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Áreas que podem ter alta demanda na Publicidade em 2021

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A publicidade vem crescendo a cada ano e, por isso, os profissionais de comunicação em geral precisam estar aptos a realidade do mercado, que segue uma evolução tecnológica e mudança comportamental do consumidor.

Se antes falávamos em quatro, cinco áreas do mundo publicitário, hoje podemos listar uma variedade delas.

Atendimento, Mídia, Criação, Planejamento e Social Media continuam existindo em agências tradicionais, porém com essa avanço do mercado, novas áreas estão aparecendo para potencializar uma marca ou produto.

Confira aqui algumas áreas que podem ter alta demanda na Publicidade em 2021: 

  1. Gestão de Redes Sociais

Neste ano, as empresas e marcas estarão ainda mais conectadas com a sua audiência nas redes sociais, gerando mais relacionamentos e negócios. Portanto, o profissional dessa área será responsável por toda a comunicação digital da empresa, planejando a estratégia de conteúdo, monitorando o acesso e interação dos usuários nas redes.

  1. User Experiencie ou UX

Com consumidores cada vez mais críticos, a experiência do usuário tende a crescer também. O profissional de UX deverá projetar experiências de uso para fidelizar e conquistar clientes, estudando, dessa forma, o comportamento humano e meios para melhorar a satisfação dos mesmos.

  1. Gestão de Tráfego

Ao contrário do que muitos acreditam, o Gestor de Tráfego não faz somente anúncios para gerar clicks e vendas, e sim gerar mais autoridade para marca, obter retorno sobre o investimento, aumentar as vendas e criar uma audiência qualificada através das fontes de tráfego: Tráfego Pago, Tráfego direto, Tráfego de e-mail marketing, Tráfego de referência, Tráfego social e etc. Essa é uma área promissora para os próximos anos.

  1. Costumer Success

As estratégias de CS surgiram para manter seus clientes por mais tempo e reter mais receita. Logo, empresas que adotarem a área, conseguirão manter o bom relacionamento com o público, conquistando maiores receitas e crescendo mais rapidamente.

  1. Copywriting

Atualmente, o conteúdo é muito importante para qualquer negócio. A estratégia de produção de textos persuasivos para Marketing e Vendas tem como objetivo gerar conversões e vendas.

Invista em um copywriter para criar conteúdo para sua marca e, consequentemente, atrair consumidores.

  1. Revisão de Textos

Já que o conteúdo é tão importantes para publicidade, os revisores serão cada vez mais requisitados, uma vez que todos os textos devem ser revisados antes de publicados nas redes ou plataformas.

  1. Motion Graphics

Essa área tende a crescer nos próximos anos, já que vídeos estão sendo cada dia mais utilizados. Motion Graphics é um recurso de animação, que faz com que círculos, linhas, textos, ícones e outros recursos gráficos se movam na tela para contar uma narrativa.

  1. Business Intelligence (BI)

Através da captação de dados, o BI oferece apoio para decisões de forma inteligente, com informações adquiridas e gravadas em um banco de dados criado para o seu negócio.   

  1. Design Gráfico

O Designer gráfico cria projetos de comunicação visual, podendo atuar tanto no material impresso quanto no digital. Esse profissional vai projetar soluções funcionais através de peças gráficas, que contém imagens, textos e ilustrações.

  1. Growth Hacking

O Growth Hacking vai auxiliar a jornada de crescimento da sua empresa, com base em práticas que são construídas a partir de hipóteses e experimentos. O objetivo é alavancar a empresa, pensando em melhorias para os problemas, priorizando ideias e aplicando-as, além de garantir que sua empresa pode aprender com sucessos e fracassos, e gerar novos testes com os aprendizados.

  1. Programação de Apps

Com aplicativos próprios, as empresas serão capazes de criar suas próprias comunidades de fãs, além dos algoritmos das redes sociais.

  1. Cibersegurança

Por estarmos vulneráveis a ataques maliciosos, a Cibersegurança, também conhecida como segurança de informações eletrônicas, é uma prática que protege computadores e servidores, dispositivos móveis, sistemas eletrônicos, redes e dados contra hackers e afins.

  1. Ciência de Dados

A ciência de dados estudará informações, processo de captura, transformação, geração e análise de dados relativos à empresa. Com todo conhecimento, o profissional será peça chave na tomada de decisões da empresa.

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

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No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.

A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.

Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.

A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.

A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.

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Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

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A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.

Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.

Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.

Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.

Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.

Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.

Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.

Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.

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