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Banco Santander conquista o público gamer ao entrar no ecossistema do esports

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O Banco Santander deu um passo importante em seu firme compromisso com a inovação e a digitalização, assinando um acordo de patrocínio de três anos com as competições de LOL na Europa (LEC), América Latina (LLA) e Brasil (CBLOL). Esta é uma assinatura histórica com a Riot Games, a desenvolvedora do LOL, onde o quarto maior banco da Europa, e o 16º maior do mundo, se conecta de forma decisiva com um ecossistema em constante crescimento e que, há muito tempo, pôs fim ao mito do jovem solitário, que não faz nada além de jogar através de uma tela, sem sair de seu quarto.

Copa do Mundo LOL: 100 milhões de telespectadores e 2,5 milhões em prêmios em dinheiro

Com um público que cresce cerca de 10% a cada ano, uma faixa etária que se expande cada vez mais no nível superior e uma presença feminina muito próxima de atingir a tão desejada paridade, o League of Legends tem algo mágico, capaz de unir diversas gerações que jogam, observam, comentam e seguem fervorosamente aqueles que vivem as incríveis aventuras que acontecem em Demacia, Noxus, Ionia, Águas de Sentina ou Ilha das Sombras.

Nessas terras fictícias, foi realizado o Campeonato Mundial LOL em 2019, com números incríveis: 100 milhões de espectadores únicos, um máximo de 44 milhões assistindo simultaneamente e um prêmio de, pelo menos, 2,5 milhões de dólares. Ainda em pandemia, a edição de 2021 superou todas as previsões com picos de 73 milhões de telespectadores. Gigante, certo?

Habilidades tecnológicas para perfis STEM

O Banco Santander está patrocinando as competições por conta dos muitos aspectos positivos que fazem parte do ecossistema esports. O trabalho em equipe e o clima de rivalidade saudável em que a competição se realiza são alguns deles. Mas o patrocínio vai além, apostando na capacidade tecnológica que esta competição representa. Em um ambiente no qual os perfis STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática) são alguns dos mais procurados pelas empresas, qualidades como habilidade e imaginação são altamente valorizadas por qualquer empregador.

A instituição financeira está comprometida com essa geração única e autodidata que acredita em ídolos próximos a eles, com os quais interagem diariamente, mas também comprometida com o futuro, com a igualdade, com o consumo responsável e com o meio ambiente. Com milhões de pessoas criativas e empreendedoras, cheias da força necessária para transformar a sociedade e construir um futuro melhor.

Aaron “Medic” Chamberlain e Cristinini, Mestres de Cerimônia

O acordo de patrocínio do Banco Santander com os Riot Games foi apresentado em um evento maciço, que teve todos os ingredientes habituais do ecossistema eSports: streamers populares, milhões de pessoas conectadas de todos os cantos do mundo, freestylers com milhares de seguidores e a atmosfera de entretenimento saudável que caracteriza os esports em todo o mundo.

Aaron “Medic” Chamberlain, um dos melhores músicos de LOL do continente europeu, foi o mestre de cerimônias de um evento que também contou com Cristinini, a rainha de Twitch na Espanha, que conta mais de 3 milhões de seguidores, Kacper “Inspired”, o melhor jogador polonês da atualidade, Jukes, jogador e streamer brasileiro, e Alan Q, caster mexicano. Tudo isso acompanhado das três estrelas do estilo freestyle, os espanhóis Chuty e Sara Socas e a argentina Nicki Nicole, uma das artistas mais ouvidas no Spotify. Uma festa em estilo para receber um acordo que mudará uma geração inteira.

 

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Samsung grava campanha do Galaxy S26 integralmente com a câmera do dispositivo

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A Samsung estreou uma nova campanha publicitária gravada de forma integral com o smartphone Galaxy S26. O projeto tem como objetivo demonstrar na prática o recurso Super Estabilização de Vídeo com Bloqueio Horizontal. Sob o mote “A energia é do momento. A estabilidade é da Samsung”, a ação é composta por três filmes comerciais que começam a ser veiculados em diferentes canais de mídia.

As produções foram desenvolvidas pela Mob Filmes, sob a direção de André Faccioli, com criação assinado pela agência Suno United Creators. A gravação utilizou a câmera nativa do Galaxy S26 para comprovar a capacidade de captação do aparelho. O recurso exibido compensa movimentações bruscas durante a filmagem e preserva o horizonte nivelado em até 360 graus, mesmo quando a orientação do smartphone é alterada ao longo do registro.

“Os três filmes foram produzidos com o Galaxy S26 e mostram o padrão de qualidade das câmeras Galaxy. Juntamente a isso, o recurso Bloqueio Horizontal, utilizado durante as filmagens, traduz a proposta da Samsung de integrar tecnologias de nível profissional ao smartphone, oferecendo uma verdadeira ferramenta de criação de conteúdo que promove vídeos mais estáveis e liberdade para os usuários”, afirma Lucia Bittar, diretora de marketing de mobile experience da Samsung Brasil.

