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Ajinomoto do Brasil anuncia novos atletas do Time Ajinomoto

Lançado há um ano, Time acaba de ganhar mais 12 integrantes e passa a reunir 34 membros
Lançado há um ano juntamente com o Projeto Vitória, o Time Ajinomoto está mais forte e ganhou novos integrantes. No dia 30 de julho, a Ajinomoto do Brasil anunciou a inclusão de mais 12 atletas e paratletas em sua equipe. A partir de agora, o grupo conta 34 integrantes que receberão apoio até o fim do ciclo dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos realizados em Tóquio, no Japão, no próximo ano.
“Em maio deste ano, já tínhamos anunciado o prolongamento do apoio aos atletas que integravam a equipe originalmente e agora estamos muito felizes em anunciar o crescimento do Time Ajinomoto. Sabemos que o mundo atravessa um momento de incertezas e questionamentos, mas nossa proposta sempre foi apoiar e auxiliar o fortalecimento do esporte brasileiro e esse é mais um passo nessa direção. Acreditamos no talento e potencial dos atletas nacionais, por isso essa expansão sempre esteve em nossos planos. O Time Ajinomoto é como uma família empenhada em fazer cada membro evoluir ao máximo e realizar seus sonhos”, diz a gerente de Comunicação da Ajinomoto do Brasil, Priscila Santana.
O anúncio oficial da ampliação do Time Ajinomoto foi feito em evento online. A nutricionista esportiva e consultora da Ajinomoto do Brasil, Caroline Yoshioka, conduziu a cerimônia, que reuniu os atletas que já faziam parte do Time desde 2019 e os novos integrantes. Entre os novos nomes (veja a lista completa abaixo) estão Milena Titoneli (taekwondo), Larissa Pimenta (judô), Andreia Hessel (maratona) e Alan Fonteles (atletismo paralímpico). Eles se juntam a Arthur Nory (ginástica artística), Rafael Silva, o Baby, (judô), Ana Marcela Cunha (maratona aquática), Rosângela Santos (atletismo), Douglas Brose (karatê), Verônica Hipólito (atletismo paralímpico) e outras feras de diversas modalidades.
“Estou muito feliz por entrar para o Time Ajinomoto. A existência do Projeto Vitória é muito importante e está contribuindo muito para o crescimento de todo o esporte nacional. Eu darei meu melhor para contribuir com o Projeto da melhor forma!”, comemora Milena Titoneli, medalha de bronze no Mundial de taekwondo em 2019.
“Esse é um momento importante para mim e para o esporte brasileiro porque fazer parte do Time Ajinomoto significa muito. Fico feliz por ver uma iniciativa como o Projeto Vitória crescendo e contribuindo para o desenvolvimento do esporte olímpico e paralímpico brasileiro”, afirma Alan Fonteles, três vezes medalhista paralímpico (ouro em Londres e prata em Pequim e no Rio).
“A conquista olímpica e paralímpica é o sonho desses atletas e estamos aqui para apoiá-los nessa caminhada. Queremos estar com eles em Tóquio e nas próximas edições dos Jogos. Mas para nós, da Ajinomoto do Brasil, o Projeto Vitória vai além da busca por medalhas. Acreditamos na importância do esporte como ferramenta de desenvolvimento social e nosso pódio é a evolução plena de cada indivíduo”, explica Priscila.
Lançado oficialmente em 2 de julho do ano passado, o Projeto Vitória é uma ação global do Grupo Ajinomoto iniciada no Japão, em 2003. Líder mundial em aminoácidos, a Ajinomoto oferece a todos os integrantes da equipe suporte nutricional e acesso ao conceito Kachimeshi®, palavra que significa “alimentação para vencer”, um programa de educação nutricional que incentiva uma alimentação equilibrada e saborosa, adequada às necessidades específicas de cada atleta, como um pilar importante além do treino e do descanso. Parte do suporte nutricional é representada pelo produto aminoVITAL® GOLD, suplemento alimentar composto por nove aminoácidos essenciais, que agem rapidamente na recuperação muscular, fundamental para esportistas de alto rendimento.
