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Airbnb lança Experiências Online para atividades de lazer sem sair de casa

Estão disponíveis mais de 50 opções oferecidas por anfitriões especialistas em 30 países e outras serão incluídas nos próximos meses
O Airbnb anuncia hoje o lançamento das Experiências Online, que permite que hóspedes viajem sem sair de casa e que anfitriões continuem contando com uma renda extra no fim do mês durante a pandemia do coronavírus (COVID-19).
Com milhões de pessoas no mundo todo impedidas de realizar atividades rotineiras fora de casa, como trabalhar, praticar exercícios ou se dedicar a um hobby, as Experiências Online são uma forma de se conectar a atividades de lazer selecionadas e oferecidas por especialistas em mais de 30 países, interagir com os anfitriões sem fronteiras no universo digital e aprender sobre uma nova cultura.
É possível, por exemplo, reunir amigos online para acompanhar um concerto de Tango com indicados ao Grammy Latino, aprender a cozinhar diferentes salsas mexicanas típicas , ensinar as crianças segredos e truques de mágica , ou juntar aquele grupo de colegas de trabalho para descobrir a técnica de meditação .
Para os amantes do esporte, as Experiências Online incluem atividades com medalhistas olímpicos, como o triatleta britânico Alistair Brownlee e a atleta americana de bobsled (trenó no gelo) Lauren Gibbs. Seja para fazer um treino , aprender sobre nutrição e a rotina de uma atleta ou curtir um passeio de bicicleta virtual, as pessoas poderão se conectar com alguns dos atletas mais famosos do mundo.
“A conexão humana está na nossa essência”, disse Catherine Powell, Chefe Global de Experiências do Airbnb. “Com tantas pessoas precisando ficar dentro de casa para proteger a saúde, queremos oferecer uma oportunidade de anfitriões e hóspedes se conectarem da única maneira possível neste momento: online”, acrescentou.
As Experiências Online do Airbnb acontecem por meio do aplicativo de videoconferência Zoom, com acesso oferecido gratuitamente aos anfitriões, juntamente com serviços personalizados para curadoria, gravação e compartilhamento de conteúdos online. É possível obter mais informações na página airbnb.com.br/ onlinehost .
Nesta fase, estão disponíveis mais de 50 opções na plataforma airbnb.com.br/online- experiences , e milhares de outras serão incluídas nos próximos meses. Ainda não há Experiências Online do Brasil, mas qualquer pessoa interessada no país pode participar de atividades oferecidas por anfitriões em outras regiões do mundo.
Lançadas em 2016, as Experiências do Airbnb são atividades únicas, desenvolvidas e organizadas por moradores locais que vão muito além de passeios ou oficinas típicas. Elas promovem uma imersão nas paixões e interesses dos anfitriões, e uma maneira diferente de o viajante explorar um destino.
Com as Experiências presenciais suspensas até o fim de abril para ajudar a garantir a segurança e o bem-estar de anfitriões e hóspedes no contexto da COVID-19, o Airbnb aproveita a tecnologia para ajudar os anfitriões a manter uma renda extra e proporcionar aos hóspedes uma atividade de lazer diferente em casa.
