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Amazon Music e Twitch anunciam parceria inusitada

A Amazon Music e Twitch anunciam a incorporação da funcionalidade do streaming ao vivo da Twitch com o app Amazon Music em parceria. Essa ação possibilita o engajamento dos fãs com os artistas de maneira nova, assim como torna a transição entre livestream e músicas gravadas praticamente imperceptível. Lançado hoje nos sistemas iOS e Android, artistas de todo o mundo podem se conectar ao vivo com os mais de 55 milhões de consumidores da Amazon Music em todas as camadas do streaming. Mais informações podem ser acessadas no link: https://artists.amazonmusic.com/live.
“A combinação de streaming ao vivo, acoplado com gravações de música sob demanda do Amazon Music é algo completamente inovador,” afirma Ryan Redington, Diretor da Amazon Music. “Disponibilizamos aos artistas mais ferramentas para engajar seus fãs diretamente. Portanto, esta nova funcionalidade não poderia chegar em um momento mais crucial para a indústria. Mais de 1.000 artistas já conectaram sua conta Amazon Music com a Twitch apenas no primeiro dia. Com a Twitch, possibilitamos que artistas de todos os gêneros, em todos os momentos das carreiras, aproveitem o poder do streaming ao vivo para criar mais interações com seus catálogos gravados.”
Em um momento limitado para eventos físicos, artistas poderão estabelecer pela primeira vez mais conexão com os fãs que já estão no Amazon Music. Grandes estrelas e artistas emergentes podem usar a Twitch e a Amazon Music para engajar audiências equivalentes às de um estádio lotado, por exemplo.
“A Twitch sempre conectou criadores talentosíssimos com fãs em todo o mundo,” reforça Tracy Chan, Vice-Presidente e Head de Música na Twitch. “Este é o motivo do anúncio da parceria contínua com a Amazon Music, que abre um mundo completamente novo de experiências musicais ao vivo e interações que conectam o conteúdo live da Twitch com o catálogo de músicas gravadas da Amazon. Especialmente agora, com espaços tradicionais fechados e turnês canceladas, músicos procuram novas maneiras de criar, conectar fãs e construir comunidade. A Twitch se transformou no lugar para co-criar e dividir experiências ao vivo e agora está acessível no app pelos 55 milhões de clientes do Amazon Music.”
Parceria Amazon Music e Twitch
Amazon Music e Twitch estão comprometidas em desenvolver formas mais inovadoras de auxiliar artistas a interagirem com seus fãs. Esta nova ferramenta é um exemplo. Há muito tempo a Twitch é a linha de frente na conexão de experiências de streaming. A Amazon Music trabalha extensivamente com a Twitch, artistas e gravadoras para auxiliá-los no melhor aproveitamento dos conteúdos ao vivo e também para criar conexões profundas com seus públicos e seguidores, incluindo novas formas de integração com campanhas de lançamento, palcos virtuais para festivais e eventos para arrecadação de fundos etc., possibilitando as oportunidades de entrevistas com artistas. Este ano, Twitch e Amazon Music trabalharam com artistas de todos os gêneros para apoiar e produzir performances ao vivo e arrecadar milhões de dólares para o fundo de apoio contra COVID-19 com o Twitch StreamAid, Willie Nelson’s Luck Reunion, entre outros.
Os fãs terão uma variedade de caminhos dentro do app, o que inclui notificações no momento em que os artistas estiverem ao vivo na Twitch pela aba “ao vivo” do Amazon Music. A conexão dos artistas e seus canais da Twitch com a plataforma estão simplificadas, graças ao app Amazon Music for Artists.
No link artists.amazonmusic.com/live há mais informações, passo a papo com imagens sobre como conectar o seu canal na Twitch, entre outros detalhes.
A partir desta semana, fãs verão artistas de diferentes gêneros usando a ferramenta e buscando alternativas de conectar suas audiências ao vivo incluindo:
- Brandon Flowers, do The Killers, e Ronnie Vannucci Jr. conectam-se no Amazon Music dia 4, às 14 horas para falar sobre o último álbum, Imploding the Mirage.
