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Chevrolet celebra 100 anos com campanha imersiva inédita que resgata clássicos no Spotify

Já pensou no que estaria ouvindo dentro do seu Chevrolet Monza na década de 80? A Chevrolet inova mais uma vez e lança ação exclusiva no Spotify como parte de sua campanha de 100 anos no Brasil, assinada pela WMcCANN. A ação ‘Chevrolet 100 Anos de Hits’ convida os usuários da plataforma a reviverem os sucessos que marcaram sua história dentro de um Chevrolet ao longo das décadas, com os seus modelos clássicos e os clássicos da música que brilharam em seus rádios dos anos 20 até hoje.
“Nesta ação exclusiva no Spotify, reafirmamos nosso compromisso com a inovação, unindo tecnologia, cultura e música para celebrar um século de história e nossa conexão com os consumidores brasileiros”, explica Guilherme Arruda, CMO da GM América do Sul.
A partir dos seus próprios hábitos de escuta, o usuário poderá encontrar o que estaria tocando no seu Chevrolet há 100 anos, baseado nos gostos musicais de hoje em dia. Na ação, ele recebe um perfil musical personalizado, em que poderá explorar diferentes modelos de Chevrolet ao longo dos anos e descobrir quais músicas provavelmente estariam tocando em cada década. Essa experiência interativa cria uma conexão nostálgica e personalizada entre os usuários e os modelos da marca, reforçando a presença da Chevrolet na vida dos brasileiros por meio da música.
“A música tem o poder de nos transportar para momentos especiais, assim como a GM, que há 100 anos faz parte da história dos brasileiros. Não há forma melhor de celebrar essa trajetória do que combinar o gosto musical dos nossos usuários com os carros icônicos da marca, oferecendo uma experiência personalizada e cheia de significado”, comenta Priscilla Barsotti, diretora de vendas no Spotify no Brasil.
A iniciativa, assinada pela WMcCANN, será ampliada com anúncios no Spotify e uma estratégia de influenciadores que compartilharão suas experiências com a ação. Para fortalecer a narrativa, personalidades como Luedji Luna, Titi Muller, Mari Moon, Negra Li, Marcos Mion, entre outras, receberão um vinil decorativo exclusivo, criando conteúdos para engajar seus seguidores e gerar ainda mais curiosidade.
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








