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Anfarmag lança Campanha #DePortasAbertas para reforçar a essencialidade das farmácias de manipulação

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A Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais (Anfarmag) – entidade que representa as farmácias de manipulação no Brasil – vem trabalhando junto com as mais de 4.000 empresas associadas para apoiá-las no enfrentamento à pandemia de covid-19. Entre as inúmeras atividades que estão sendo realizadas, se destaca a campanha “De portas abertas: todo cuidado é muito”, desenvolvida pela Colheita.

De acordo com a gerente de Comunicação e Marketing da Anfarmag, Taís Ahouagi, a campanha tem o intuito de conversar diretamente, e de forma mais próxima, com a população, que está insegura e confusa quanto aos cuidados de saúde que deve adotar. “Foi pensando nesse cenário que a campanha foi criada. Ela mostra que as farmácias de manipulação seguem funcionando normalmente, estão equipadas para garantir a segurança dos clientes, atendê-los presencial ou remotamente e garantir a continuidade dos cuidados de saúde de todos os pacientes”, revela.

Taís reforça que as farmácias de manipulação são estabelecimentos de saúde essenciais, focadas na preparação de produtos e medicamentos personalizados, feitos sob medidas para cada necessidade dos pacientes. Essa característica confere flexibilidade e adaptabilidade aos estabelecimentos do setor, que estão demonstrando não só que estão literalmente de portas abertas, mas também que estão abertas metaforicamente: prontas para gerar soluções quaisquer que sejam os desdobramentos da pandemia.

“Exemplo disso é que, ao longo dos últimos meses, o país enfrentou escassez de produtos para higiene (como o álcool gel 70%) e, na sequência, viu reduzida a disponibilidade de medicamentos à base de hidroxicloroquina. Nos dois casos as farmácias de manipulação se mobilizaram para suprir a necessidade desses produtos, atendendo médicos e pacientes”, conta.

A campanha está sendo veiculada por meio das farmácias associadas. No braço digital da campanha, essas empresas estão compartilhando as peças em suas mídias sociais com a hashtag “#DePortasAbertas”. De forma complementar, foram disponibilizados também anúncios para impressos e material de ponto de venda.

Com a capilaridade das farmácias associadas, a campanha tem alcance nacional e está demonstrando para a sociedade que, diante de uma pandemia dessa magnitude, quando todo cuidado parece pouco, com as entregas personalizadas das farmácias magistrais, na verdade, todo cuidado é valioso; todo cuidado é muito.

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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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