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AliExpress convida vendedores brasileiros para a Sellers Conference

O AliExpress – serviço de vendas internacionais do grupo Alibaba – anunciou a abertura de seu marketplace para todos os vendedores brasileiros. Agora, lojistas nacionais poderão se beneficiar, sem nenhum custo mensal, do tráfego e dos milhões de usuários que o AliExpress acumula no Brasil há 11 anos, quando estreou no país.
Para receber os novos sellers, apresentar novidades e retirar dúvidas dos participantes o AliExpress também realizará um evento online, totalmente em português, que ocorrerá no dia 1º de setembro, a partir das 9 horas da manhã e permitirá que vendedores brasileiros conversem diretamente com executivos e técnicos do AliExpress no Brasil e no exterior. Chamada de “Sellers Conference”, o evento é aberto a qualquer pessoa que considere explorar mais este canal de venda para seus produtos e serviços.

Vantagens de ser um seller no AliExpress:
Ao abrir sua plataforma para os lojistas brasileiros, o AliExpress decidiu oferecer, no Brasil, comissões mais baixas e mais competitivas que a média do mercado nacional. Lojistas pagarão valores entre 5% e 8% (os percentuais variam conforme a categoria dos produtos vendidos) de seu faturamento à plataforma, que irá assegurar, além de sua tecnologia e base de usuários, um serviço integrado de logística.
O envio de produtos dentro do território nacional será coordenado pela Cainiao, empresa de logística do grupo Alibaba, que já possui operação no Brasil. Os técnicos da Cainiao serão responsáveis por adicionar tecnologias avançadas do grupo Alibaba no Brasil e coordenar os serviços prestados por diversos parceiros locais. Além da excelência logística, frete grátis e menores comissões, o serviço de vendas locais do AliExpress assegurará aos lojistas brasileiros em sua plataforma um fluxo de repasses financeiros mais rápido que a média do mercado e a possibilidade de realizarem saques, sem custos, diariamente.
Vendedores que abrirem sua loja no AliExpress poderão se beneficiar, ainda, de ferramentas de marketing inovadoras criadas pelo grupo Alibaba para melhorar a conversão e performance de suas vendas. Canais como a Universidade AliExpress, por exemplo, já oferecem, em português, cursos técnicos de marketing digital e um serviço de suporte via call center disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana, para tirar dúvidas dos novos vendedores que ingressam na plataforma. Confira vídeo sobre o evento:
Serviço
Nome do Evento: Sellers Conference AliExpress
Data: 01/09 – Horário: da 9h30 às 10h30
Inscrições: AliExpress Seller Day Registro (onlinexperiences.com)
Programação:
9:00 – 9:10
Yaman – Head Sellers Locais – AliExpress Brasil – Abertura
9:10 – 9:30
Viviane Gomes Almeida – Gestão de Sellers – AliExpress Brasil – Estratégia AliExpress Brasil
9:30 – 9:50
Painel de Negócios com Parceiros AliExpress – Desafios da Logística no Brasil
9:50 – 10:10
Mesa Redonda com Parceiros AliExpress – Gestão de Marketplace
10:10 – 10:30
Painel de Sellers AliExpress – Boas práticas
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Nissin promove “Batalha de Sabores” para disputar a preferência do consumidor em campanha multiplataforma

A Nissin Foods do Brasil acaba de lançar a “Batalha de Sabores”, uma ofensiva estratégica de marketing que coloca frente a frente três de seus produtos mais icônicos na versão Galinha Caipira: Nissin Lámen, Cup Noodles e Nissin Yakissoba U.F.O.. A iniciativa visa não apenas ampliar a visibilidade e a penetração do portfólio, mas também reforçar a lembrança de marca ao convidar o público a eleger qual formato do sabor favorito dos brasileiros merece o título de líder.
A narrativa da campanha utiliza o storytelling por meio dos personagens das marcas para destacar os atributos competitivos de cada item. Enquanto o Nissin Lámen foca na versatilidade do preparo caseiro, o Cup Noodles destaca a praticidade do consumo on-the-go e o Nissin Yakissoba U.F.O. aposta na intensidade de sabor como seu principal diferencial.
A partir do dia 23 de fevereiro, a estratégia de live marketing digital entra em uma fase de “modo invasão” nos perfis oficiais @nissinbrasil e @cupnoodlesbrasil. A dinâmica prevê que os personagens batalhem entre si em uma série de conteúdos interativos, contando ainda com o reforço de um time de influencers para gerar proximidade e conversas com a audiência.
“Sabemos que Galinha Caipira é o sabor preferido dos brasileiros. Com a Batalha de Sabores, mostramos como cada produto entrega uma experiência diferente dentro do universo dos macarrões instantâneos e convidamos o público a escolher o seu favorito”, explica Ana Fossati, gerente de marketing da Nissin Foods do Brasil.
Para Ricardo Dolla, Chief Creative Officer da Dentsu Creative, a ação eleva um conceito tradicional da marca a um novo patamar de execução. “A Batalha de Sabores é um clássico do universo Nissin. Só que, desta vez, não ficamos apenas no sabor. Acrescentamos novas texturas à disputa, cruzando linguagens e códigos para deixar a comunicação tão irresistível quanto o produto”, afirma o executivo.
Com veiculação prevista até o dia 15 de março, a campanha marca presença em um ecossistema digital robusto, englobando Facebook, Instagram, TikTok, YouTube, Twitch e Kwai, garantindo que a disputa atinja diferentes perfis de consumidores em seus respectivos ambientes de lazer e entretenimento digital.
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Smartphones não precisam ouvir conversas para prever desejos, aponta especialista em dados

