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Bayer lança quarta temporada da websérie “Ser Agro é Bom” e busca novas conexões com consumidor final

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Integrada às tendências do mercado, a Bayer adota, para 2020, a estratégia de marketing de influência para desmistificar a linguagem do campo por meio de personalidades influentes das redes digitais

Com novo posicionamento da marca no mercado de inovações tecnológicas e para se conectar ainda mais com o público urbano, a Bayer lança a nova fase da websérie “Ser Agro é Bom”. A quarta temporada terá a participação de influenciadores digitais de ambientes bem diferentes do agro, mas que a cada episódio terão a oportunidade de conhecer sobre o tema e fazer relações com suas áreas de atuação. Novos episódios serão lançados ao longo do ano.

São quatro influenciadores, entre eles Luciano Amaral (games e tecnologia) e Guto Quiros (alimentação e sustentabilidade), além de referências nas áreas de finanças e lifestyle. “Nesta temporada queríamos algo realmente diferente das anteriores, cujo foco estava na narrativa do produtor sobre sua trajetória. Uma vez que nossa estratégia é a de nos aproximarmos da população, desmistificando o mundo agro, ter esses nomes como parte do momento digital reforça o quanto queremos apresentar a realidade do campo para quem é mais impactado por meio da cadeia alimentar sem, no entanto, conhecer de perto a realidade do setor, que é o consumidor final”, diz Daniela Barros, Diretora de Comunicação Corporativa da Divisão Agrícola da Bayer.
De acordo com o levantamento feito pela YOUPIX, aceleradora do mercado de influência, 68% das empresas consideram o Marketing de Influência estratégico para o negócio. “Acreditar no alcance da mensagem e na conexão que o meio digital tem com o consumidor é um importante passo para entender suas necessidades, isso mostra nosso grau de maturidade digital, que leva conteúdo relevante de forma natural para a sociedade, como um todo”, aponta Daniela.

O primeiro episódio conta com a participação do apresentador Luciano Amaral, que fez uma visita à engenheira agrônoma Patrícia Dias, em Goiás, a fim de mostrar como a tecnologia digital tem impactado o homem do campo. Por meio da plataforma digital Climate FieldView, que permite a integração entre máquinas, solo, clima, etc., por meio de big data, ele mostra os benefícios para os cultivos e para a sustentabilidade no agronegócio. O influenciador, inclusive, faz diversas comparações entre a lavoura de soja e o mundo dos games, algo tão presente na vida dele e de seu público, para ajudar a explicar os temas.

“Quando visualizei todo o processo de aplicação, já percebi um paralelo com games: o produtor que consegue usar bem seus recursos, chega ao ‘final do jogo’ com muito mais pontos do que os demais”, comenta Amaral.

Segundo a agrônoma, adepta da agricultura digital, com a ajuda de um drone é possível fazer a leitura da lavoura e saber onde estão as plantas daninhas. A partir daí, o manejo é feito com mais eficiência em cada talhão da fazenda. “Remotamente consigo controlar a velocidade da minha máquina, e avisar o operador para corrigir falhas na pulverização, tudo isso em tempo real. Dessa forma conseguimos ter até 60% de custo a menos em todo processo”, destaca a agrônoma.
Durante o ano novos episódios serão lançados em nosso canal. Acompanhe a lista de temas:

• Biotecnologia: do laboratório ao campo
• Como a tecnologia ajuda o agro e seu alimento a serem mais sustentáveis
• Meio Ambiente
• Rastreabilidade: do campo ao supermercado
• Agro também é sustentabilidade econômica
• Oceano azul para as startups
• Possibilidades de investimento
• Qualidade no campo é conforto na pele
• Citricultura: líder na produção e em vitaminas e minerais
• Café Brasileiro: paixão na cadeia de produção e na mesa do brasileiro

Para acompanhar a websérie, basta acessar o canal da Bayer no YouTube:
http://www.youtube.com/channel/UCc1fyFWYvP3XzMl6W4PWsjw

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Cesan aposta em expressão popular e marketing digital para impulsionar uso de aplicativo em campanha de parcelamento

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A transformação digital avança a passos largos na prestação de serviços públicos essenciais, e a Cesan (Companhia Espírito-Santense de Saneamento) acaba de lançar sua mais nova campanha de renegociação de débitos para acelerar esse processo. Desenvolvida pela agência Ampla, a iniciativa adota uma jornada com foco na conversão digital, projetada para direcionar consumidores das categorias residencial, comercial e industrial para os canais digitais da concessionária, permitindo a regularização de pendências financeiras com total conveniência.

