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Bob Burnquist, Fê Garay, Rubinho Barrichello e mais atletas campeões marcam presença no 1º Summit de Esportes do Rio2C

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O mercado esportivo movimenta bilhões de dólares anualmente no mundo e tem aproximado mais marcas e público durante os últimos anos. De olho na tendência, o Rio2C, maior evento de criatividade e inovação da América Latina, em parceria com a NWB e o Grupo SBF, que junto com Centauro, Nike, FitDance, OneFan e X3M, formam o maior ecossistema esportivo do Brasil, lançam o Sports Innovation, primeiro summit voltado ao segmento no festival.

O evento, que é realizado no Cidade das Artes/RJ, reuniu em 2022 quase 40 mil participantes, sendo 1.100 empresas brasileiras e estrangeiras, mais de mil palestrantes em 15 palcos. O summit, que será realizado no dia 11 de abril, contará com 18 painéis e mais de 70 palestrantes convidados, em três salas exclusivas. Um line up completo de temas que envolvem discussões sobre todo o ecossistema, que vão de debates sobre estratégia, passam pelo de desempenho de atletas e até os benefícios que o esporte traz para a saúde.

A potência das mulheres no esporte é uma das marcas da programação. Isabel Swan, ex-atleta medalhista olímpica de vela e atual coordenadora de esportes femininos do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), fala sobre o impulsionamento da popularidade no setor. Atleta da Seleção Brasileira de Vôlei e patrocinada pela Nike, Fê Garay conversará sobre a relação entre foco e performance para vencer as disputas.

Além disso, o Summit de Esportes conta com atletas multi medalhistas, de alta performance e de alcance mundial. Maior vencedor da história do X Games, o skatista Bob Burnquist estará presente em um painel sobre esportes de rua e a influência na cultura jovem. Rubinho Barrichello, o piloto brasileiro mais experiente de Fórmula 1 e atual campeão de Stock Car, compartilhará sua trajetória na mesa sobre performance e foco. O ex-judoca Flavio Canto, que também já foi apresentador da TV Globo e presidente do Instituto Reação, debaterá sobre o impacto da prática de esportes para um estilo de vida saudável.

Os grandes players do mercado não ficaram de fora. CEOs, diretores e executivos de empresas com o core no esporte como Nike, NBA Brasil, ESPN, FitDance, Cruzeiro, UFC, Botafogo, Cazé TV, Livemode, Fla TV, e aquelas que apostam nesse nicho, como Warner Discovery/TNT, Youtube, TikTok, Amazon Prime, Facebook, Paramount, trarão suas experiências e insights sobre o momento e o futuro do setor.

“A Copa do Mundo de 2022 aqueceu o mercado esportivo, e o Mundial Feminino deste ano fez a relevância do setor se manter em alta. A visão de todos esses grandes profissionais será de grande valia para que marcas distantes desse nicho vejam valor e repensem suas estratégias para se conectar com milhões de criadores e fãs pela paixão por esportes”, comenta Vanessa Costa, gerente executiva de marketing da NWB.

A parceria entre Rio2C, NWB e Grupo SBF foi essencial para a curadoria do Sports Innovation. “Estamos muito animados com essa parceria com a NWB para desenvolver o 1ª Summit de Esportes do Rio2C. Ter empresas que conhecem por dentro o ecossistema esportivo tornou possível construir uma programação robusta, com grandes nomes e temas super relevantes. Estamos felizes pelo que criamos em conjunto e temos certeza que o público vai gostar também”, finaliza Rafael Lazarini, CEO do Rio2C.

 

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UBRAFE organiza Missão Inovação China para conectar executivos do setor ao mercado global de feiras

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Com a proposta de aproximar o mercado nacional de feiras e eventos corporativos das principais inovações do setor no cenário internacional, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (UBRAFE) realizará, entre os dias 14 e 22 de novembro de 2026, a Missão Inovação China. A iniciativa prevê uma imersão técnica de sete dias voltada aos associados da entidade, com um roteiro que inclui passagens por centros de exposições de grande porte, empresas de tecnologia e fornecedores da indústria de eventos global.

A escolha da China como destino fundamenta-se na infraestrutura e nos recursos tecnológicos desenvolvidos pelo país para a realização de grandes encontros de negócios. O itinerário concentra-se na região entre Guangzhou e Shenzhen, polo produtivo e tecnológico que reúne fabricantes e prestadores de serviços para o setor. O programa foi estruturado para profissionais do segmento corporativo, abrangendo visitas técnicas, sessões de networking e reuniões institucionais.

