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Ambev encontra novo formato de mídia seguindo tendência de vídeos satisfatórios

Quem nunca se deparou com aqueles vídeos interessantes enquanto navegava no TikTok? Coisas quebrando ou sendo amassadas, objetos sendo cortados, vídeos de organização e limpeza. O formato é viral e muitas vezes divide a tela com outros conteúdos, como cortes de podcasts. Pensando nisso, em parceria com a agência Africa Creative, a Ambev criou o seu próprio banco de vídeos satisfatórios, chamado Cortes Ambev.
A plataforma possui conteúdos autorais, produzidos com referências ao universo em que a marca está inserida, ou seja, vídeos de bebidas, como gelos sendo quebrados, garrafas sendo abertas e copos sendo enchidos com líquidos. O acesso é gratuito, livres de uso e disponível para qualquer pessoa maior de 18 anos que queira usar esses vídeos em suas redes sociais, além de editores e criadores de conteúdo.
“O Cortes Ambev vai além de uma coleção de vídeos satisfatórios; é uma plataforma de cocriação e expressão criativa. Queremos potencializar o trabalho dos criadores, oferecendo conteúdos de alta qualidade gratuitamente, criados a partir do comportamento nativo do entretenimento. Acreditamos que através da colaboração e da inovação, fortalecemos a relação das nossas marcas ao talento e à criatividade da comunidade de criadores”, afirma Alexandre Costa, diretor de marketing da Ambev.
Para o projeto, a Ambev contará com O Podpah e Sérgio Sacani, creator de ciência e um dos maiores hits do formato de cortes, para anunciar a iniciativa aos editores de vídeos. Além disso, a marca também terá squad de influenciadores de diferentes nichos divulgando o banco de vídeos.
“A ideia por trás do Cortes Ambev foi aproveitar a popularidade desses vídeos emblemáticos para criar algo que unisse entretenimento e o universo da marca de forma inovadora. Ao disponibilizá-los gratuitamente e sem restrições de uso, não estamos apenas fortalecendo a presença digital da Ambev, mas também oferecendo uma ferramenta criativa para editores e criadores do mundo todo”, afirma Heloisa Pupim, co-COO da Africa Creative.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







