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BRF promove mudanças na área de marketing e inovação

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BRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo, realizou mudanças na área de marketing e inovação da empresa. O executivo Luiz Franco, que liderou por três anos a unidade de negócios BRF Ingredients, assumirá a área de Inovação e toda a estratégia das categorias e marcas da Companhia, que inclui as icônicas Sadia, Perdigão e Qualy. Marcelo Suárez, que esteve à frente da área de marcas no Brasil, passa a atuar como diretor de Trade Marketing, conectado à vice-presidência Comercial Brasil. A nova estrutura visa maior eficiência, partindo do diálogo das marcas nas mídias até a execução dos produtos nos canais de vendas, tornando as marcas da BRF cada vez mais presentes na mesa dos consumidores.

Franco tem mais de 20 anos de experiência em Marketing em bens de consumo e reúne passagens pela Pernod Ricard e por operações do Grupo GP. Há mais de 10 anos na BRF, o executivo ingressou na empresa no segmento de lácteos e margarinas, contribuiu para a reestruturação de categorias, trade e marcas, além de ter sido diretor de marketing do mercado Halal, quando ficou baseado em Dubai, garantindo o avanço da marca Sadia no momento da inauguração da unidade produtiva de Kizad, nos Emirados Árabes Unidos. Depois, assumiu a diretoria da BRF Ingredients, consolidando a operação e seus resultados com uma forte agenda de inovação.

Marcelo Suárez, que acumula mais de 20 anos de experiência em Marketing, com passagens pela Philip Morris, AmBev e Carrefour, liderou nos últimos três anos a estratégia de fortalecimento de marcas, estreitando o vínculo com o público feminino e jovens. Com os esforços do time, a Sadia atingiu o patamar de marca mais valiosa de alimentos e mais confiável do Brasil* e a preferência pelas marcas da BRF (Sadia, Qualy, Perdigão, Claybom e Deline), chegou a 46%. Na nova configuração, o executivo será responsável pela área de Trade Marketing, report direto ao vice-presidente Comercial Brasil, Manoel Martins. Em sua nova posição, o executivo liderará estratégias e inteligência de vendas, estreitando ainda mais a relação da Companhia com os clientes B2B.

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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

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A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.

Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.

Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”

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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

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Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?

Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.

A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.

Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.

Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.

A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.

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