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AMPRO e Secretaria da Cultura firmam parceria para capacitação no setor de eventos

A AMPRO (Associação de Marketing Promocional) anuncia parceria com a Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo e outras 10 entidades do setor para o lançamento do CULTSP PRO – Escolas de Profissionais da Cultura, um projeto que oferecerá cursos gratuitos para capacitar profissionais no setor de eventos. A proposta visa fortalecer a economia criativa em São Paulo, gerar empregos e desenvolver uma força de trabalho qualificada.
As aulas serão ministradas online por renomados profissionais do mercado e conta com cursos de Design de Experiências e Eventos de Marca, oferecido pela AMPRO e ministrado por Heloísa Santana e Valdeck Junior (líder da diretoria de relações institucionais), Importância dos Eventos no Desenvolvimento de um Destino, Captação de Patrocínios para Eventos B2B e B2C e Montagem de Estruturas Cenográficas em Eventos. As inscrições terão início no dia 10 de março e as aulas, que estão previstas para começar em abril, terão duração de 16 a 30 horas.
“Desenvolver novos profissionais qualificados é fundamental para a construção de um mercado sólido. É uma honra contribuir para esse processo e espero que seja a primeira de muitas iniciativas para atender à demanda da sociedade”, afirma Heloísa Santana, presidente executiva da AMPRO.
A iniciativa também traz um curso de Mercado de Eventos: Oportunidades e Carreira, com curadoria de Juan Pablo de Vera, CEO da Diex Mídia e membro da Academia Brasileira de Eventos. Essa trilha abordará assuntos como eventos corporativos, congressos, feiras, esportes, cultura e entretenimento. As aulas ocorrerão de 8 de abril a 1º de julho de 2025, com inscrições abertas a partir de 17 de março. Ao longo do ano serão criados novos cursos com a curadoria das entidades participantes.
“O programa visa atender à demanda por mão de obra especializada, oferecendo qualificação e inserção profissional no mercado de eventos, impulsionando a empregabilidade e fortalecendo a economia criativa dentro da cidade”, reforça Marilia Marton, secretária de Cultura, Economia e Indústria Criativas de São Paulo,
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Mary Kay transforma vagão do MetrôRio em manifesto por independência financeira

