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Caravana de Natal Coca-Cola exige seis meses de preparação

A Caravana de Natal da Coca-Cola FEMSA Brasil rodará o país até o dia 23 de dezembro. O show itinerário encanta o público por onde passa. Ao todo, a Caravana de Natal percorrerá 19 mil quilômetros, visitando 85 municípios, distribuídos por 7 Estados, e impactará mais de 62 milhões de pessoas. A empresa paranaense de marketing PromoPlus Live Marketing, responsável pela ação há mais de 10 anos, faz a magia acontecer através de muito trabalho e dedicação. Para que tudo isso seja possível, a empresa conta com profissionais de vários estados contratados temporariamente. “São seis meses de preparação todos os anos para fazer a caravana em várias cidades do Brasil, geramos mais de 150 empregos diretos e indiretos na execução desta campanha que é uma de referência mundial na Coca-Cola”, explica a sócia fundadora da PromoPlus, Ana Paula Barbosa.
Nos bastidores da Caravana de Natal da Coca-Cola FEMSA Brasil, a equipe de produção trabalha com 3.200 metros de mangueiras luminosas e 1.000 pontos de fibra óptica para compor o cenário visual. Um dos elementos principais é a instalação de 40 metros de painéis de LED em formato de lata de Coca-Cola, que exigem programação detalhada para apresentar vídeos com ícones da marca, simulações do líquido da bebida e elementos desenvolvidos com inteligência artificial. A montagem e sincronização dessas estruturas são realizadas por equipes especializadas, garantindo a execução de cada detalhe técnico. “Essa caravana representa o resultado de meses de planejamento e trabalho em equipe, com profissionais de diversas áreas alinhados para criar uma experiência que vai além do visual. Nosso foco está em unir tecnologia e criatividade para transmitir a mensagem da marca de forma impactante e memorável, sempre considerando os desafios de logística e produção que um projeto dessa magnitude exige. É um orgulho ver o conceito ganhar vida e se transformar em um espetáculo que envolve e emociona o público”, comenta Ana Paula.
Todo ano há uma novidade, mas neste ano a Caravana traz uma simbologia duplamente especial. Com o tema “Desperte o Papai Noel que há em você”, a caravana terá ações e atrações especiais quando passar pelo Rio Grande do Sul. Um caminhão extra no comboio traz a mensagem “Unidos Pelo Rio Grande do Sul” e um jingle gaúcho foi criado para celebrar a região. A ação também irá envolver doações de 900 cestas básicas, que serão entregues para 18 ONGs de diversas cidades, além de visitar clientes da Coca-Cola FEMSA Brasil. “A iniciativa é uma das mais aguardadas em todo o território da Coca-Cola FEMSA Brasil, e este ano ela ganha um significado ainda mais especial. Após os desafios enfrentados pelas comunidades do Rio Grande do Sul, devido às recentes enchentes, decidimos expandir nossa Caravana de Natal e criar uma ação pensada especialmente para o Estado, com o objetivo de levar mais esperança e alegria às localidades afetadas. Além disso, vamos atender duas rotas simultaneamente, ampliando o número de cidades contempladas e levando a magia do Natal a ainda mais pessoas, especialmente àquelas que enfrentaram momentos de dificuldade”, afirma Luciano Sá, gerente de Experience & Prestige Accounts da Coca-Cola FEMSA Brasil.
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Trident consolida linha X-Gamers e se posiciona como “Player 2” do público gamer no Brasil