Conheça mais alguns destaques das Experiências Online:
Aprenda a cozinhar salsas mexicanas (Cidade do México, México)
Tango Concert with Grammy Latin Nominee (Buenos Aires, Argentina)
Meditação com um monge budista japonês (Osaka, Japão)
Café místico e adivinhação (Nova York, Nova York)
Quarentenas, GINspiração em casa (Bath, Reino Unido)
Aula master de dança irlandesa (Galway, Irlanda)
Meditação guiada com ovelhas sonolentas (Loch Lomond, Reino Unido)
Passeio de b icicleta virtual com o triatleta bicampeão – Alistair Brownlee (Yorkshire, Reino Unido)
Produção de queijo ricota de Sonoma e muito mais (Sonoma, Califórnia)
Meditação guiada com ovelhas sonolentas (Loch Lomond, Reino Unido)
Massa da vovó (Roma, Itália)
Aulas de café com um juiz certificado pelo Judge Certification (Cidade do México, México)
Experiência de confeitaria em família (São Francisco, Califórnia)
K-BEAUTY: o básico com apresentadora de TV (Seul, Coreia do Sul)
Os cães de Chernobyl (Chernobyl, Ucrânia)
Aula de culinária com uma família marroquina (Marraquexe, Marrocos )
Oficina de design de interiores (São Francisco, Califórnia)
Um dia na vida de um atleta olímpico de bobsled (Los Angeles, Califórnia)
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Iniciativa “Open To Help” mobiliza profissionais da comunicação em torno da escuta ativa e mentoria de carreira

As recentes transformações no mercado da publicidade e do marketing têm redesenhado as dinâmicas de contratação, mas um movimento criado de forma espontânea pelo publicitário Fábio Rebouças — diretor criativo associado do Omnicom Media Brazil — começou a jogar luz sobre um diagnóstico sensível da indústria criativa: mais do que a complexidade em conquistar uma recolocação, os profissionais sentem falta de serem ouvidos pelo mercado.
A constatação ganhou tração a partir do projeto “Open To Help”, iniciativa que teve início com uma publicação despretensiosa no perfil pessoal de Rebouças no LinkedIn. No texto, o executivo oferecia voluntariamente uma hora de mentoria para apoiar profissionais em transição de carreira. O que nasceu como uma ação pontual converteu-se rapidamente em uma rede informal de acolhimento corporativo, conectando profissionais de agências de publicidade, live marketing, design, audiovisual, relações públicas, jornalismo e tecnologia.
Em apenas três semanas de projeto, Rebouças conduziu 28 mentorias individuais e gratuitas. Os encontros são realizados inteiramente fora de seu expediente formal, ocupando janelas de tempo durante as noites, finais de semana e feriados. Mais do que uma revisão técnica de portfólios ou ajustes de currículo, as sessões revelaram um comportamento sistêmico do mercado de recursos humanos das agências. “A completa sensação de abandono nos processos de recrutamento apareceu em praticamente todas as conversas. As pessoas sentem uma necessidade enorme de serem ouvidas. Muitas vezes, elas não procuram apenas uma vaga, mas alguém disposto a escutar sua trajetória, seus desafios e ajudá-las a enxergar possibilidades novamente”, avalia Fábio Rebouças.
A publicação original superou a marca de 38 mil impressões na plataforma de negócios, gerando mais de 660 reações e centenas de comentários. O movimento de networking já colhe os primeiros resultados práticos de conversão: dois participantes das mentorias conquistaram recolocações formais no mercado a partir das conexões, direcionamentos e revisões táticas promovidas durante os encontros.
Sem uma metodologia rígida ou promessas comerciais, o “Open To Help” foca em um ativo escasso no ambiente corporativo: a disponibilidade para a escuta. O projeto é aberto a qualquer profissional do ecossistema de comunicação, bastando acionar o idealizador via mensagem direta no LinkedIn para alinhar a agenda.
A capilaridade da iniciativa já conectou criativos de diversas regiões do país, mapeando profissionais em capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Curitiba e Porto Alegre, além de cidades do interior como Maringá (PR), Poços de Caldas (MG), Birigui (SP) e a região da Chapada Diamantina (BA). A repercussão começou a atrair o apoio de outras lideranças do setor, como Bruno Höera, CEO da Portland, e André Dainesi, fundador da Descola, que manifestaram intenção de somar esforços para estruturar os próximos passos do projeto.
O planejamento para os próximos meses prevê a expansão do ecossistema através de encontros presenciais, visando estreitar os laços comunitários e potencializar as trocas de experiências. O avanço do “Open To Help” dialoga diretamente com o momento de alta mobilidade profissional global: dados do LinkedIn indicam que mais de 220 milhões de usuários já utilizaram o selo “Open to Work”, enquanto pesquisas da rede apontam que 58% dos profissionais planejam movimentar suas carreiras a curto prazo, chancelando a urgência de iniciativas focadas em inteligência social e empatia no ambiente corporativo.
