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Campanha inédita com influenciadores de educação incentiva a cultura maker

A unidade de Tecnologias Educacionais da Positivo, em parceria com LEGO® Education convidaram 50 professores e influenciadores digitais apaixonados por educação e robótica para participarem do SPIKE™ Prime Influencers – Brasil, um programa global de experimentação do novo produto que visa estimular o ensino de STEAM (sigla em inglês para ciências, tecnologia, engenharia, arte e matemática) com alunos do Ensino Fundamental.
A campanha iniciada em junho contou com professores e influenciadores de todas as regiões do país, que receberam conjuntos SPIKE™ Prime em casa para testarem a solução educacional e todas as aplicações. A ação teve duração de 8 semanas e envolveu a realização de tarefas e desafios com o uso do kit que foram compartilhados nas redes sociais dos participantes. O segundo grupo já está recebendo o material e deve começar as mostrar os projetos em breve.
“Nosso objetivo é preparar os profissionais da educação e torná-los influenciadores do aprendizado da metodologia STEAM”, diz Alex Paiva, gerente de produtos da unidade de tecnologias educacionais da Positivo Tecnologia. “Ao mesmo tempo, queremos incentivar o inventor que habita em cada um de nós por meio dos influenciadores digitais, que podem gerar curiosidade nas suas audiências por meio da troca de experiências e conhecimentos em seus vídeos e postagens”.
Segundo o executivo, o Brasil precisa investir cada vez mais no desenvolvimento do pensamento científico, uma deficiência importante do país quando se analisa rankings globais de Educação. Alex Paiva explica que as competências mais relevantes podem ser trabalhadas a partir da ciência, entre elas a habilidade de resolver problemas, inclusive os cotidianos, tomada de decisão e criatividade.
O SPIKE Prime é composto por 523 peças de diferentes cores e tamanhos, que permitem a construção de robôs e dispositivos dinâmicos de forma rápida e prática. “O kit é muito amigável e intuitivo para o uso do aluno e do professor. Um dos objetivos dele é estimular a confiança dos estudantes no processo de aprendizagem das disciplinas que envolvem ciência, robótica e tecnologia, que nesse momento estende a sala de aula para a sala de casa e segue proporcionando momentos curiosos de criatividade enquanto os conceitos são assimilados naturalmente,” explica Paiva.
O professor Vandinei Nascimento, do SESI – Serviço Social da Indústria de Altamira, no Pará, foi um dos selecionados para o programa e conta que a experiência contribuiu muito para o desenvolvimento de novas formas de ensinar. “No decorrer das atividades descobrimos novas oportunidades e funções do SPIKE™ Prime, que permite ensinar programação de uma forma diferente. Assim é possível transformar as disciplinas mais complexas em conteúdos simples e de fácil compressão, além de deixar as aulas muito mais dinâmicas e atrativas para os alunos”.
A campanha foi estruturada no Brasil com um conceito muito estratégico e lógico do que a empresa entende por influência digital efetiva. Foram selecionadas pessoas com real impacto sobre grupos importantes para adoção da nova solução, portanto, os critérios considerados para o título de influencer foram relacionados ao envolvimento das pessoas no movimento MAKER, STEAM, estímulo ao pensamento científico e, naturalmente, a paixão por criar e por construir projetos robóticos, ingrediente fundamental nessa fórmula.
“Nossa conceituação de influenciador digital reforça a tendência das marcas em identificar micro e nano influenciadores que tenham efetiva influência. Pessoas que fomentam ideais, debates e são incentivadores do processo de aprendizagem nos mais diversos ambientes”, comenta Bianca Vieira, gerente de Marketing e Vendas da unidade de tecnologias educacionais da Positivo Tecnologia.
O jovem Eduardo Brízida, do canal Universo da Robótica no YouTube e estudante de Engenharia de Controle e Automação do CEFET-RJ, é uma das figuras mais conhecidas do assunto e foi um dos nomes integrar a campanha. Dono de uma didática muito interessante para abordar projetos com robôs, Eduardo já conhecia o kit desde o lançamento global em 2019, “imediatamente, eu fiquei muito impressionado e curioso para testá-lo. Naquela época mal se passava na minha cabeça a possibilidade de eu ter o SPIKE Prime e muito menos de participar de um projeto dessa magnitude”, comenta o youtuber.
