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Cerveja Cabaré chega ao mercado como um ‘Show De Cerveja’

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Acaba de chegar ao mercado cervejeiro a Cerveja Cabaré.O novo rótulo, fruto de uma parceria entre o Grupo Petrópolis e o Engenho Dom Tapparo, é o primeiro do grupo a ser envasado em garrafa de vidro verde, somado a atributos de puro malte dourado e lúpulo alemão, no estilo American Lager, e produzido em baixa fermentação.

A campanha de lançamento, criada pela BETC HAVAS, traz um filme de 30” para TV. Por meio do conceito Um Show de Cerveja´, o vídeo apresenta o cantor Leonardo como embaixador da marca e destaca, de forma descontraída, os diferenciais da Cabaré como a cerveja ideal para reuniões entre amigos, unindo os amantes da bebida. A campanha conta também com um conteúdo extra do filme em que, através de um QR Code, o consumidor poderá ter uma experiência exclusiva de estar inserido no filme. A ideia é que o telespectador se sinta como um dos convidados no churrasco do cantor. O filme foi produzido pela Madre Mia, com direção de cena de Kiko Lomba.

Além disso, a estratégia de comunicação desenvolvida pela agência envolve ainda ações com desdobramentos no digita e spots de rádio.

Ficha técnica campanha

Agência: BETC HAVAS

Cliente: Grupo Petrópolis – Cabaré

Campanha:  Lançamento Cabaré

CCO: Erh Ray

CBO: Daniel Jotta

Diretor de Criação: Marcelo Ribeiro

Diretor de Criação Associado: Victor Castelo

Criação: Igor Freitas (Zaza), Lucas Madu e Raphú Oliveira.

Marcas & Negócios: Guilherme Rollemberg, Nathalia Moral e Maiara Bovo

Canais & Engajamento: Jairo Soares, Gabriel Roveri, Haroldo Paro, Nancy Vergara, Gabriela Pereira, Matheus dos Anjos e Sara Freitas

Estratégia: Agatha Kim e Silvia Paes.

Conteúdo:  Daniela Lima, Fernando Cury, Fernanda Conceição e Fabio Santos

Produção: Anna Luisa Ferraz, Juliana Arantes, Rafael Paes.

Produção Gráfica: Gilmar Souza, Marcio Brusaferro, Plinio Alves e Carlos Valeriano

Produtora: Madre Mia Filmes

Produtor Executivo: Telma Silva

Atendimento: Gabriela Silva
Coordenação de produção: Liliam Lima

Direção:  Kiko Lomba

Direção de Fotografia:  Rambo

Direção de Arte:  Joan Ibars Pallas

Pós-Produção:  ColorBar Filmes

Diretor de Produção:  Toninho Gomes

Produtora Áudio: Lira Música

Atendimento Produtora Aúdio:  Marcio Espinosa

Aprovação do Cliente: Walter Faria, Giulia Faria, Eliana Cassandre, Nathalia Cajueiro, André Zanetti, Isabela Souza dos Reis, Douglas da Silva, Priscila da Fonseca e João Paulo dos Santos

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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