Conecte-se com a LIVE MARKETING

Empresa

Bem Bacana locações: seus móveis por assinatura e muito mais

Publicado

em

A Bem Bacana nasceu, há 12 anos, como uma empresa especializada em locação de mobiliários, acessórios e objetos de decoração para eventos corporativos e sociais.

Em 2022, explorando as novas tendências de consumo e o conceito da economia compartilhada, os sócios Andréa Ortiz e Nico Prochaska, decidiram ampliar os segmentos de atuação e criaram mais duas verticais de negócios: Locação de móveis residenciais e serviços para facilitar o dia a dia das pessoas em casa.

Bo segmento de “locação para casa” a empresa passou a atuar, fortemente, no mercado residencial, baseados na ideia de estimular os consumidores a repensar em como mobiliar suas casas, usufruindo de produtos como se fossem seus, porém sem precisar comprar.

Através de planos de assinatura customizados, os clientes podem escolher os móveis para qualquer ambiente da casa, e alugar por quanto tempo quiserem e ainda, realizar trocas ao longo do período de locação e tudo com montagem, manutenção e garantia incluídas. Ao término do contrato, é feita a devolução dos itens ou renovação do plano. E a qualquer momento, é possível realizar a compra de qualquer item.

O modelo atraiu a atenção de gigantes do mercado moveleiro como TokStok, MadeiraMadeira entre vários outros, contribuindo para formação de um acervo de mais de 3.000 itens diferentes e que deve chegar a 5.000 antes do final de 2023, provavelmente tornando a Bem Bacana o maior market place de locação de móveis residências do país.

Já o Concierge Bem Bacana foi criado para atender às necessidades que fazem parte do dia a dia de uma casa e uma parceria inédita com a PORTO, leva aos clientes da Bem Bacana a possibilidade de usufruir de mais de 100 serviços especializados contratados através das plataformas PortoFaz e RepparaCasa!

Ainda no hall do concierge e a partir de uma rede de profissionais selecionados e especializados em serviços complementares, clientes também podem contratar serviços de personal organizers, mudanças inteligentes, harmonização de ambientes, design de interiores, chef em casa, produção de eventos, mesa posta, higienização de estofados e até fixação de obras de arte e home staging.

O modelo também chamou a atenção de empresas que atuam na oferta de locação de imóveis prontos para moradia no conceito smart living que traz uma série de serviços agregados como é o caso da HOUSI por exemplo. Outra parceira importante da Bem Bacana é a QUINTO ANDAR que passou a oferecer os serviços de móveis por assinatura a toda a sua base de clientes.

Outra importante característica da operação da Bem Bacana é sua forte pegada ESG que está arraigada nos valores da empresa. Ações de controle e compensação de emissões, separação e destinação de resíduos, descartes controlados, upcycling de produtos e governança focada nestes princípios, são apenas alguns dos exemplos da atitude e do comprometimento com as pessoas e com o meio ambiente.   

Ao incorporar esses valores em nossas práticas e nos comunicar de forma transparente com nosso time, com o mercado, fornecedores e clientes, queremos fortalecer nossa posição como uma escolha consciente e responsável para aqueles que buscam uma alternativa sustentável na locação de móveis e decoração. Experimentem viver a era do “Life as a Service” em grande estilo, abraçando a sustentabilidade e a disrupção, e vamos juntos moldar um futuro em que a liberdade de escolha e a responsabilidade ambiental se encontram, criando uma nova narrativa de vida moderna e consciente.

Então, estão preparados para um novo jeito de consumir e ter novas experiências?

Nós estamos prontos e te esperando!”

Andréa Ortiz Prochaska

CEO Bem Bacana

Conheça mais em: www.bembacanalocacoes.com.br

Continue lendo

Empresa

TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

Publicado

em

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

Continue lendo

Empresa

Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

Publicado

em

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

Continue lendo