A Trident, marca da Mondelēz International, reforça sua ofensiva estratégica no universo dos esportes eletrônicos e do entretenimento digital. Com o fortalecimento da linha X-Gamers, a marca amplia seu diálogo com a Geração Z através dos sabores Citrus Mix e Acid Berry, consolidando o conceito de que o produto é o aliado ideal tanto para partidas casuais quanto para sessões de alta performance. Sob a nova assinatura “Masca & Faz Sua Play”, a agência LePub São Paulo desenhou uma comunicação que reconhece a pluralidade dos jogadores, do estilo for fun ao try hard.
A estratégia da marca vai além do posicionamento de produto; trata-se de uma inserção cultural que visa combater a pressão do “mundo real”. Ao se colocar como um Player 2, a Trident propõe que mascar a goma auxilia no foco e no controle emocional, seja em competições de elite ou em momentos de socialização analógica. A linha apresenta-se em embalagens de 48,3g no formato garrafa, design pensado especificamente pela praticidade exigida durante o gameplay.
Dentro da segmentação da linha, o Citrus Mix foi associado ao casual gamer, aquele que busca conexão com amigos e entretenimento impulsionado por creators e pelo hype. Já o Acid Berry é direcionado aos jogadores que buscam vitória em longas jornadas competitivas. Para amarrar esses perfis, a campanha Bottle Royale utiliza um trocadilho com o popular gênero battle royale, reforçando a identidade visual e funcional da embalagem.
Samara Barros, gerente de marketing de Trident, explica que a marca busca ser um suporte para os diferentes ritmos de cada usuário. “Todo mundo joga por um motivo diferente; para relaxar, para se distrair, para competir ou até para esquecer um pouco a pressão do dia a dia. Com X-Gamers, a gente quis estar presente nesses momentos de um jeito leve, como um parceiro mesmo, que acompanha e auxilia o ritmo de cada jogador. É mascar e fazer sua play”, afirma a executiva.
Para sustentar esse posicionamento no live marketing e nas plataformas digitais, a Trident também anunciou o patrocínio à Kings League Brazil. A parceria prevê uma série de ativações, transmissões e experiências imersivas que levam o conceito da marca para fora das telas e para dentro das comunidades. Ao integrar-se organicamente ao calendário competitivo e de entretenimento, a marca reafirma sua capacidade de entender o comportamento de uma geração que não vê fronteiras entre o jogo e a vida real.
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Estudo Tensões Culturais 2026 revela brasileiro mergulhado em otimismo defensivo e fadiga de decisão

Em um momento em que a instabilidade deixou de ser um evento esporádico para se tornar uma condição permanente, a Quiddity, consultoria de pesquisa estratégica do ecossistema Untold|, apresentou oficialmente o estudo “Tensões Culturais 2026”. O lançamento, realizado no Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBE), em São Paulo, traçou um diagnóstico minucioso do comportamento do consumidor após ouvir 1.355 pessoas em todo o território nacional. A análise destaca o papel central da Geração Z na reconfiguração das relações de consumo e a urgência de uma nova postura das marcas diante de crises sistêmicas.
A pesquisa aponta que o tradicional otimismo brasileiro, antes utilizado como ferramenta de sobrevivência, já não é capaz de neutralizar a convergência entre emergência climática, disrupção tecnológica e a saturação de informações. Esse cenário gera o que o estudo classifica como information overload, resultando em efeitos cognitivos como a fadiga de decisão. “O brasileiro, historicamente, vive em cenário de instabilidade recorrente. O ambiente nunca foi realmente seguro por muito tempo, e a sociedade aprendeu a viver em alerta. Mas, o que muda agora? Dessa vez, não é apenas o Brasil que vive sob tensão e pela primeira vez não temos um caminho claro a seguir”, contextualiza Rebeca Gharibian, sócia e diretora geral da Quiddity.
Nesse ecossistema de incerteza ampliada, surge o conceito de “otimismo defensivo”. O consumidor, agora mais cético e exausto, busca refúgio em microcomunidades e círculos de confiança restritos. Dentro dessa dinâmica, a Geração Z assume o protagonismo ao impor um pragmatismo que pune a hipocrisia institucional. Para esses jovens, a coerência entre discurso e prática é inegociável, o que torna a reputação das empresas um ativo extremamente volátil e dependente de comportamentos reais, não apenas promessas de marketing.
Everton Schultz, líder do grupo Untold|, reforça que a mudança no sistema de influência é profunda e irreversível. “Entender esse estado de espírito é crucial para qualquer líder de negócio hoje. Marcas e instituições perderam o controle da conversa. Vivemos em um Brasil em tensão, e emerge um novo sistema de influência, com protagonismo nítido da Geração Z”, afirma o executivo.
O estudo conclui que, para serem relevantes em 2026, as marcas precisam atuar como redutoras de atrito na vida do consumidor. Em vez de disputarem atenção por meio do volume, as estratégias vencedoras serão aquelas que oferecerem segurança, clareza e transparência. Em um mercado onde a confiança é a moeda mais valiosa, o desafio das organizações passa a ser a construção de um legado de autenticidade em meio ao ruído permanente.








