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Ambev cria concurso de coquetéis sem álcool com Tônica Antarctica!

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Ambev cria concurso de coquetéis sem álcool com Tônica Antarctica!

Para conectar o consumidor a novas formas de consumo moderado e possibilidades de drinques, a Ambev, junto com sua marca Tônica Antarctica, está lançando o projeto Brinde com Moderação, o primeiro concurso da companhia de drinques não alcoólicos do Brasil. A arte da mixologia tem o poder de trazer novos sabores e experiências em coquetéis dos mais simples aos totalmente inusitados e, por isso, a competição – para bartenders profissionais e amadores, além de entusiastas da mixologia – vai trazer diversos desafios. O ingrediente principal será a criatividade.

Os interessados poderão se inscrever no campeonato de coquetelaria até o dia 14 de agosto, por meio do link www.brindecommoderacao.com. Quem comandará o desafio será a renomada mixologista Néli Pereira, junto com uma comissão julgadora formada pelos bartenders Andressa Cabral, Diogo Sevilho e Laércio Zulu. Serão quatro provas ao longo de um mês. Na primeira delas, os competidores terão que desenvolver um coquetel não alcóolico com sabor salgado. Com uma pitada de criatividade, os próximos desafios envolverão criação de drinques com texturas (cremosos, aerados, amanteigados, frozen, entre outros), com frutas e, por fim, deverão criar um coquetel com Tônica Antarctica que pode se tornar um novo clássico.

Os inscritos postarão em suas redes sociais as criações, usando a hashtag #BrindeComModeração, para a comissão julgadora avaliar o melhor drinque da semana. Ao final do campeonato, o vencedor ganhará uma viagem para Trancoso, com tudo pago e direito a acompanhante, no verão de 2022. Os consumidores poderão acompanhar todos os conteúdos, ter acesso às receitas sem álcool e reproduzi-las nas redes de Tônica Antarctica.

Aposta em não alcoólicos e consumo moderado
De cervejas a drinques sem álcool, a Ambev tem investido para despertar o consumidor a extrapolar as ocasiões e possibilidades de sabores, produtos e ações para um consumo equilibrado e responsável.

A Ambev possui a sua Plataforma de Consumo Responsável de bebidas há mais de 20 anos, com diversas iniciativas para promover mudanças nos hábitos dos consumidores, além de uma cultura de moderação em todo o mundo. A companhia possui metas globais de consumo inteligente, que devem ser alcançadas até o fim de 2025.

Além de iniciativas e projetos, a companhia está investindo em ações educativas e conta com uma plataforma pioneira e interativa dedicada para que os consumidores ampliem a consciência sobre seus hábitos de consumo e melhorem sua relação com as bebidas alcoólicas. Na plataforma, as pessoas são convidadas a fazerem um raio-x do seu consumo para gerar autoconhecimento, calcular as doses com dicas de especialistas e planejar seus momentos de consumo personalizados, sempre respeitando seus limites e recomendações de saúde.

Segundo Anna Paula Alves, Gerente de consumo responsável da Ambev, “a companhia tem ainda apostado em tecnologia e inovação aberta, estudando, por exemplo, projetos de biohacking e funcionalidades novas em produtos que podem trazer novas maneiras e caminhos para o consumidor ter mais autoconhecimento, para que o consumo moderado seja uma escolha mais fácil para as pessoas. Acreditamos que beber de forma inteligente é tão fundamental para a prosperidade da sociedade quanto para o nosso negócio”.

 

 

Por trás do universo da coquetelaria
A Tônica Antarctica tem a missão de deixar a mixologia cada vez mais descomplicada, com inovação e novas receitas. Mais do que isso, a marca mostra que um bom drinque não precisa ser somente alcoólico e que há um universo de possiblidades. A mixologista Néli Pereira conta que “a coquetelaria é uma forma divertida e prazerosa de falar sobre a moderação de consumo de álcool, e incentivar, através do sabor, experiências que envolvam drinques, mas sem álcool ou de baixo teor alcóolico. A tendência veio para ficar, e a Ambev e Tônica saem na frente nesse incentivo, plataforma e principalmente ao trazer o tema para o grande público”.

Serviço
Projeto Brinde Com Moderação – Campeonato de Coquetelaria Sem Álcool
Período de inscrição: Até dia 14 de agosto
Link para a inscrição: www.brindecommoderacao.com

 

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Samsung grava campanha do Galaxy S26 integralmente com a câmera do dispositivo

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A Samsung estreou uma nova campanha publicitária gravada de forma integral com o smartphone Galaxy S26. O projeto tem como objetivo demonstrar na prática o recurso Super Estabilização de Vídeo com Bloqueio Horizontal. Sob o mote “A energia é do momento. A estabilidade é da Samsung”, a ação é composta por três filmes comerciais que começam a ser veiculados em diferentes canais de mídia.

As produções foram desenvolvidas pela Mob Filmes, sob a direção de André Faccioli, com criação assinado pela agência Suno United Creators. A gravação utilizou a câmera nativa do Galaxy S26 para comprovar a capacidade de captação do aparelho. O recurso exibido compensa movimentações bruscas durante a filmagem e preserva o horizonte nivelado em até 360 graus, mesmo quando a orientação do smartphone é alterada ao longo do registro.

