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BMW X1 ganha conexão com Amazon Alexa para modelos produzidos a partir de 2019

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O SUV premium BMW X1, acaba de ganhar nova funcionalidade tecnológica. A partir de agora, mais de 7,5 mil unidades do modelo produzidas desde janeiro/2019, na fábrica de Araquari (SC), terão atualização gratuita dos serviços digitais para contar com integração via comando de voz com a Amazon Alexa.

A atualização remota de software (Remote Software Upgrade – RSU) mantém a liderança da BMW em inovação e conectividade, e acompanha a evolução do modelo BMW X1, líder no segmento premium da marca bávara. “Estamos felizes em trazer essa atualização para o nosso veículo mais produzido na fábrica do BMW Group Brasil em Araquari (SC). Acreditamos que essa nova proposta irá ampliar a experiência tecnológica de nossos clientes a bordo do SUV mais desejado do país”, conta Roberto Carvalho, Diretor Comercial da BMW do Brasil. “A atualização remota de software permite que nossos veículos continuem a modernizar de forma constante e se mantenham inovadores para os clientes”, reforça o executivo.

Parte do pacote de atualização, a Alexa oferece experiências interativas por comandos de voz, incluindo acesso a mais de mil skills, que funcionam como aplicativos, com informações, jogos, podcasts, entre outros. As skills estão à disposição dos usuários na condução em viagens e no dia a dia. Algumas das possibilidades de uso são acesso a notícias, confecção de lista de compras e possibilidade de responder perguntas, agendar compromissos no calendário, acessar listas de reprodução favoritas, pedir a previsão do tempo, perguntar “quando é o próximo feriado?”, ou mesmo “qual é a cotação do dólar?”. Também é possível acionar dispositivos de casas inteligentes* à distância, como acender luzes, ligar ar-condicionado, entre outras funcionalidades que podem ser conectados à Alexa.

Para ter acesso aos serviços disponíveis na Amazon Alexa, o motorista precisa apenas entrar na área ConnectedDrive, localizado dentro de Menu, pressionar a tecla “Option” do iDrive, e “Atualizar os Serviços”. Além dessa possibilidade, o BMW X1 também possui uma série de diferenciais tecnológicos, entre eles o BMW ConnectedDrive, assistente que fornece uma série de serviços ao motorista e ao passageiro e permite usufruir de itens como: Chamada de Emergência Inteligente, BMW Teleservices, serviços ConnectedDrive (BMW Online, englobando portal de notícias, clima e aplicativos), preparação para Apple CarPlay e Android Auto, serviços remotos com utilização das funcionalidades por meio do novo aplicativo My BMW – canal digital de relacionamento entre cliente, BMW e rede de concessionários, que oferece uma série de facilidades, bem como uma experiência totalmente interativa -, informações de trânsito em tempo real, Concierge, e serviço de suporte e informações para o cliente 24 horas por dia e sete dias por semana.

Versátil, tecnológico e esportivo, o BMW X1 mede 4,439m, 1,821m de largura e 1,598m de altura, com distância entre eixos de 2,670m. O porta-malas tem capacidade para 505l de bagagens, podendo ser ampliado para 1.550l, com os bancos traseiros rebatidos. O modelo combina dinâmica de direção e acerto de suspensão típicos da marca, além de contar com um motor de quatro cilindros em linha, de 1.998cm³, flex e dotado de tecnologia BMW TwinPower Turbo, capaz de entregar esportividade e diversão. A versão sDrive20i entrega 192 cavalos de potência (a 5.000rpm) e 280Nm de torque (a 1.250rpm), e está conectada a uma transmissão automática Steptronic de oito marchas e alavancas posicionadas atrás do volante para trocas de marcha (paddle-shift). Nesta configuração, o SUV é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 7,7 segundos e atingir a velocidade máxima de 225 km/h. Já na versão xDrive25i, por sua vez, o mesmo motor flex gera 231cv (a 5.000rpm) e 350Nm (a 1.250rpm), e está acoplado à mesma caixa de câmbio Steptronic, além de vir associado ao sistema de tração integral xDrive. Neste caso, o X1 chega a 100 km/h em 6,5s e alcança 235km/h de velocidade máxima.

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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

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O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.

O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.

Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.

Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.

O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.

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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

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Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.

Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.

Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.

“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.

A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.

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