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Catavento Cultural ganha espaço dedicado à importância do olfato no “Museu do Perfume” do Grupo Boticário

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Depois da pandemia do Covid-19, um dos sentidos mais estudados pelos cientistas tem sido o olfato, e a importância dele para a qualidade de vida e bem-estar das pessoas. Por isso, unindo tecnologia, inovação e ciência, o Grupo Boticário reabre nesta quinta-feira, 19, a exposição “O Mundo do Perfume – Viagem pelas Fragrâncias”, mais conhecida pelo público como o Museu do Perfume. Instalada no Museu Catavento desde 2017, a mostra, que tem apoio das empresas Wheaton, Givaudan e Provital, busca resgatar a história e cultura do perfume como um dos hábitos mais antigos da humanidade.

Totalmente repaginado e ocupando 100m², o espaço ganhou ilustrações em papiro, totem para teste do olfato, além do novo espaço lúdico e interativo, para continuar contando a história das fragrâncias, desde a história do vidro até as técnicas mais modernas de extração, proporcionando aos visitantes um ambiente interativo, lúdico e didático onde possam aprender e ainda criar a sua própria fragrância.

César Veiga, perfumista do Grupo Boticário, conta que as fragrâncias fazem parte da história uma vez que são grandes meios de comunicação e que a escolha de determinados produtos transmite personalidade, sentimentos e intenções e que é importante entender a história para contemplar a evolução de todo o mercado bem como da sociedade.

O acervo da exposição conta com cerca de 300 peças dos mais variados tipos e de extrema relevância para o mundo a Perfumaria como exemplares do “Shalimar” (Guerlain e Chanel n°5), de 1921; “Visa” (Robert Piguet), de 1947. Além de itens de 1920, como Sabonete super fino, Alfazol e Beijoim da Granado e o 4711 mulheres, comercializado em 1792.

Ao final, os visitantes contarão ainda com um espaço instagramável para registrar suas fotos, além de uma holografia que permitirá os usuários a embarcarem ainda mais no universo do mundo do perfume.

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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

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O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.

O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.

Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.

Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.

O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.

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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

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Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.

Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.

Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.

“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.

A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.

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