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Goleiro Vozinha capitaliza ‘hype’ da Copa 2026 e faz sua estreia no mercado de marketing de influência

O goleiro Vozinha, um dos grandes nomes da surpreendente campanha de Cabo Verde na Copa do Mundo de 2026, estendeu seu sucesso para muito além dos gramados. Após viralizar globalmente devido às suas atuações e ao seu carisma marcante, o atleta realizou sua primeira postagem publicitária nesta terça-feira, 30 de junho, em um vídeo focado no segmento de games de futebol. O movimento consolida o goleiro de 40 anos como um verdadeiro fenômeno midiático digital, acumulando uma audiência que já ultrapassa a marca de 17 milhões de seguidores em seu perfil oficial no Instagram.
Atualmente sem clube e ciente de que sua trajetória nos gramados se aproxima do fim devido à idade avançada, Vozinha encontra no ecossistema digital uma alternativa estratégica para estender sua relevância e faturamento. Contudo, o mercado publicitário levanta o questionamento: esse fenômeno das redes sociais é apenas um viral passageiro ou pode se estruturar como uma marca pessoal duradoura? Fabio Gonçalves, especialista em marketing de influência e diretor de talentos da agência Viral Nation, realizou uma análise sobre o futuro comercial do atleta.
De acordo com o especialista, o diferencial de Vozinha em relação a outros atletas do Mundial não reside apenas em sua performance técnica, mas na construção espontânea de um personagem que gera identificação popular imediata. “O hype, por si só, tem prazo de validade. O que pode tornar o caso do Vozinha duradouro é a capacidade de transformar esse momento de atenção em uma narrativa consistente. Ele virou um símbolo de carisma, história, identificação popular e um contexto muito forte, que é representar uma seleção que conquistou o mundo pela surpresa. Agora, para deixar de ser apenas um fenômeno passageiro, ele precisa ter estratégia e frequência, entendendo que audiência não é a mesma coisa que comunidade.”
O agente de influenciadores alerta que o erro mais comum de figuras que ganham projeção meteórica é tentar monetizar todas as oportunidades de forma desordenada, sem critérios de posicionamento. Para garantir longevidade, o goleiro precisará diversificar seus pilares de conteúdo — abordando bastidores do esporte, superação, a cultura de Cabo Verde e a rotina de atleta —, desvinculando sua imagem da dependência exclusiva do meme da Copa.
Embora o futebol de elite seja associado a salários astronômicos, essa não foi a realidade da carreira de Vozinha, que construiu sua trajetória fora das principais ligas do planeta. Por essa razão, a internet desenha-se como sua principal fonte de receita para o futuro, embora o retorno financeiro recorrente exija profissionalização. “Não é porque você ganhou milhões de seguidores que automaticamente diversas marcas vão te procurar. Seguidores abrem portas, mas o que gera dinheiro de forma recorrente é credibilidade, engajamento, consistência e capacidade de se conectar com marcas sem perder autenticidade. A primeira publi é um sinal de mercado, mas o próximo passo é provar que ele consegue manter interesse quando a Copa sair do centro das atenções”, pondera Gonçalves.
O grande trunfo comercial do cabo-verdiano é ter entrado na conversa pública de forma 100% orgânica. Marcas focadas em estratégias de live marketing e embaixadores buscam justamente personagens com essa capacidade nativa de gerar conexão emocional. O desafio central da equipe de gerenciamento do atleta será filtrar as propostas recebidas, recusando campanhas que possam desgastar sua imagem e focando em parcerias que façam sentido para o seu propósito de longo prazo, transformando a vitrine global do Mundial em uma nova e lucrativa fase profissional.









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