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Bancada dos Sonhos ajuda eleitores e candidatos a encontrarem soluções para suas cidades

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Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo são foco de campanha fictícia criada para mostrar projetos viáveis de saúde, emprego e mobilidade

Uma iniciativa lúdica e didática nasceu para ajudar eleitores e também candidatos a prefeito e vereador em todo o Brasil, mas especialmente das cidades de Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo, a encontrarem soluções para alguns dos problemas que mais preocupam a população. Trata-se da Bancada dos Sonhos – que, como o próprio nome indica, não fala de nenhum candidato real, mas sim de personagens fictícios que apresentam propostas reais e factíveis para cidades verdes e inclusivas.

A iniciativa faz parte do laboratório de clima da Purpose e tem o objetivo de mostrar tanto para eleitores como para candidatos que problemas crônicos, como saúde, mobilidade, emprego e desenvolvimento e até segurança alimentar podem ser equacionados no âmbito da gestão municipal. A escolha desses temas não foi aleatória: ela resultou do cruzamento de pesquisas, monitoramento de conversas, testes em redes sociais e agendas de organizações parceiras que têm trabalhado com as pautas de clima e cidades e sinalizaram sua relevância e urgência. “Ficou evidente que os efeitos da pandemia vão pautar estas eleições. Nossa apuração indicou que, para o eleitor, emprego, saúde e mobilidade são as três principais preocupações e, consequentemente, onde eles mais esperam propostas dos candidatos”, explica Bruna Galvão, Campaigner do Purpose Climate Lab.

Para tornar simples temas aparentemente complexos, foram criados três candidatos imaginários: Joana, por São Paulo; Tales, por Belo Horizonte; e Clarice, pelo Rio de Janeiro. Suas campanhas eleitorais fictícias e suas propostas podem ser acompanhadas no InstagramFacebook e Twitter, bem como no site https://bancadadossonhos.com.br/, que trás, a partir de cards compartilháveis, as propostas para cada município. Mas a ficção termina aí: as propostas para a construção de cidades a partir da justiça econômica, social e climática são reais e foram elaboradas com base em agendas criadas da sociedade civil, como as propostas do Nossa BH, da Rede Nossa SP e da Agenda 2030 da Casa Fluminense, além da Agenda Urbana do Clima, que reúne propostas para a criação de emprego e renda, garantia de segurança alimentar e para a mobilidade – três dos temas priorizados pelo projeto.

As propostas e compromissos dos três vereadores fictícios poderão ser acompanhadas ao longo das próximas semanas, paralelamente à campanha real que transcorre em Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo, funcionando como contraponto ao debate eleitoral para mostrar que é possível apresentar soluções aos principais problemas urbanos do momento. Mas no site da bancada há espaço também para a construção de propostas para outros municípios e um convite para que vereadores e prefeitos acessem os conteúdos sobre os temas priorizados na plataforma – onde eleitores também podem enviar os conteúdos para seus candidatos. “A proposta deste trabalho é contribuir com o debate das soluções para as cidades dos nossos sonhos e, neste sentido, não só convidamos candidatos de todo o Brasil para que se comprometam com os temas propostos mas também nos propomos a fornecer informações para que aqueles que forem eleitos possam pautar suas políticas a partir de uma perspectiva de recuperação verde e inclusiva”, destaca Bruna.

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Samsung grava campanha do Galaxy S26 integralmente com a câmera do dispositivo

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A Samsung estreou uma nova campanha publicitária gravada de forma integral com o smartphone Galaxy S26. O projeto tem como objetivo demonstrar na prática o recurso Super Estabilização de Vídeo com Bloqueio Horizontal. Sob o mote “A energia é do momento. A estabilidade é da Samsung”, a ação é composta por três filmes comerciais que começam a ser veiculados em diferentes canais de mídia.

As produções foram desenvolvidas pela Mob Filmes, sob a direção de André Faccioli, com criação assinado pela agência Suno United Creators. A gravação utilizou a câmera nativa do Galaxy S26 para comprovar a capacidade de captação do aparelho. O recurso exibido compensa movimentações bruscas durante a filmagem e preserva o horizonte nivelado em até 360 graus, mesmo quando a orientação do smartphone é alterada ao longo do registro.

“Os três filmes foram produzidos com o Galaxy S26 e mostram o padrão de qualidade das câmeras Galaxy. Juntamente a isso, o recurso Bloqueio Horizontal, utilizado durante as filmagens, traduz a proposta da Samsung de integrar tecnologias de nível profissional ao smartphone, oferecendo uma verdadeira ferramenta de criação de conteúdo que promove vídeos mais estáveis e liberdade para os usuários”, afirma Lucia Bittar, diretora de marketing de mobile experience da Samsung Brasil.