Para demonstrar a tecnologia em situações reais, os roteiros exploram contextos de movimentação intensa. Um dos filmes registra o momento do arremesso do buquê em um casamento e acompanha o deslocamento até a pessoa que o pega. Outro vídeo foi capturado a partir de um quadriciclo em percurso, mantendo a estabilidade da paisagem durante o deslocamento do veículo. O terceiro comercial foca a corrida de um cão em direção à lente após ser chamado por seu tutor.

A tecnologia de estabilização atua por meio do trabalho conjunto do giroscópio e do acelerômetro do aparelho. Enquanto o giroscópio identifica a rotação e a orientação do celular, o acelerômetro monitora a velocidade e a variação dos movimentos. A integração dos sensores permite calcular a direção da gravidade em tempo real e corrigir automaticamente a inclinação da imagem, minimizando tremores em gravações esportivas ou de alta mobilidade.

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Meta inicia cobrança por respostas no WhatsApp Business e força reestruturação no atendimento corporativo

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A Meta anunciou uma mudança estrutural na política de cobrança do WhatsApp Business, canal utilizado por mais de 200 milhões de empresas globalmente e com presença consolidada no Brasil, onde mais de 5 milhões de estabelecimentos utilizam o aplicativo. A nova diretriz tarifária afetará corporações que utilizam a WhatsApp Business Platform (API oficial) para automação e integração de centrais de atendimento, mantendo isentas as contas do aplicativo convencional e da versão gratuita WhatsApp Business App.

A alteração ocorrerá em duas etapas ao longo do segundo semestre de 2026. O primeiro movimento inicia-se em 1º de agosto, com a tarifação do Meta Business Agent, plataforma nativa de agentes de inteligência artificial da empresa. O modelo adotado será baseado no processamento de tokens, com o valor de US$ 2 por lote de 1 milhão de unidades. A estimativa da companhia é que o custo por interação varie entre US$ 0,04 e US$ 0,05, a depender da complexidade do diálogo.

O segundo marco tarifário entra em vigor no dia 1º de outubro de 2026. A partir desta data, todas as mensagens de serviço — respostas enviadas pelas empresas dentro da janela de atendimento de 24 horas por operadores humanos, chatbots ou IA de terceiros — passarão a ter custo individual. No Brasil, a tarifa fixada pela Meta será de US$ 0,0068 por mensagem enviada (cerca de R$ 0,035). Em operações que utilizam modelos externos de inteligência artificial, o custo total incluirá o processamento da tecnologia, podendo fazer com que um lote de 10 mil respostas oscile entre US$ 268 em interações simples e US$ 968 em casos complexos.

A iniciativa visa criar novas frentes de receita e incentivar a adoção do Meta Business Agent, colocando a empresa em concorrência direta com desenvolvedores de software de automação e CRM. A precificação de mensagens de marketing, autenticação, utilidade e a gratuidade de 72 horas para conversas iniciadas via anúncios no formato Click to WhatsApp permanecem sem alterações.

Ajuste estratégico e eficiência operacional

A nova estrutura de custos exige um redesenho nos fluxos de comunicação de empresas de grande volume de tráfego, como redes de varejo, instituições financeiras, operadoras de telecomunicações e serviços de saúde.

“Até agora, muitas empresas mediam eficiência pelo tempo de resposta. A partir de outubro, será preciso olhar também para a quantidade de mensagens necessárias para resolver cada atendimento. Conversas longas, repetitivas e mal estruturadas passam a ter um custo direto para a operação”, analisa Guilherme Rocha, CEO da HelenaCRM, empresa brasileira especializada em CRM conversacional e automação via WhatsApp.

Na visão do executivo, o cenário impulsionará a otimização das jornadas digitais sem, contudo, comprometer a experiência do usuário final. “Não significa reduzir o contato com o cliente, mas tornar cada interação mais eficiente. Quem conseguir resolver uma demanda em menos mensagens terá uma operação mais competitiva. Isso deve acelerar investimentos em inteligência artificial, integração com CRMs e modelos de atendimento capazes de entender o contexto da conversa sem gerar trocas desnecessárias”, observa.

A escolha das ferramentas tecnológicas também passa a envolver critérios estritamente financeiros de composição de custos. “Agora é uma decisão financeira. As empresas precisarão comparar o uso do Meta Business Agent com soluções próprias de IA, considerando não apenas o preço, mas também fatores como integração com sistemas internos, precisão das respostas, personalização e capacidade de evolução da operação”, complementa Rocha.

Para a adaptação ao novo cenário, especialistas recomendam que as companhias realizem o mapeamento imediato do volume mensal de mensagens de serviço e promovam a revisão dos processos operacionais, priorizando a resolução de demandas com menor número de trocas de mensagens e maior índice de assertividade.

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