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Always faz doação para grupo de pesquisadoras que sequenciaram o genoma do coronavírus

Marca apoia time liderado pela Dr. Ester Sabino reforçando a importância e a diferença que as mulheres fazem na sociedade
Always, líder global em produtos para cuidados femininos, tem como objetivo estar ao lado das mulheres para tornar os dias mais confortáveis, com segurança e confiança para serem quem elas querem ser. A partir daí, a marca procurou entender como poderia ser uma plataforma para enaltecer as forças femininas que estão transformando esse momento crítico que estamos vivendo.
A marca irá doar R﹩ 200 mil reais à equipe liderada pela Drª. Ester Sabino – composta 60% por mulheres -, do Laboratório de Investigação Médica da Fundação Faculdade de Medicina, da Universidade de São Paulo, para fomentar as pesquisas sobre o novo coronavírus no Brasil e incentivar a participação de mulheres na ciência.
O recurso oferecido pela marca auxiliará nas pesquisas que buscam entender a curva de crescimento da Covid-19 no Brasil, servindo para o entendimento de diversas questões que estamos enfrentando atualmente.
“Fico feliz de liderar uma pesquisa que é importante para a saúde pública”, explica a Drª. Ester Sabino. “As mulheres, quando trabalham juntas, tem um potencial enorme, são agregadoras e facilitam esses trabalhos em rede”, esclarece.
Os feitos da equipe da pesquisadora chamaram atenção mundialmente, pois, além de terem sido os primeiros a sequenciar o genoma do novo coronavírus na América Latina, também se destacaram pelo tempo recorde em que realizaram o processo, em apenas 48 horas.
A doação faz parte da campanha de Always #MeninaAjudaMenina, para incentivar a sororidade entre mulheres. “Always sempre esteve ao lado das mulheres, e, ao vermos o trabalho tão necessário feito pelo time da Dra. Ester, quisemos contribuir para que elas pudessem fazer ainda mais”, conta Laura Vicentini, diretora de Marketing de Always. “É mais uma maneira que encontramos, dentro de Always, de ajudar a dar confiança para mulheres em todo o país, porque quando uma vence, todos nós vencemos” finaliza Laura.
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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.
O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.
Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.
Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.
O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.
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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.
Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.
Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.
“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.
A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.