Para demonstrar a tecnologia em situações reais, os roteiros exploram contextos de movimentação intensa. Um dos filmes registra o momento do arremesso do buquê em um casamento e acompanha o deslocamento até a pessoa que o pega. Outro vídeo foi capturado a partir de um quadriciclo em percurso, mantendo a estabilidade da paisagem durante o deslocamento do veículo. O terceiro comercial foca a corrida de um cão em direção à lente após ser chamado por seu tutor.

A tecnologia de estabilização atua por meio do trabalho conjunto do giroscópio e do acelerômetro do aparelho. Enquanto o giroscópio identifica a rotação e a orientação do celular, o acelerômetro monitora a velocidade e a variação dos movimentos. A integração dos sensores permite calcular a direção da gravidade em tempo real e corrigir automaticamente a inclinação da imagem, minimizando tremores em gravações esportivas ou de alta mobilidade.

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Meta inicia cobrança por respostas no WhatsApp Business e força reestruturação no atendimento corporativo

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A Meta anunciou uma mudança estrutural na política de cobrança do WhatsApp Business, canal utilizado por mais de 200 milhões de empresas globalmente e com presença consolidada no Brasil, onde mais de 5 milhões de estabelecimentos utilizam o aplicativo. A nova diretriz tarifária afetará corporações que utilizam a WhatsApp Business Platform (API oficial) para automação e integração de centrais de atendimento, mantendo isentas as contas do aplicativo convencional e da versão gratuita WhatsApp Business App.

A alteração ocorrerá em duas etapas ao longo do segundo semestre de 2026. O primeiro movimento inicia-se em 1º de agosto, com a tarifação do Meta Business Agent, plataforma nativa de agentes de inteligência artificial da empresa. O modelo adotado será baseado no processamento de tokens, com o valor de US$ 2 por lote de 1 milhão de unidades. A estimativa da companhia é que o custo por interação varie entre US$ 0,04 e US$ 0,05, a depender da complexidade do diálogo.

O segundo marco tarifário entra em vigor no dia 1º de outubro de 2026. A partir desta data, todas as mensagens de serviço — respostas enviadas pelas empresas dentro da janela de atendimento de 24 horas por operadores humanos, chatbots ou IA de terceiros — passarão a ter custo individual. No Brasil, a tarifa fixada pela Meta será de US$ 0,0068 por mensagem enviada (cerca de R$ 0,035). Em operações que utilizam modelos externos de inteligência artificial, o custo total incluirá o processamento da tecnologia, podendo fazer com que um lote de 10 mil respostas oscile entre US$ 268 em interações simples e US$ 968 em casos complexos.

A iniciativa visa criar novas frentes de receita e incentivar a adoção do Meta Business Agent, colocando a empresa em concorrência direta com desenvolvedores de software de automação e CRM. A precificação de mensagens de marketing, autenticação, utilidade e a gratuidade de 72 horas para conversas iniciadas via anúncios no formato Click to WhatsApp permanecem sem alterações.

Ajuste estratégico e eficiência operacional

A nova estrutura de custos exige um redesenho nos fluxos de comunicação de empresas de grande volume de tráfego, como redes de varejo, instituições financeiras, operadoras de telecomunicações e serviços de saúde.

“Até agora, muitas empresas mediam eficiência pelo tempo de resposta. A partir de outubro, será preciso olhar também para a quantidade de mensagens necessárias para resolver cada atendimento. Conversas longas, repetitivas e mal estruturadas passam a ter um custo direto para a operação”, analisa Guilherme Rocha, CEO da HelenaCRM, empresa brasileira especializada em CRM conversacional e automação via WhatsApp.

Na visão do executivo, o cenário impulsionará a otimização das jornadas digitais sem, contudo, comprometer a experiência do usuário final. “Não significa reduzir o contato com o cliente, mas tornar cada interação mais eficiente. Quem conseguir resolver uma demanda em menos mensagens terá uma operação mais competitiva. Isso deve acelerar investimentos em inteligência artificial, integração com CRMs e modelos de atendimento capazes de entender o contexto da conversa sem gerar trocas desnecessárias”, observa.

A escolha das ferramentas tecnológicas também passa a envolver critérios estritamente financeiros de composição de custos. “Agora é uma decisão financeira. As empresas precisarão comparar o uso do Meta Business Agent com soluções próprias de IA, considerando não apenas o preço, mas também fatores como integração com sistemas internos, precisão das respostas, personalização e capacidade de evolução da operação”, complementa Rocha.

Para a adaptação ao novo cenário, especialistas recomendam que as companhias realizem o mapeamento imediato do volume mensal de mensagens de serviço e promovam a revisão dos processos operacionais, priorizando a resolução de demandas com menor número de trocas de mensagens e maior índice de assertividade.

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