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Batux contrata diretores para áreas de criação e planejamento

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Agregar novas perspectivas à equipe é fundamental para acompanhar a evolução do mercado e criar experiências de impacto. Com esse foco, a Batux, uma das maiores agências do mercado especializada em live marketing, eventos, ações promocionais e campanhas de incentivo, reforça sua equipe com dois novos diretores para as áreas de criação e planejamento, respectivamente, Rafael Cruz e Alexandre Akihissa. A chegada desses profissionais fortalece ainda mais as expertises para entregas de projetos estratégicos e criativos, visando resultados transformadores para as marcas.

Formado em Design Gráfico pela Faculdade Belas Artes de São Paulo, Rafael Cruz, ex-AlmapBBDO, conta com 20 anos de experiência no mercado de live marketing. Apaixonado por transformar grandes ideias em experiências memoráveis, já criou eventos e ativações de marca, bem como materiais de ponto de venda (PDV) e promoções que geraram resultados significativos para grandes marcas, incluindo Ambev, Volkswagen, L’Oréal, Nestlé, Boticário, Americanas e Diageo. “Estou sempre em busca de novas tendências e inovações no universo do live marketing, acreditando que a conexão emocional com o público é a chave para o sucesso de qualquer campanha”, afirma o criativo.

Alexandre Akihissa é formado em Publicidade e Propaganda, com MBA em Tech Driven Leadership pela FIAP. Em sua trajetória de mais de 20 anos na área de comunicação, passou por empresas, como LG, e pelas agências Innocean Worldwide Brazil, Rock, Bullet, DM9 e Mark Up, atendendo, entre outras contas, Hyundai, Claro, Whirlpool, Bauducco e Nestlé, desenvolvendo projetos 360º, campanhas de incentivo e promoção, além de eventos. “Será um grande desafio integrar novas perspectivas ao planejamento da Batux, com o objetivo de impulsionar soluções inovadoras que levem à construção de experiências de marca memoráveis.”

“As chegadas de Rafael e Alexandre reforçam nosso compromisso com inovação e entrega de soluções criativas impactantes. A bagagem que ambos possuem conferem a eles visão estratégica do mercado e leitura mais precisa das necessidades dos clientes, aspectos fundamentais para atuarem de forma propositiva e com foco nos resultados de nossos projetos. Estamos prontos para explorar novas fronteiras do live marketing, em evolução contínua nas ações desenvolvidas para os clientes e transformando desafios em grandes oportunidades”, conclui Chris Bradley, CEO da Batux.

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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

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A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.

Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.

Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”

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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

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Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?

Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.

A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.

Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.

Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.

A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.

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