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Campanha de Dia dos Namorados da Água de Cheiro destaca essências que envolvem a paixão

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Neste Dia dos Namorados, a Água de Cheiro, preparou uma campanha voltada para os enamorados de todo o Brasil. O Key Visual, repleto de cores quentes que remetem à paixão, tem como slogan “o amor é a essência”, fazendo referência às diversas fragrâncias que envolvem os relacionamentos.

Segundo Olindo Caverzan Júnior, diretor da Água de cheiro, a campanha tem o intuito de despertar a troca de fragrâncias e sensações que a paixão promove entre os apaixonados. “O amor pode ser traduzido em cores, sensações e, sem sobra de dúvidas, fragrâncias e aromas que marcam momentos. Nesse Dia dos Namorados, buscamos lembrar os casais que a paixão deve sempre ser cultivada, resgatando aromas que simbolizam esse sentimento tão incrível”, afirma.

A campanha será desdobrada nas redes sociais (Instagram Facebook ) e no E-commerce da marca.

Delivery
Com o intuito de garantir a entrega dos produtos nessa data especial, além de disponibilizar todo seu portfólio através do E-commerce da marca, a Água de Cheiro está investindo no serviço de delivery, que já é uma opção em diversas cidades espalhadas pelo Brasil, onde as equipes se unem para atender os consumidores por telefone ou Whatsapp. Ao total, mais de 40 operações trabalham com o modelo e os números para contato direto com as lojas estão sendo divulgados nas redes sociais da marca.

E, pensando em cidades nas quais a Água de Cheiro ainda não possui operação, a franqueadora também criou o sistema de compras através do Canal de Televendas, no número 0800 200 1202, ou por WhatsApp, no número (11) 98555-7549. Neste caso, a entrega é feita pelos Correios e abrange todos os municípios do Brasil.

E, para adoçar a data, nas compras acima de R$ 170,00 realizadas no site da Água de Cheiro, os consumidores ganharão uma caixa de Corazones, da Havana.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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