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Campanha da Ampla para programa de educação de jovens e adultos no Espírito Santo mostra que sempre é tempo de mudar

A educação transforma e qualifica as pessoas, independentemente da idade. Esse fato ganha dimensão gigante em nova campanha criada pela Ampla para a Secretaria de Educação (SEDU) do Governo do Estado do Espírito Santo. Com o slogan “Sempre é Tempo de Mudar”, a comunicação convida cidadãos a se matricularem no Programa de Educação de Jovens e Adultos (EJA), motivando mulheres e homens de todas as faixas etárias a retomarem seus estudos, alcançarem seus objetivos e contribuírem para suas comunidades.
Contando com vídeos para TV e YouTube, conteúdos para redes sociais, spots de rádio e banners nos principais websites do Estado, a ação busca demonstrar que todos podem participar do programa. Em emissoras locais, a exibição de dois vídeos evidenciam o impacto positivo da EJA, destacando oportunidades e transformações pessoais.
A primeira peça traz uma mulher de cerca de 40 anos que, por meio da EJA, concluiu o ensino básico e se qualificou para o mercado de trabalho. A outra mostra um jovem que, após abandonar os estudos, retomou e concluiu sua formação. Essa atitude o preparou para um novo emprego, simbolizando o início de uma mudança significativa em sua vida.
“O discurso adotado na campanha ressalta a importância da participação de pessoas de todas as faixas etárias no programa, destacando o valor da inclusão das várias gerações. O objetivo é reforçar a ideia de que o estudo, independentemente da idade, é essencial para o sucesso de cada um e do próprio programa. Todas as pessoas, desde as mais jovens até as mais velhas, têm papel significativo na sociedade e a educação é crucial para o progresso pessoal e profissional. Essa é a mensagem a ser evidenciada, explica André Muhle, diretor de Criação da Ampla-ES.
Inclusão social – Em 2023, cerca de 23% dos brasileiros entre 15 e 29 anos não haviam concluído o ensino médio. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Diante desse cenário, a EJA surge como ferramenta essencial para promover inclusão educacional e social. O programa oferece oportunidades de aprendizagem flexíveis e adaptadas às necessidades dos alunos que, por diversos motivos, não puderam concluir seus estudos na idade regular. Além de fornecer conhecimento acadêmico, a EJA também promove cidadania e desenvolvimento pessoal. Os alunos podem expandir habilidades essenciais, como a capacidade de comunicação, pensamento crítico e resolução de problemas.
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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.
O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.
Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.
Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.
O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.
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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.
Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.
Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.
“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.
A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.