O grande destaque do projeto de comunicação está em seu posicionamento criativo, que gira em torno do mote “Quem parcela não se aperta”. O conceito foi extraído diretamente de uma expressão popular para dialogar de forma leve, empática e imediata com a realidade do público. Thauana Moreira, head de criação da Ampla-ES, explica a estratégia por trás da linguagem adotada: “Ao utilizar essa abordagem, conseguimos dar máxima visibilidade ao benefício principal da ação – o parcelamento especial em até 100 vezes sem juros -, mostrando que colocar as contas em dia com a Cesan pode ser muito mais simples do que parece.”

A campanha utiliza recursos visuais que se complementam ao discurso institucional. Nos layouts das peças publicitárias, a palavra “par-ce-la” aparece grafada de forma dividida e silábica. De acordo com Bruno Reis, diretor de criação da Ampla, esse recurso atua como um trocadilho visual para reforçar o conceito de flexibilidade e o fôlego financeiro oferecido pela empresa.

A agência estruturou um plano de mídia focado prioritariamente no ecossistema digital. O objetivo central é incentivar o download e a utilização do aplicativo mobile da Cesan, plataforma que foi totalmente atualizada e blindada para garantir a realização de acordos de forma rápida e segura. Para guiar a jornada do usuário até a conversão, todas as peças dão protagonismo absoluto à chamada para ação (Call to Action) “Baixou, parcelou no app Cesan”. “Essa assinatura remete diretamente à sistemática, funcionando como uma ferramenta estratégica para contabilizar tanto os novos downloads do app quanto o volume de quitações de débitos dentro da plataforma”, complementa Bruno Reis.

O território visual da campanha foi planejado para transmitir uma sensação de tranquilidade e alívio, simulando o bem-estar do consumidor ao quitar suas pendências financeiras. As peças trazem fotografias de pessoas em situações leves e cotidianas, abandonando o tom burocrático e austero que geralmente acompanha comunicados de cobrança.

A direção de arte preservou o azul corporativo como a cor dominante para assegurar a identificação imediata da marca Cesan pelo público. Como elemento de modernização e dinamismo, foram inseridas formas circulares e detalhes em tons de rosa como cores complementares, conferindo energia e apelo contemporâneo às composições gráficas e consolidando o aplicativo como o principal ponto de contato entre a empresa e a comunidade.

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Saggezza desenvolve inteligência artificial capaz de reduzir em até 35% os custos de execução no PDV

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A retailtech Saggezza traz ao mercado soluções baseadas em inteligência artificial e realidade aumentada que prometem revolucionar o trade marketing e a gestão de redes de franquias. O principal objetivo da empresa é demonstrar como a falta de conformidade entre as diretrizes planejadas pelas matrizes e a execução real nas lojas gera prejuízos severos para franqueados e franqueadores. Para dimensionar o problema, a companhia apoia-se em dados da One Door Retail Solutions, que apontam que falhas operacionais dessa natureza geraram perdas de US$ 125 bilhões apenas no mercado dos Estados Unidos em 2025.

O mesmo levantamento revela os impactos diretos dessas inconsistências na jornada de compra: 49,9% dos consumidores abandonam o estabelecimento quando um produto não está disponível ou sofre com problemas de exposição, enquanto 73,4% manifestam insatisfação imediata com a reputação da marca quando a execução no ponto de venda falha. Renato Paschoal, CEO da Saggezza, resume o gargalo enfrentado pelo setor varejista. “Campanha lançada não é campanha executada e, sem evidências, não há como fazer uma avaliação fidedigna. Hoje, o que existe é muito processo, pouco dado visível e nenhuma leitura do que foi realmente efetivo, refletindo em investimento desperdiçado e perda de vendas.”

Para solucionar esses pontos de fricção, a startup de tecnologia estruturou um sistema de auditoria que utiliza algoritmos de reconhecimento de imagem para validar a instalação de peças de comunicação, apontando desvios e gerando relatórios automatizados por loja. O processo oferece escala às redes por meio de relatórios com comprovação fotográfica geolocalizada e métricas precisas de conformidade. Complementarmente, a plataforma disponibiliza uma ferramenta de realidade aumentada que mapeia as dimensões e a profundidade física do ponto de venda, permitindo que as equipes simulem o posicionamento exato dos materiais de visual merchandising antes da produção.

Outro pilar estratégico destacado pela empresa é a centralização da jornada operacional. Ao contrário de modelos tradicionais de mercado, que dividem a cadeia entre consultorias que entregam apenas dashboards analíticos e transportadoras focadas exclusivamente na logística, a plataforma consolida todas as etapas, cobrindo do briefing inicial ao controle de entrega na ponta. “Somos uma empresa de tecnologia para o varejo que não atua apenas no ambiente digital, mas também na complexidade prática da operação”, complementa o executivo.

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