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Alexandre Carreteiro assume a presidência da PepsiCo Brasil Alimentos

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A PepsiCo, uma das maiores empresas de alimentos e bebidas do mundo, tem novo presidente para a operação de alimentos do Brasil: Alexandre Carreteiro assume a posição hoje, dia 1º de março, para impulsionar o crescimento da companhia, alavancando ainda mais os negócios e acelerando a agenda de fomento à diversidade, fortalecimento da cadeia de valor, geração de impacto positivo na sociedade e meio ambiente e incentivo à inovação em produtos e processos.

 

Brasileiro, Alexandre tem uma bagagem riquíssima de mais de duas décadas em empresas de bens de consumo e alimentos e bebidas, em mercados distintos que incluem Brasil, Caribe, Europa, Ásia e América do Norte. Sua experiência anterior foi na Nestlé, como Vice Presidente Regional para América do Norte e representante CEO na Zona Américas nesta região.

“Em um ano que confiamos na consolidação da retomada após os grandes desafios que vencemos juntos em 2020, anunciamos hoje a chegada no novo Presidente da PepsiCo Brasil Alimentos, um importantíssimo mercado para a empresa e o qual nos orgulhamos pela história que temos construído ao longo desses quase 70 anos com os mais de 12 mil funcionários e funcionárias”, diz Paula Santilli, CEO da PepsiCo América Latina.

 

“É com muito entusiasmo que me uno à PepsiCo Alimentos, no Brasil, minha terra natal e um mercado altamente estratégico para a companhia na América Latina e globalmente. Motiva-me saber que os valores e cultura da empresa se convergem aos meus e que ingressarei em um ambiente com colaboradores apaixonados, comprometidos e prontos para abraçar essa nova fase da jornada de crescimento e desenvolvimento sustentável da companhia”, afirma Alexandre Carreteiro.

 

Formado em Administração de Empresas pela Temple University, Filadélfia, Alexandre Carreteiro tem MBA Executivo pelo IESE Business School, na Espanha, e participou do Programa de Desenvolvimento Executivo no IMD, Suíça. Tem, ainda, mestrado em Finanças pela Université Paris IX Dauphine.

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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

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A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.

Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.

Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”

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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

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Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?

Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.

A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.

Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.

Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.

A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.

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