- A cantora de soul e storyteller Nicole Atkins apresenta série sobre variedades às quartas às 20 horas, com performances e entrevistas incluindo Elle King, Cut Worms e Whitney.
- A Amazon Music apresenta o Heavy Music Awards 2020 direto do escritório de Londres da HMA, no dia 3, às 16h30, com apresentações de The Hunna, Holding Absence, Heart of a Coward, Wargasm, Coldbones e HAWXX.
- O SummerStage Anywhere, da Fundação Capital One City Parks, traz performances digitais exclusivas toda terça, às 20 horas, com música latina, hip-hop, jazz, etc em seus concertos semanais.
Matéria publicada no portal de notícias ADNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Participação de vendedores americanos no volume de vendas internacionais do Mercado Livre quase triplica em 16 meses

A representatividade dos vendedores norte-americanos no volume bruto de mercadorias (GMV) transacionado via cross-border no Mercado Livre avançou de 8,7% em abril de 2025 para 25,9% em agosto de 2026. Os dados constam em um levantamento realizado pela JoomPulse, plataforma de inteligência e análise de dados baseada em inteligência artificial. O movimento ocorre em um cenário no qual os itens de origem internacional já equivalem a 45,9% do catálogo ativo da plataforma de e-commerce e a 77,5% dos novos anúncios publicados.
A movimentação financeira associada ao segmento dos Estados Unidos registra um valor médio por pedido de R$ 352,00 — cifra 4,8 vezes superior à média dos vendedores oriundos da China, fixada em R$ 73,00. Apesar do avanço norte-americano, a China e Hong Kong permanecem na liderança da modalidade, respondendo por 71,9% do GMV cross-border do marketplace.
O estudo da JoomPulse monitorou 12 mil unidades de manutenção de estoque (SKUs) no Mercado Livre entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, cobrindo categorias como brinquedos, joias e vestuário. O levantamento indica que o volume de anúncios internacionais que geraram conversão de vendas cresceu 83 vezes no período, enquanto o número total de pedidos desses produtos aumentou seis vezes.
O desempenho do segmento internacional transcorre de forma paralela às reformulações na tributação de compras importadas no país. A legislação que trata da isenção do imposto de importação para encomendas de até US$ 50,00 abrange 94,25% dos pedidos e 68,78% do GMV cross-border. Para transações entre US$ 50,00 e US$ 3 mil, cuja alíquota máxima passou para 30%, concentra-se uma fatia de 5,75% dos pedidos, mas que responde por 31,22% do volume financeiro. Devido ao ticket médio superior, os vendedores dos Estados Unidos concentram suas operações predominantemente nesta segunda faixa.
A análise da consultoria não identificou oscilações nos preços finais ao consumidor após as adequações fiscais. O valor médio dos pedidos situados na faixa entre US$ 30,00 e US$ 50,00 manteve-se estável em R$ 193,00 ao longo de todo o período observado.
No que tange às categorias específicas monitoradas pela legislação — como brinquedos, joias, cosméticos e vestuário —, a participação do comércio internacional sobre o GMV total dessas áreas não apresentou elevação no trimestre encerrado em agosto. Em brinquedos e hobbies, o índice passou de 2,50% em maio para 2,18% em agosto; em joias e relógios, recuou de 2,10% para 1,05%; em beleza e cuidados pessoais, alterou-se de 1,46% para 0,95%; e no segmento de calçados, vestuário e bolsas, passou de 0,47% para 0,38%.