“Os três filmes foram produzidos com o Galaxy S26 e mostram o padrão de qualidade das câmeras Galaxy. Juntamente a isso, o recurso Bloqueio Horizontal, utilizado durante as filmagens, traduz a proposta da Samsung de integrar tecnologias de nível profissional ao smartphone, oferecendo uma verdadeira ferramenta de criação de conteúdo que promove vídeos mais estáveis e liberdade para os usuários”, afirma Lucia Bittar, diretora de marketing de mobile experience da Samsung Brasil.

Para demonstrar a tecnologia em situações reais, os roteiros exploram contextos de movimentação intensa. Um dos filmes registra o momento do arremesso do buquê em um casamento e acompanha o deslocamento até a pessoa que o pega. Outro vídeo foi capturado a partir de um quadriciclo em percurso, mantendo a estabilidade da paisagem durante o deslocamento do veículo. O terceiro comercial foca a corrida de um cão em direção à lente após ser chamado por seu tutor.

A tecnologia de estabilização atua por meio do trabalho conjunto do giroscópio e do acelerômetro do aparelho. Enquanto o giroscópio identifica a rotação e a orientação do celular, o acelerômetro monitora a velocidade e a variação dos movimentos. A integração dos sensores permite calcular a direção da gravidade em tempo real e corrigir automaticamente a inclinação da imagem, minimizando tremores em gravações esportivas ou de alta mobilidade.

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Meta inicia cobrança por respostas no WhatsApp Business e força reestruturação no atendimento corporativo

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A Meta anunciou uma mudança estrutural na política de cobrança do WhatsApp Business, canal utilizado por mais de 200 milhões de empresas globalmente e com presença consolidada no Brasil, onde mais de 5 milhões de estabelecimentos utilizam o aplicativo. A nova diretriz tarifária afetará corporações que utilizam a WhatsApp Business Platform (API oficial) para automação e integração de centrais de atendimento, mantendo isentas as contas do aplicativo convencional e da versão gratuita WhatsApp Business App.

A alteração ocorrerá em duas etapas ao longo do segundo semestre de 2026. O primeiro movimento inicia-se em 1º de agosto, com a tarifação do Meta Business Agent, plataforma nativa de agentes de inteligência artificial da empresa. O modelo adotado será baseado no processamento de tokens, com o valor de US$ 2 por lote de 1 milhão de unidades. A estimativa da companhia é que o custo por interação varie entre US$ 0,04 e US$ 0,05, a depender da complexidade do diálogo.

O segundo marco tarifário entra em vigor no dia 1º de outubro de 2026. A partir desta data, todas as mensagens de serviço — respostas enviadas pelas empresas dentro da janela de atendimento de 24 horas por operadores humanos, chatbots ou IA de terceiros — passarão a ter custo individual. No Brasil, a tarifa fixada pela Meta será de US$ 0,0068 por mensagem enviada (cerca de R$ 0,035). Em operações que utilizam modelos externos de inteligência artificial, o custo total incluirá o processamento da tecnologia, podendo fazer com que um lote de 10 mil respostas oscile entre US$ 268 em interações simples e US$ 968 em casos complexos.

A iniciativa visa criar novas frentes de receita e incentivar a adoção do Meta Business Agent, colocando a empresa em concorrência direta com desenvolvedores de software de automação e CRM. A precificação de mensagens de marketing, autenticação, utilidade e a gratuidade de 72 horas para conversas iniciadas via anúncios no formato Click to WhatsApp permanecem sem alterações.

Ajuste estratégico e eficiência operacional

A nova estrutura de custos exige um redesenho nos fluxos de comunicação de empresas de grande volume de tráfego, como redes de varejo, instituições financeiras, operadoras de telecomunicações e serviços de saúde.

“Até agora, muitas empresas mediam eficiência pelo tempo de resposta. A partir de outubro, será preciso olhar também para a quantidade de mensagens necessárias para resolver cada atendimento. Conversas longas, repetitivas e mal estruturadas passam a ter um custo direto para a operação”, analisa Guilherme Rocha, CEO da HelenaCRM, empresa brasileira especializada em CRM conversacional e automação via WhatsApp.

Na visão do executivo, o cenário impulsionará a otimização das jornadas digitais sem, contudo, comprometer a experiência do usuário final. “Não significa reduzir o contato com o cliente, mas tornar cada interação mais eficiente. Quem conseguir resolver uma demanda em menos mensagens terá uma operação mais competitiva. Isso deve acelerar investimentos em inteligência artificial, integração com CRMs e modelos de atendimento capazes de entender o contexto da conversa sem gerar trocas desnecessárias”, observa.

A escolha das ferramentas tecnológicas também passa a envolver critérios estritamente financeiros de composição de custos. “Agora é uma decisão financeira. As empresas precisarão comparar o uso do Meta Business Agent com soluções próprias de IA, considerando não apenas o preço, mas também fatores como integração com sistemas internos, precisão das respostas, personalização e capacidade de evolução da operação”, complementa Rocha.

Para a adaptação ao novo cenário, especialistas recomendam que as companhias realizem o mapeamento imediato do volume mensal de mensagens de serviço e promovam a revisão dos processos operacionais, priorizando a resolução de demandas com menor número de trocas de mensagens e maior índice de assertividade.

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