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Center Norte e Lar Center investem em armários automatizados e drive-thru

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Arezzo, Fast Shop, Hering, Imaginarium, Youcom, Le Lis Blanc, Mob, Stroke, Chocolates Brasil Cacau e Kopenhagen são algumas das operações que já aderiram às estratégias dos Shoppings

A partir desta semana, os Shoppings Center Norte e Lar Center passam a oferecer aos lojistas e clientes os serviços de Compre&Retire por meio de armários inteligentes de autoatendimento e drive-thru. Com a aproximação do Dia das Mães, as ações têm como objetivo facilitar a entrega dos produtos adquiridos por telefone, e-mail e WhatsApp.

Para operacionalizar o Compre&Retire, os empreendimentos firmaram parceria com a empresa InPost, responsável pela instalação de um armário com 63 gavetas automatizadas, com três medidas diferentes, em uma área reservada do estacionamento do Center Norte, próximo à loja Petz. A solução inovadora permite que o lojista deposite no armário a encomenda devidamente embalada para que o cliente retire posteriormente através da apresentação de um QR Code. O sistema funciona de segunda-feira a domingo, das 8h às 22h.

Montado nos estacionamentos do Center Norte e Lar Center, o drive-thru também opera diariamente, das 11h às 19h. Para atender a demanda dos consumidores no horário marcado diretamente com a loja, foram disponibilizadas algumas vagas com o espaçamento adequado, conforme recomendações das autoridades de saúde. Vale ressaltar que os clientes vão receber a bonificação de 1 hora do estacionamento para a realização e retirada das compras.

Guilherme Marini, diretor executivo dos Shoppings Center Norte e Lar Center, reforça que o Compre&Retire e o drive-thru são estratégias que dão aos lojistas novas alternativas de venda e entrega de encomendas, de forma rápida, organizada e sem custos, especialmente para o Dia das Mães. “As iniciativas também foram pensadas para beneficiar os clientes, que ganham em praticidade, conveniência e segurança, uma vez que as medidas seguem as orientações dos órgãos competentes em relação ao distanciamento social, cuidados com a higienização e preservação da saúde”, afirma o executivo.

Diversas operações de alimentação dos empreendimentos também seguem funcionando por delivery, como America, Andiamo, Boali, Burger King, Carlo’s Bakery, Chef Peruano, KFC, Madero, McDonald’s, Olive Garden, Outback, Pizza Hut, Spoleto, Taco Bell, The Fifties, Trattoria do Guappo, Viena e Vivenda do Camarão.

Serviços – Shopping Center Norte

· Compre&Retire: Está localizado em uma área reservada do estacionamento (próximo à loja Petz). O acesso dos veículos deve ser feito pela entrada da Travessa Simis.

· Drive-thru: Está localizado em uma área reservada do estacionamento (próximo ao Bob’s). O acesso dos veículos deve ser feito pela entrada da Travessa Simis.

· Lojas que estão atendendo por telefone, WhatsApp e e-mail: https://www.centernorte.com.br/lojas-do-center-norte-e-lar-center-com-atendimento-remoto/

· Lojas abertas – Horário de funcionamento:

Carrefour – Todos os dias, das 8h às 21h

Carlo’s Bakery – Todos os dias, das 12h às 20h

Movida – De segunda-feira a sábado, das 10h às 18h

Petz – Todos os dias, das 9h às 20h

Querência – De segunda-feira a sábado, das 10h às 16h

Serviços – Lar Center

· Drive-thru: Está localizado em uma área reservada do estacionamento. O acesso dos veículos deve ser feito pela entrada da Av. Otto Baumgart, 500.

· Lojas que estão atendendo por telefone, WhatsApp e e-mail: https://www.larcenter.com.br/2020/03/30/lojas-do-lar-center-e-center-norte-com-atendimento-remoto/

· Lojas abertas – Horário de funcionamento:

C&C – De segunda-feira a sábado, das 9h às 18h

Leroy Merlin – De segunda-feira a sábado, das 9h às 18h

Lustres Yamamura – Funcionará a partir de 4 de maio: De segunda-feira a sábado, das 11h às 20h

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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

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No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.

A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.

Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.

A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.

A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.

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Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

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A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.

Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.

Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.

Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.

Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.

Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.

Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.

Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.

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