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Bem Brasil anuncia novo presidente

A Bem Brasil Alimentos inicia 2021 com um novo presidente: Dênio de Oliveira, que ocupava o cargo de diretor administrativo-financeiro desde 2019, acaba de assumir o comando. Ele é o primeiro sucessor do fundador da companhia, João Emílio Rocheto, que passa a atuar no Conselho de Acionistas, juntamente aos demais sócios e membros. Terá como desafio, entre outros, liderar o processo de expansão da empresa, já em curso, com vistas a dobrar a produção atual de batatas pré-fritas congeladas e ampliar a liderança em vendas da indústria mineira no mercado interno.
O processo de transição da Bem Brasil vem sendo estruturado desde 2019, quando se tornou uma S.A. e passou a enfatizar a implementação de ações e práticas de Compliance, transparência e equidade na tomada de decisões. Agora amplia esse movimento de profissionalização da gestão, com a escolha de um CEO do mercado, com vasta experiência e conhecimento da companhia. “Dênio foi eleito pelo Conselho por sua competência e por um trabalho de excelência já desenvolvido, especialmente em 2020, um ano tão desafiador. Terá todas as possibilidades para acelerar a expertise do negócio, no que se refere à cultura e jeito de ser Bem Brasil, envolvendo o planejamento estratégico e a atuação em toda a cadeia de valor, para garantir o nosso legado”, argumenta João Emílio Rocheto.
Recém-nomeado, Oliveira agradece a confiança do Conselho e reforça o compromisso com o crescimento sustentável da empresa. “Assumo essa missão com muito orgulho e responsabilidade. Seguiremos firme na meta de transformar a Bem Brasil em uma das maiores companhias do setor de alimentos do país, mantendo os valores que a fizeram chegar, com sucesso, até aqui. Para isso, temos estrutura e uma equipe competente e dedicada, além de ousadia e pioneirismo, características naturais da família Rocheto”, afirma o novo presidente.
O executivo é bacharel em Ciências Econômicas e Ciências Contábeis, pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas), e concluiu o MBA em Controladoria e Finanças na Fundação Getúlio Vargas (FGV/RJ). Ele possui mais de 30 anos de experiência profissional em diferentes segmentos, desempenhando funções nas áreas de Contabilidade, Controladoria, Finanças, Administrativa, entre outras. Dênio de Oliveira tem 57 anos.
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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.
Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.
Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”
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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?
Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.
A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.
Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.
Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.
A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.









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