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Beefeater lança campanha com humor ácido dos britânicos

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A Beefeater, marca premium e londrina de gin, apresenta para nós, brasileiros, sua nova campanha de posicionamento. Fundada em 1820 e com poucos anos no Brasil, a label se apresenta de forma inédita para os consumidores brasileiros, trazendo uma linguagem irônica e britânica de seu guide global e revelando uma nova face de Beefeater que nos nunca tínhamos visto antes. 

Com a campanha voltada para o meio digital, a Beefeater convida todos a descobrirem o que o torna uma das marcas mais vendidas e pedidas ao redor do globo há 200 anos. Confira vídeo:

“Para essa campanha, nossa ideia foi trazer um pouco do humor ácido e irônico que é tão característico da cultura pop britânica,” explica Mariana Piovesani, Head de White Spirits da Pernod Ricard Brasil, que detém a marca. “Apesar de ser uma marca muito conhecida globalmente e até líder de categoria em muitos mercados, como Espanha e Japão, o consumidor brasileiro está na fase de experimentação com a categoria e com a marca. Temos certeza que os consumidores irão se apaixonar – não é à toa que somos a marca de gin mais premiada do mundo. São mais de 80 prêmios internacionais em 15 anos.”

A campanha de Beefeater, intitulada “O gin mais premiado do mundo… e você nem conhecia” vai ao ar em outubro e contará com o apoio também de diversas ações com influenciadores digitais, que mostrarão a facilidade e a flexibilidade do gin em momentos de consumo variados. Ainda, para apoiar a marca na missão de se aproximar ao público brasileiro, a Pernod Ricard lançará junto com a Band e a Barry Company o primeiro reality de coquetelaria nacional. Batizado de Bar Aberto, o programa contará com episódios dedicados à criação de drinks com Beefeater e outros destilados da companhia.

A Soko, agência de earned media das principais marcas da Pernod Ricard no Brasil, é responsável pelo conceito criativo e os desdobramentos de PR, enquanto a estratégia de mídia ficou a cargo da Mirum, Agência de Mídia e Data Intelligence. O desdobramento criativo da campanha ficou à cargo do hub de conteúdo interno da Pernod Ricard, intitulado Content Factory.

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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