciadores. A campanha foi criada pela agência Jotacom e produzida pela produtora Bros Filmes.
A ClickBus entende que o período exige cuidados, mas com a aproximação das festas de final de ano, entende que mais pessoas buscarão reencontrar família e amigos, por isso, mais uma vez em parceria com empresas de ônibus de todo o Brasil, está trabalhando para a adoção de medidas de segurança e distanciamento para que os viajantes cheguem ao destino em segurança. Junto com mais de 100 viações, a marca criou o Selo de Segurança Reforçada e está verificando se as empresas estão seguindo as medidas de segurança do Ministério do Turismo e da ANTT. Além disso, a empresa vai oferecer descontos de até 60% em rotas selecionadas para democratizar ainda mais as viagens rodoviárias.
Para comprar a passagem antecipada online é preciso selecionar o destino e horário, escolher a viação e assento e realizar o pagamento que pode ser feito em até 12x tanto pelo site ou aplicativo, disponível em versões iOS e A ndroid. Depois, é só fazer as malas e aproveitar a viagem segura que a ClickBus proporcionará até o melhor lugar do mundo de cada passageiro.
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








