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Anitta entra para o Conselho de Administração do Nubank

A fintech se junta à Anitta para ampliar os negócios nas classes mais baixas e aprimorar os produtos da empresa. Saiba mais detalhes!
O Nubank anunciou nesta segunda-feira (21), a chegada de um novo membro ao Conselho de Administração da empresa, e não é nada menos do que Anitta! A cantora, que já esteve em cargo executivo Ambev em 2019, agora assume uma nova posição no maior banco digital independente do mundo. Ela vai atuar no aprimoramento dos produtos e serviços da fintech e estará em contato com outros seis conselheiros e a diretoria para discutir decisões.
“Anitta tem profundo conhecimento do comportamento dos consumidores nesses mercados que tem explorado e tem muita experiência em estratégias de marketing vencedoras. Essas competências foram chave para a convidarmos para o Conselho”, destaca David Vélez, CEO e fundador da empresa.
Anitta incorpora a equipe da Nubank para ampliar o alcance da fintech às classes mais baixas e ela conhece bem as dificuldades desse público ao procurar por um banco que atenda às suas necessidades.
“É muito chato e constrangedor não conseguir ter acesso a produtos financeiros. Muita gente na América Latina sempre viveu de emprego informal. Como essas pessoas vão ter histórico de crédito? Fiquei impressionada ao ver o trabalho do Nubank em fazer com que milhões de pessoas se sintam incluídas, podendo ter uma vida financeira melhor”, explicou a cantora.
Para o banco digital, aliar-se à maior e mais influente artista do Brasil significa contar com sua expertise em construção de marcas. Anitta é uma empreendedora extremamente bem sucedida que usou sua visão estratégica para expandir a carreira não só na América Latina e nos Estados Unidos, mas globalmente.
“Anitta está reinventando a cena cultural nos últimos anos e compartilhamos do mesmo DNA de inovação. É uma empresária de sucesso que vai nos ajudar a aprimorar ainda mais os produtos para nossos clientes”, afirma Cristina Junqueira, cofundadora do Nubank.
O comunicado sobre a nova integrante foi feito pelo Nubank pelas redes sociais e pelo blog da empresa:
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







