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Camila Farani estreia a primeira campanha do Boticário para 2023

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Pensando em aliar o cuidado pessoal com as melhores dicas de educação financeira, o Boticário apresenta, em campanha estrelada por Camila Farani, empresária e empreendedora, a já tradicional Boti Promo, em sua primeira edição do ano. 

Até o dia 22 de janeiro, 600 produtos compõem o variado estoque da marca em descontos de até 50%, incluindo itens de cuidados com o corpo, com a pele, cabelos, maquiagens e fragrâncias icônicas. Com campanha elaborada pela W3Haus, o Boticário recebe a investidora conhecida pelo olhar de negócios para dar dicas essenciais de cuidado pessoal e com o bolso – a fim de que o ano seja próspero e repleto de autoestima, no filme inédito e nas redes proprietárias da marca. 

“Sabemos que o início do ano é um momento no qual as pessoas estipulam metas para obter conquistas importantes no ciclo que acaba de iniciar, por isso buscamos trazer dicas da Camila, uma mulher reconhecida por dominar boas práticas de finanças e investimentos para propor uma comunicação bem relacionada às expectativas reais de nossos consumidores. Mais do que apresentar promoções de produtos icônicos, buscamos que as pessoas sigam seus planejamentos para o ano, sem abrir mão do que mais importa: seu bem-estar e autocuidado.”, comenta Marcela De Masi, diretora de comunicação do Boticário.

Nas redes sociais, acontece ainda o “Plantão Glow Up”, quando Camila Farani compartilha, no Twitter do Boticário, as melhores dicas para manter o glow up em dia, além de resoluções para o ano que se inicia. “Estou muito feliz com esse convite de uma marca que dialoga com a maioria dos brasileiros. Vivemos o início de uma nova era, com os consumidores buscando conexões com empresas alinhadas com valores como consumo consciente e sustentabilidade. Com essa iniciativa do Boticário, e o compartilhamento de dicas, conseguiremos entregar uma ajuda no planejamento do ano que todos costumamos fazer nessa época, mas sempre alinhada com a visão de buscarmos cada vez mais autoconhecimento e autocuidado”, comenta Camila.

 

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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

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O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.

O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.

Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.

Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.

O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.

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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

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Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.

Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.

Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.

“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.

A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.

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