A agenda do grupo inclui visitas a sete centros de convenções e exposições de grande porte, além de reuniões de trabalho com nove empresas desenvolvedoras de soluções para feiras de negócios, quatro entidades representativas do setor e uma promotora de eventos local. A delegação brasileira também integrará a programação do Glocal International Exhibition Industry Summit, em Guangzhou, fórum focado no relacionamento entre lideranças e executivos da indústria internacional.

A ação faz parte da estratégia da UBRAFE para incentivar a atualização técnica e a modernização do mercado brasileiro de feiras e eventos de negócios, estimulando o intercâmbio de conhecimentos e a adoção de novas tecnologias operacionais.

“A inovação deixou de ser um diferencial para se tornar um fator estratégico para a competitividade das feiras e eventos. Ao promover essa missão, a UBRAFE oferece aos seus associados a oportunidade de conhecer, na prática, soluções, modelos de gestão e tecnologias que estão redefinindo o futuro do setor em todo o mundo e ampliando muito a eficiência das ações de Live Marketing“, comenta Paulo Ventura, presidente da UBRAFE.

A participação no projeto é voltada exclusivamente aos associados da entidade, com a limitação de uma vaga por empresa para assegurar o caráter focado do grupo de tomadores de decisão. Além do acesso às agendas técnicas e aos encontros institucionais com organizações chinesas, o pacote da missão contempla hospedagem, transporte interno e serviço de tradução em português durante toda a programação.

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Ubrafe defende Marco Regulatório de Eventos e aponta impacto econômico de R$ 30 bilhões no setor

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A indústria brasileira de feiras e eventos corporativos, culturais e de entretenimento movimenta bilhões de reais anualmente, atrai milhões de visitantes e exerce um papel decisivo na macroeconomia, no turismo e na atração de investimentos. Com base nessa relevância, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (Ubrafe) reforça a urgência de avançar na tramitação e implementação do Marco Regulatório de Eventos (PL 1905/2026). A proposta legislativa busca estabelecer segurança jurídica, previsibilidade tributária e reconhecimento institucional a um segmento estratégico para o desenvolvimento do país.

De acordo com as lideranças do setor, as convenções e feiras não podem mais ser tratadas unicamente como ferramentas isoladas de marketing ou como alavancas para mitigar a sazonalidade da hotelaria. É o momento de analisar o ecossistema como uma indústria pesada de serviços que gera um efeito multiplicador na economia.

Para dimensionar o impacto financeiro do setor, a Ubrafe mapeou quatro grandes recortes da indústria que, juntos, injetam quase R$ 30 bilhões nas economias locais, ativando cadeias produtivas que englobam a malha de transportes, alimentação, comércio e serviços.

Se os grandes festivais e festas populares (B2C) destacam-se pela mobilização massiva em janelas curtas de tempo, o segmento focado em geração de negócios entre empresas (B2B) atua como um motor econômico contínuo. Em São Paulo, o calendário de feiras corporativas estende-se por cerca de 270 dias ao longo do ano, atraindo 8 milhões de executivos e compradores. Essa regularidade garante uma taxa de ocupação hoteleira perene, além de fomentar o networking, a prospecção de leads qualificados e a assinatura de contratos de longo prazo.

Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, defende que a amplitude do setor exige políticas públicas compatíveis com seu tamanho. “Os eventos, independentemente do formato, são vetores de desenvolvimento econômico, geração de emprego, promoção de destinos e fortalecimento de cadeias produtivas inteiras. Quando olhamos para esses números, fica evidente que o setor precisa ser tratado como atividade estratégica para o país, com regras mais claras, segurança jurídica e políticas públicas compatíveis com sua relevância.”

A consolidação do PL 1905/2026 é vista pela entidade como o passo definitivo para aumentar a competitividade internacional do Brasil na captação de grandes congressos globais. “Os eventos com foco na geração de negócios, ou B2B, em especial, têm um papel decisivo nesse debate porque combinam impacto econômico expressivo com regularidade ao longo do ano. É um impacto menos visível do que o de um grande festival, mas extremamente consistente e estratégico”, conclui Ventura.

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