De acordo com Eduardo, a iniciativa proporcionou um conhecimento mais aprofundado e o domínio necessário para desenvolvimento dos projetos de forma mais fluida e segura.
“O sentimento é uma mistura de orgulho e felicidade. Buscarei de alguma forma continuar trazendo conteúdo desse kit porque o seu potencial é incrível e a diversão é garantida”, conta Eduardo, que criou um perfil no TikTok para seguir com vídeos de projetos de uma outra perspectiva.
Adriana Bini, professora e coordenador de Ensino Fundamental e Médio da rede pública de Campinas, é uma das influenciadoras que recebeu o material e pode desenvolver projetos cada vez mais elaborados ao longo de oito semanas. “Foram dois meses intensos de construções e programações. Oportunidade maravilhosa poder participar desse programa envolvendo dedicação, superação, partilha e aprendizado com feras do país inteiro, o que fez dessa experiência um período único”, comemora Adriana, que confirma que o material é completo para programação intuitiva, tem modelos de planos de aula que oportunizam o desenvolvimento de habilidades eficazes na solução de problemas e pensamento lógico compõe o software utilizado, além de informações online para suporte de professores e alunos. “Apaixonante, desafiador e autêntico! Impossível não se apaixonar pelo LEGO® Education SPIKE Prime! Que venham outras oportunidades!”, diz Adriana.
A vice-diretora de Tecnologia Educacional na Rede de Ensino Caminho do Saber (Caxias do Sul – RS), Alessandra Colvara, relata que participar do SPIKE™ Prime Influencers – Brasil foi muito importante, agregou novos conhecimentos, experiências e até amizades. “A rede de SPIKE™ Prime Influencers – Brasil está apenas começando”, alerta positivamente Alessandra.
Durante a campanha, os participantes também ganharam capacitação sobre o kit e sobre a metodologia LEGO® Education, por meio de videoconferência. Além disso, aqueles que atingiram percentual cumprido nas etapas recebem um certificado. Os trabalhos desenvolvidos pelos participantes do SPIKE™ Prime Influencers – Brasil podem ser acompanhados pelo site https://spibr.criatividade.digital/ ou nas as redes sociais da Tecnologia Educacional, no Instagram e Facebook.
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Britânia lança campanha de Dia dos Pais com inteligência artificial e foco nos momentos do cotidiano

A Britânia acaba de colocar no ar sua campanha nacional de Dia dos Pais 2026 sob o conceito institucional “Para os momentos que importam”. A estratégia de marketing foi desenhada para reforçar que o ato de presentear vai além do valor material do produto, posicionando a marca de eletroportáteis e eletrodomésticos como uma facilitadora de momentos de carinho, cuidado e conexão real nas pequenas rotinas familiares.
A peça central da campanha dá continuidade à narrativa emocional iniciada no Dia das Mães de 2026. Produzido pela GRID Content, o filme publicitário destaca-se pelo uso de inteligência artificial aplicada à pós-produção. Na campanha, a tecnologia foi adotada como um recurso estético e criativo para enriquecer a transição das cenas, mantendo a autenticidade e a sensibilidade das interações cotidianas reais entre pai e filho.
A nova campanha chega ao mercado respaldada pelo excelente desempenho comercial registrado pela Britânia no Dia dos Pais de 2025, período em que a marca alcançou um crescimento expressivo de no tíquete médio de vendas em comparação ao ano anterior. Os resultados financeiros comprovam uma tendência consolidada de consumo de presentes úteis, voltados para a casa e para o preparo de refeições compartilhadas.
A campanha de Dia dos Pais desdobra-se em uma estratégia de comunicação integrada 360 graus. A marca ativará pontos de contato estratégicos que incluem compra de mídia online e offline, forte presença de conteúdo nas redes sociais, ações táticas com influenciadores digitais e assessoria de imprensa corporativa.
Esse movimento integra-se a um plano de expansão institucional que, nos últimos anos, ampliou os investimentos da Britânia em patrocínios de eventos gastronômicos, inserções publicitárias em grandes emissoras de TV aberta e materiais personalizados de merchandising nos pontos de venda (PDV).
