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Amaro se consolida como um destino de marcas de lifestyle com foco em relevância cultural

A Amaro, RetailTech de lifestyle com atuação em moda, beleza, bem estar e casa, vai ampliar em 70% sua frente de empresas parceiras em 2022. Com o objetivo de chegar a 500 marcas, a companhia reforça a evolução de portfólio com a chegada de grandes marcas como Adidas, Converse, Melissa, Ray-Ban, Lancôme e L’Oréal quem vêm para complementar o portfólio da marca própria da AMARO, que oferece estilo, tendência e qualidade a preço justo.
Segundo pesquisa realizada diretamente com as clientes, a Amaro observou que elas identificam vantagens em encontrar várias marcas e segmentos em um só lugar: 69% delas valorizam a economia de tempo de não ter que entrar em várias lojas, sites e apps com diferentes logins para comprar e 66% confiam que a troca e devolução lideradas pela Amaro serão fáceis, bem como a entrega rápida.
“A Amaro cresceu 50% no último ano e vamos continuar crescendo neste ritmo acelerado em 2022. A estratégia de aumentar nosso portfólio de marcas parceiras é fundamental para esse objetivo. Queremos ser lembrados e reconhecidos como um ponto de destino para a compra de moda, beleza, bem-estar e casa que tem as melhores marcas que nossas clientes conhecem e usam. Curadoria de marcas que têm relevância cultural (love brands), continua sendo nosso critério principal para selecionar novas marcas parceiras”, explica Dominique Oliver, CEO da AMARO.
Entre as novidades para 2022, estão grandes marcas como Adidas, Converse, Melissa e Ray-Ban, em moda, Lancôme, L’Óreal-Pro, Kérastase, Wella, Shisedo e Oceane, em beleza e bem-estar e Buddemeyer, em casa, entre outras. Além de marcas novas que sejam cool e de nicho, como Izipizi, Insecta, Panty’s, B.O.B, Puravida e Kouda, por exemplo, uma vez que 68% de quem compra na Amaro está sempre em busca de novidades e quer conhecer marcas bacanas.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