Para estreitar o relacionamento com os atletas por meio do Projeto Vitória, a Ajinomoto do Brasil também mantém parcerias e apoios ao Comitê Olímpico do Brasil (COB), ao Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e à Federação Paulista de Judô.
Novos integrantes do Time Ajinomoto
Alan Fonteles – Atletismo paralímpico
Bruna Alexandre – Tênis de Mesa paralímpico
Larissa Pimenta – Judô
Willian Lima – Judô
Andreia Hessel – Maratona
Valdilene Santos – Maratona
Alana Maldonado – Judô paralímpico
Thiego Marques – Judô paralímpico
Thiago Paulino – Atletismo paralímpico
Milena Titoneli – Taekwondo
Gabriela Chibana – Judô
Fernando Aranha – Triatlo paralímpico
Para rever a apresentação dos novos integrantes do Time Ajinomoto acesse aqui.
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Participação de vendedores americanos no volume de vendas internacionais do Mercado Livre quase triplica em 16 meses

A representatividade dos vendedores norte-americanos no volume bruto de mercadorias (GMV) transacionado via cross-border no Mercado Livre avançou de 8,7% em abril de 2025 para 25,9% em agosto de 2026. Os dados constam em um levantamento realizado pela JoomPulse, plataforma de inteligência e análise de dados baseada em inteligência artificial. O movimento ocorre em um cenário no qual os itens de origem internacional já equivalem a 45,9% do catálogo ativo da plataforma de e-commerce e a 77,5% dos novos anúncios publicados.
A movimentação financeira associada ao segmento dos Estados Unidos registra um valor médio por pedido de R$ 352,00 — cifra 4,8 vezes superior à média dos vendedores oriundos da China, fixada em R$ 73,00. Apesar do avanço norte-americano, a China e Hong Kong permanecem na liderança da modalidade, respondendo por 71,9% do GMV cross-border do marketplace.
O estudo da JoomPulse monitorou 12 mil unidades de manutenção de estoque (SKUs) no Mercado Livre entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, cobrindo categorias como brinquedos, joias e vestuário. O levantamento indica que o volume de anúncios internacionais que geraram conversão de vendas cresceu 83 vezes no período, enquanto o número total de pedidos desses produtos aumentou seis vezes.
O desempenho do segmento internacional transcorre de forma paralela às reformulações na tributação de compras importadas no país. A legislação que trata da isenção do imposto de importação para encomendas de até US$ 50,00 abrange 94,25% dos pedidos e 68,78% do GMV cross-border. Para transações entre US$ 50,00 e US$ 3 mil, cuja alíquota máxima passou para 30%, concentra-se uma fatia de 5,75% dos pedidos, mas que responde por 31,22% do volume financeiro. Devido ao ticket médio superior, os vendedores dos Estados Unidos concentram suas operações predominantemente nesta segunda faixa.
A análise da consultoria não identificou oscilações nos preços finais ao consumidor após as adequações fiscais. O valor médio dos pedidos situados na faixa entre US$ 30,00 e US$ 50,00 manteve-se estável em R$ 193,00 ao longo de todo o período observado.
No que tange às categorias específicas monitoradas pela legislação — como brinquedos, joias, cosméticos e vestuário —, a participação do comércio internacional sobre o GMV total dessas áreas não apresentou elevação no trimestre encerrado em agosto. Em brinquedos e hobbies, o índice passou de 2,50% em maio para 2,18% em agosto; em joias e relógios, recuou de 2,10% para 1,05%; em beleza e cuidados pessoais, alterou-se de 1,46% para 0,95%; e no segmento de calçados, vestuário e bolsas, passou de 0,47% para 0,38%.