Ana Luiza Buffara, vice-presidente da Britânia, ressalta a importância da data para a conexão histórica da marca com a população. “Há 70 anos, a Britânia faz parte da rotina das famílias brasileiras. Nesta data, queremos lembrar que presentear é também uma forma de demonstrar cuidado, carinho e criar memórias. Afinal, são os pequenos momentos compartilhados no dia a dia que realmente fortalecem a relação entre pais e filhos.”
Com o lançamento, a Britânia reafirma sua proposta de valor e aproximação emocional com o consumidor, ofertando um portfólio completo que integra as categorias de cuidados pessoais, cozinha e eletrodomésticos, facilitando as tarefas do lar e liberando tempo para o que realmente importa: a convivência familiar.
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Viés racial em Inteligência Artificial e as falhas de representatividade e os limites éticos do mercado de US$ 617 bilhões

O mercado global de Inteligência Artificial caminha para atingir a marca de US$ 617 bilhões até o final do segundo semestre de 2026, mantendo uma taxa de expansão de ao ano, segundo dados da consultoria alemã Statista. No entanto, diante das mais de 47 mil ferramentas ativas mapeadas pela plataforma “There’s An AI For That” (TAAFT) em setores que vão do recrutamento empresarial à publicidade, desenvolvedores e especialistas acendem um alerta: os vieses raciais e algorítmicos podem comprometer a sustentabilidade e a confiabilidade desse crescimento tecnológico.
O debate ganhou contornos urgentes com a divulgação do documento “Lado Sombrio do Escalonamento de Conjuntos de Dados” no GitHub. O estudo revelou que, em 14 modelos multimodais baseados na arquitetura Vision Transformers (ViT-L) — sistemas que processam texto e imagem simultaneamente —, a probabilidade de uma imagem de um homem negro ou latino ser erroneamente associada ao termo “criminoso” aumentou em até .
Cáren Cruz, CEO da Pittaco Consultoria, especialista em imagem identitária e participante da 9ª temporada do programa Shark Tank Brasil, explica que a atual crise ética da inteligência artificial generativa herda falhas estruturais de tecnologias de análise facial desenvolvidas há quase uma década. “Ainda em 2017, a pesquisadora Joy Buolamwini, do MIT Media Lab, vinha denunciando falhas nos sistemas de visão computacional a partir da sua própria experiência como mulher negra. Em 2018, ao lado de Timnit Gebru, ela publicou o estudo Gender Shades, demonstrando que softwares comerciais de análise facial apresentavam índices de erro drasticamente maiores ao analisar mulheres de pele escura em comparação a homens de pele clara.”
Para Cáren Cruz, a raiz do problema reside na curadoria dos bancos de dados que alimentam os algoritmos de machine learning. Sem uma base de dados que represente a pluralidade humana, a inteligência artificial acaba por reproduzir e automatizar as desigualdades históricas do ambiente analógico. “A tecnologia não nasce neutra. Ela aprende a partir de bancos de dados, imagens, descrições e repertórios que também carregam desigualdades históricas. Se esses dados foram construídos com baixa diversidade racial, a ferramenta tende a reproduzir essas limitações. Quando o sistema altera características fundamentais de uma pessoa negra, está reproduzindo uma lógica histórica em que determinados traços são tratados como algo a ser corrigido ou neutralizado.”
Com mais de 18 anos de atuação no mercado de consultoria identitária corporativa, a CEO da Pittaco defende que a diversidade racial e a precisão técnica em colorimetria devem ser tratadas como prioridades de engenharia pelas big techs. A executiva relembra uma dinâmica de desenvolvimento de produto em que participou de um grupo focal nacional: a metodologia de uma instituição tentou categorizar a pele negra em apenas 6 tons. Trata-se de uma simplificação analítica ineficaz para o mercado de cosméticos, imagem e tecnologia, especialmente no Brasil. “Quem trabalha com imagem sabe que essa redução não abraça a complexidade das peles negras. Não estamos falando de uma única cor ou classificação, mas de um espectro muito amplo, que envolve variações de pigmentação, subtons, luminosidades, contrastes e profundidades cromáticas decorrentes de intensas miscigenações. A inovação verdadeira precisa reconhecer, preservar e respeitar a pluralidade das aparências negras sem apagar, suavizar ou padronizar aquilo que nos identifica.”








