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Camila Queiroz será apresentadora e madrinha da maior competição de influenciadoras do Brasil

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Ela dita cores, tendências, produtos e é a queridinha do público, a atriz e modelo, Camila Queiroz será uma das apresentadoras e madrinhas da maior competição de influenciadoras digitais do país, o GlamStar. A competição, que é promovida pela B4A, primeira beauty tech brasileira, acontecerá de fevereiro a maio de 2022.

Com mais de 17,5 milhões de seguidores nas redes sociais, Camila compartilha sua rotina de trabalho, lazer com os amigos e muitas dicas com os seus seguidores. Como modelo, iniciou sua carreira aos 14 anos, após ganhar um concurso de uma marca nacional de roupas. Dois anos depois, ela já desfilava pelas passarelas de Tokyo e, aos 18 anos, Camila morava em Nova York, onde teve oportunidade de participar de diversas campanhas publicitárias. Somente aos 21 anos, recebeu a oportunidade de ser a protagonista de Verdades Secretas, novela da Rede Globo, que a projetou ao estrelato.

“Estamos felizes em ter a Camila como uma das madrinhas da competição. Acreditamos que, assim como a Patrícia Ramos e a Tata Estaniecki,  ela carrega a força do empreendedorismo feminino no mundo da moda e beleza, além de inspirar diversas meninas a realizarem seus sonhos. É isso que queremos com o GlamStar: realizar sonhos!”, comenta Jan Riehle, CEO da B4A.

Serão 16 semanas de competição com desafios que irão testar as habilidades das candidatas em relação às técnicas de maquiagem, desenvoltura em frente à câmera, didática em tutoriais sobre o novo GlamApp ( site do Clube de Beleza da Glambox), carisma, disciplina, conhecimento do assunto e outras características imprescindíveis para  influenciadoras digitais de beleza. A cada etapa, serão classificadas as participantes com melhor desempenho.

Das mil competidoras que começam no concurso, somente quatro influenciadoras chegarão até a grande final, em São Paulo, em uma cerimônia que será palco para o último desafio da temporada. Ao lado de Camila Queiroz, as influenciadoras Patricia Ramos e Tata Estaniecki, que juntas somam mais de 13 milhões de seguidores nas redes sociais, também apresentarão o concurso e a grande final.

A vencedora levará para casa um contrato de 100 mil reais com a B4A para iniciar a carreira profissional com as melhores marcas de beleza do país. O segundo e terceiro lugares serão premiados com contratos de 50 mil e 20 mil reais, respectivamente, com a organizadora da competição. As competidoras ainda terão a oportunidade para mais conquistas ao longo da temporada, podendo negociar contratos de trabalho com as marcas participantes do evento.

Para participar, as candidatas devem ter mais de 10 mil seguidores – Instagram, Youtube ou Tiktok – e produzir conteúdo voltado para beleza. Quem ainda não atende às condições, têm até o dia 31 de janeiro para se tornar apta, com a ajuda de tutoriais e dicas disponíveis na área de assinantes da Glambox. As inscrições devem ser feitas pelo formulário de inscrição no site: www.glamstar.com.br

“Convidamos todas que desejam ser influencers de beleza para participar do concurso. É uma chance única de ser conhecida por mais pessoas, de se aproximar de nossas marcas parceiras e se tornarem grandes influenciadoras no Brasil!”, finaliza o CEO.

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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