As condições de logística e entrega também figuram como fator competitivo no setor. Nas compras abaixo de US$ 10,00 — faixa que engloba 48,37% dos pedidos internacionais —, apenas 0,1% dos anúncios de fora do país oferecem frete gratuito, ante 73,0% dos vendedores nacionais. Nas faixas de preço acima de US$ 30,00, a oferta de gratuidade no envio se equipara entre itens locais e importados. “Em maio, mostramos que o crescimento do cross-border no Brasil havia começado antes da reforma tributária”, afirma Ivan Kolankov, chief executive officer (CEO) da JoomPulse. “Agora analisamos qual segmento está crescendo mais rapidamente do que os demais. Os sellers precisam entender em qual faixa de preço e categoria entrar, a que preço e sob quais condições de frete. As condições tributárias mudaram, mas de forma diferente entre as faixas de preço, e apenas o analytics pode mostrar onde uma vantagem de fato surgiu. Monitoramos de perto cada tendência e queremos permitir que todos os sellers baseiem suas decisões em dados.”
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Gad lança sétima edição do Gad Insights com análise sobre o futuro do branding e a relevância das marcas

A consultoria de branding e design Gad’ apresentou a 7ª edição do seu estudo proprietário anual, o Gad Insights 2026. A pesquisa analisa as transformações no comportamento do consumidor ao longo do último ano e sintetiza suas conclusões em dez diretrizes direcionadas a apoiar empresas nas tomadas de decisão de gestão de marca e posicionamento de mercado.
Sob o tema “O Desafio da Relevância – Como continuar importando em um mundo indiferente?”, o relatório deste ano contextualiza um cenário marcado pelo avanço tecnológico, pela saturação de conteúdos e por um público mais impaciente. O levantamento argumenta que o atributo da diferenciação isolada perdeu eficiência, exigindo que as marcas demonstrem utilidade e propósito prático na rotina de seus públicos. “Em um mundo de alternativas abundantes, ser diferente não garante ser importante. É preciso considerar os consumidores em sua complexidade e construir experiências capazes de devolver sentido em um presente fragmentado. O report de 2026 mostra que ter uma marca forte talvez já não resolva todo o problema”, destaca Luciano Deos, chief executive officer (CEO) do Gad’.
A publicação anual, iniciada em 2020, já abordou tópicos como as reconfigurações de consumo na pandemia, a reputação corporativa e o storydoing em 2022, o conceito de marcas inteligentes em 2023, o fenômeno do overbranding em 2024 e a busca pelo resgate das origens das empresas em 2025.
Na edição atual, a pesquisa mapeia vetores de transformação no mercado global. O documento aborda a busca por autenticidade frente à padronização de materiais via inteligência artificial, o combate ao chamado FOMO corporativo — a tendência de marcas perseguirem movimentos passageiros sem sinergia estratégica — e a ascensão do Generative Engine Optimization (GEO), em resposta ao dado de que 58% dos consumidores globais utilizam IAs generativas em substituição aos buscadores tradicionais. “Vivemos a passagem de uma economia da atenção para uma economia da impaciência. Isso atravessa o consumo, mas também nossa relação com trabalho, conhecimento, entretenimento e até com outras pessoas. Diante de um mercado com tantas alternativas, ninguém quer mais ficar preso a algo, e a lealdade às marcas precisa ser reconquistada todos os dias”, observa Deos.
O estudo traz ainda recortes populacionais e econômicos, citando dados da empresa de arquitetura e design Gensler de que entre 15% e 20% da população mundial é neurodivergente, o que exige adaptações sensoriais no varejo físico. O levantamento destaca também a expansão da silver economy, voltada ao público com 60 anos ou mais — segmento que movimenta US$ 4,2 trilhões anualmente no mundo —, e aponta um estudo da BALT indicando que 77% dos consumidores brasileiros exigem evidências concretas para validar compromissos socioambientais anunciados pelas empresas. “Ser relevante hoje é resolver uma necessidade; continuar sendo relevante amanhã exige reconhecer que aquela mesma pessoa terá outro corpo, outra família, outros projetos e outras prioridades. O desafio é construir uma marca capaz de acompanhar essas mudanças, sem gerar dependência ou presumir que sua presença será imutável”, finaliza Deos.