Durante todo o mês de março, o MetrôRio tornou-se palco de uma das ações de brand purpose mais contundentes do ano. A Mary Kay, reconhecida por sua trajetória pautada no empreendedorismo feminino, envelopou o vagão exclusivo para mulheres com uma proposta que transcende a distribuição de produtos: transformar o ambiente de transporte coletivo em uma plataforma de acolhimento, conscientização e estímulo à autonomia econômica.
A iniciativa parte de um símbolo icônico da marca — o batom — para alçar voos maiores. Ao distribuir itens de maquiagem para as passageiras, a marca busca ressignificar o gesto. Mais do que estética, a ação propõe que o batom seja o ponto de partida para o fortalecimento da autoestima e, fundamentalmente, para o despertar do protagonismo. A campanha materializa a máxima da fundadora, Mary Kay Ash, que eternizou a frase “Um batom pode mudar o mundo”, utilizando o produto como ferramenta de conexão e informação.
Para a marca, no entanto, o projeto toca em um ponto sensível e estratégico. O transporte público, frequentemente um ambiente de vulnerabilidade para a segurança feminina, ganha, com esta ativação, um viés de proteção. Ao ocupar o vagão feminino, a Mary Kay não apenas se integra às políticas de combate ao assédio já promovidas pelo MetrôRio, mas propõe uma reflexão sobre a independência financeira como alicerce estrutural para a liberdade das mulheres.
Dados do Instituto Mary Kay sustentam a gravidade do cenário: a dependência financeira é um dos principais entraves para o rompimento de ciclos de violência doméstica. Estudos da Mary Kay Foundation nos Estados Unidos indicam que quase três em cada quatro mulheres permanecem com um abusador por razões econômicas.
Diante desse contexto, a estratégia de live marketing ganha contornos de urgência social. Ao apresentar o empreendedorismo como alternativa concreta de geração de renda, a Mary Kay promove o que chama de soluções sustentáveis.
“Quando falamos de enfrentamento à violência, precisamos ir além da denúncia e falar sobre soluções sustentáveis para a vida delas, que fortaleçam a autonomia. A independência financeira é um divisor de águas na vida de muitas mulheres. Ao levar nossa mensagem ao vagão feminino, conectamos proteção, informação e oportunidade. Queremos que cada mulher que passe por ali entenda que ela pode ter voz, renda própria e protagonismo sobre a própria história”, afirma Maria Victoria Gallo, vice-presidente de marketing da Mary Kay.
A escolha do metrô como cenário carrega um simbolismo potente. Se, historicamente, o carro rosa da marca representa conquista e realização, o vagão passa a simbolizar transição e reconstrução. A ação transforma um espaço de deslocamento diário em um território de reflexão, onde a beleza deixa de ser apenas um atributo externo para se tornar uma ferramenta de confiança e empoderamento.
“Na Mary Kay, acreditamos que empoderar mulheres também significa contribuir para que elas se sintam mais seguras e respeitadas nos espaços que ocupam. Queremos usar a nossa voz e a nossa plataforma para ampliar essa conversa e incentivar uma cultura de mais proteção, consciência e respeito. Ser parte dessa transformação faz parte do nosso propósito”, complementa Maria Victoria.
Sob a perspectiva de mercado, a iniciativa consolida a Mary Kay como um case de brand purpose aplicado com maestria. Ao alinhar uma ação direta de campo com a causa histórica de fortalecimento feminino, a empresa demonstra a coerência necessária para que marcas se mantenham relevantes. Iniciada no Dia Internacional da Mulher, a campanha vai além do calendário festivo, posicionando a marca como uma agente de mudança social que conecta, na prática, autoestima e oportunidade de futuro.
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APRO estabelece diretrizes para equilibrar concorrências no mercado audiovisual brasileiro

Com o objetivo de fomentar um ambiente de negócios mais transparente e combater práticas de concorrência desleal, a Associação Brasileira da Produção Audiovisual (APRO) acaba de lançar o Guia de Boas Práticas para a Concorrência no Mercado de Produções Audiovisuais Publicitárias. O documento, que conta com apoio institucional da ABAP (Espaço de Articulação Coletiva do Ecossistema Publicitário) e da ABDC (Associação Brasileira dos Diretores de Cena), surge como uma resposta estratégica à complexa dinâmica atual entre agências de publicidade, produtoras independentes e as chamadas in-house production companies.
O material é estruturado em recomendações fundamentadas nos pilares de ética, transparência, equidade e defesa da propriedade intelectual. Segundo Marianna Souza, presidente executiva da APRO, a iniciativa é um passo fundamental para a evolução do setor. “O guia é um passo para o amadurecimento do nosso ecossistema; não se trata apenas de criar regras, mas de estabelecer um compromisso real com a transparência e a ética. Nosso objetivo é que cada concorrência seja uma oportunidade de fortalecer a confiança entre agências, produtoras e anunciantes, assegurando um mercado saudável onde a propriedade intelectual seja respeitada e o esforço criativo, devidamente valorizado”, afirma.
A relevância da iniciativa é compartilhada pela ABAP, que endossa a necessidade de padronização para garantir a sustentabilidade do setor. “A ABAP atua continuamente na valorização e sustentabilidade do ecossistema de comunicação e acreditamos que este guia traz informação e recomendações claras para que todos os agentes do ecossistema possam atuar com transparência e ética”, destaca Marcia Esteves, Presidente da ABAP Nacional.
Para o futuro, a APRO planeja a criação de um observatório, além de consultas públicas e monitoramento de indicadores até 2030, reforçando que a adoção das práticas contidas no guia é um movimento constante de compromisso com o mercado.








