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Baterias Moura realiza ação solidária em suas redes sociais criada pela Ampla

Uma ação do bem pode e deve ter a participação do maior número de pessoas. No caso da ação “Boas Energias”, da Baterias Moura, desenvolvida em parceria com a Ampla, a ideia é usar as redes sociais da empresa líder em fabricação de baterias automotivas e industriais na América do Sul para envolver os seguidores da marcar e arrecadar R$ 200 mil que serão convertidos em doações às causas sociais trabalhadas pelo Transforma Brasil, maior plataforma de trabalho voluntário nacional. A ação aconteceu dia 18 de dezembro e levou 24 horas para que a meta fosse atingida.
“A ação ‘Boas Energias’ foi 100% digital e permitiu que cada pessoa colaborasse por meio de comentários. Para cada comentário feito na postagem do vídeo oficial no perfil @bateriasmoura, do Instagram, a Moura realizou a doação de R$ 5 para a rede Transforma Brasil, sendo o total da doação de R$ 200 mil reais”, explica Manuel Cavalcanti, CCO da Ampla.
Segundo ele, essa foi a terceira vez que a Moura promoveu uma ação desse tipo, sempre no final do ano, com resultados atingidos em poucas horas. “A dinâmica permitiu que, ao mesmo tempo que a pessoa se engajasse, ‘convidasse’ um amigo a aderir. Sem qualquer custo, só comentando. A ideia foi estimular a interação e a participação das pessoas nessa grande corrente de pensamentos positivos e solidariedade.”
“A ação permitiu que a Moura tivesse um novo e importante olhar socioemocional para os líderes sociais do país. Mas, mais importante, foi contar com a ajuda dos seguidores das nossas redes sociais nesse mesmo bom propósito”, conclui Andréa Lyra, diretora de marketing, produtos e comunicação institucional da Moura.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