As condições de logística e entrega também figuram como fator competitivo no setor. Nas compras abaixo de US$ 10,00 — faixa que engloba 48,37% dos pedidos internacionais —, apenas 0,1% dos anúncios de fora do país oferecem frete gratuito, ante 73,0% dos vendedores nacionais. Nas faixas de preço acima de US$ 30,00, a oferta de gratuidade no envio se equipara entre itens locais e importados. “Em maio, mostramos que o crescimento do cross-border no Brasil havia começado antes da reforma tributária”, afirma Ivan Kolankov, chief executive officer (CEO) da JoomPulse. “Agora analisamos qual segmento está crescendo mais rapidamente do que os demais. Os sellers precisam entender em qual faixa de preço e categoria entrar, a que preço e sob quais condições de frete. As condições tributárias mudaram, mas de forma diferente entre as faixas de preço, e apenas o analytics pode mostrar onde uma vantagem de fato surgiu. Monitoramos de perto cada tendência e queremos permitir que todos os sellers baseiem suas decisões em dados.”
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Gad lança sétima edição do Gad Insights com análise sobre o futuro do branding e a relevância das marcas

A consultoria de branding e design Gad’ apresentou a 7ª edição do seu estudo proprietário anual, o Gad Insights 2026. A pesquisa analisa as transformações no comportamento do consumidor ao longo do último ano e sintetiza suas conclusões em dez diretrizes direcionadas a apoiar empresas nas tomadas de decisão de gestão de marca e posicionamento de mercado.
Sob o tema “O Desafio da Relevância – Como continuar importando em um mundo indiferente?”, o relatório deste ano contextualiza um cenário marcado pelo avanço tecnológico, pela saturação de conteúdos e por um público mais impaciente. O levantamento argumenta que o atributo da diferenciação isolada perdeu eficiência, exigindo que as marcas demonstrem utilidade e propósito prático na rotina de seus públicos. “Em um mundo de alternativas abundantes, ser diferente não garante ser importante. É preciso considerar os consumidores em sua complexidade e construir experiências capazes de devolver sentido em um presente fragmentado. O report de 2026 mostra que ter uma marca forte talvez já não resolva todo o problema”, destaca Luciano Deos, chief executive officer (CEO) do Gad’.
A publicação anual, iniciada em 2020, já abordou tópicos como as reconfigurações de consumo na pandemia, a reputação corporativa e o storydoing em 2022, o conceito de marcas inteligentes em 2023, o fenômeno do overbranding em 2024 e a busca pelo resgate das origens das empresas em 2025.
Na edição atual, a pesquisa mapeia vetores de transformação no mercado global. O documento aborda a busca por autenticidade frente à padronização de materiais via inteligência artificial, o combate ao chamado FOMO corporativo — a tendência de marcas perseguirem movimentos passageiros sem sinergia estratégica — e a ascensão do Generative Engine Optimization (GEO), em resposta ao dado de que 58% dos consumidores globais utilizam IAs generativas em substituição aos buscadores tradicionais. “Vivemos a passagem de uma economia da atenção para uma economia da impaciência. Isso atravessa o consumo, mas também nossa relação com trabalho, conhecimento, entretenimento e até com outras pessoas. Diante de um mercado com tantas alternativas, ninguém quer mais ficar preso a algo, e a lealdade às marcas precisa ser reconquistada todos os dias”, observa Deos.
O estudo traz ainda recortes populacionais e econômicos, citando dados da empresa de arquitetura e design Gensler de que entre 15% e 20% da população mundial é neurodivergente, o que exige adaptações sensoriais no varejo físico. O levantamento destaca também a expansão da silver economy, voltada ao público com 60 anos ou mais — segmento que movimenta US$ 4,2 trilhões anualmente no mundo —, e aponta um estudo da BALT indicando que 77% dos consumidores brasileiros exigem evidências concretas para validar compromissos socioambientais anunciados pelas empresas. “Ser relevante hoje é resolver uma necessidade; continuar sendo relevante amanhã exige reconhecer que aquela mesma pessoa terá outro corpo, outra família, outros projetos e outras prioridades. O desafio é construir uma marca capaz de acompanhar essas mudanças, sem gerar dependência ou presumir que sua presença será imutável”, finaliza Deos.