Uma cena recorrente no cotidiano digital alimenta uma das maiores teorias da conspiração da atualidade: após uma conversa em voz alta, sem qualquer busca ativa, o usuário é impactado por um anúncio sobre o exato tema discutido. A sensação de vigilância é real e confirmada por estudos, como o da Universidade de Amsterdã, que aponta que a falta de compreensão sobre a coleta de dados gera especulações sobre uma possível “escuta” via microfone. No entanto, para especialistas do setor, a realidade tecnológica é ainda mais sofisticada — e menos cinematográfica.
Caio Motta, cofundador da Elementar Digital e especialista em marketing de performance, afirma que as plataformas não precisam do áudio para serem precisas. “Trabalho há mais de uma década com marketing de performance e dados. Posso afirmar com segurança que as plataformas não precisam do seu microfone porque elas têm algo muito mais poderoso”, explica. O segredo reside no machine learning e na capacidade de predição de gigantes como Google e Meta, que analisam múltiplas camadas de comportamento para antecipar desejos.
A engenharia por trás da “coincidência”
O rastreamento vai muito além do histórico de buscas. Envolve uma cadeia de correlação que inclui o endereço IP, conexões Wi-Fi e o comportamento de pessoas próximas. “Se sua esposa pesquisou colchões, o algoritmo sabe que vocês dividem o mesmo endereço e estão relacionados. Não precisa de microfone para conectar esses pontos”, pontua Motta.
Soma-se a isso o compartilhamento de dados offline. O tradicional CPF informado na farmácia em troca de descontos conecta compras físicas ao perfil digital. Assim, a compra de um suplemento na terça-feira pode disparar, na quinta, anúncios de roupas de ginástica ou aplicativos de exercícios, criando a ilusão de que o celular “ouviu” um plano de treino.
O viés de confirmação e o mercado de R$ 38 bilhões
O fenômeno psicológico conhecido como viés de confirmação completa a experiência. Em meio a centenas de anúncios ignorados diariamente, o cérebro registra apenas aquele que coincide com uma conversa recente, descartando os “erros” do algoritmo.
Esse ecossistema move cifras bilionárias. No Brasil, o investimento em publicidade digital atingiu R$ 37,9 bilhões em 2024, segundo o Digital AdSpend 2025 do IAB Brasil. “Esse dinheiro não se sustenta em conspiração, se sustenta em resultado mensurável”, ressalta o executivo. Para ele, embora a personalização ajude pequenas empresas e facilite a descoberta de produtos, ela exige vigilância ética contra práticas discriminatórias de segmentação.
Literacia digital e privacidade
Motta destaca que o maior risco à privacidade muitas vezes não vem das grandes empresas auditadas e sujeitas à LGPD, mas de aplicativos menores e data brokers obscuros que solicitam permissões abusivas. A recomendação para quem busca limitar o rastreamento inclui o uso de navegadores focados em privacidade, como o Brave Browser, e a revisão constante de permissões de aplicativos.
“Entender como a publicidade digital funciona virou alfabetização básica para qualquer pessoa conectada”, finaliza Caio Motta. “É uma realidade muito menos cinematográfica, mas, mesmo sem ouvir, os algoritmos sabem muito sobre você e fazem isso com o seu consentimento, escondido naqueles termos de uso que ninguém lê”.









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